Enquete do PL 4909/2020

Resultado

Resultado final desde 27/05/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.873 61%
Concordo na maior parte 40 1%
Estou indeciso 6 0%
Discordo na maior parte 182 6%
Discordo totalmente 996 32%

O que foi dito

Pontos mais populares

Concordo, pois só assim poderemos ter inclusão. Interação Total!! Nossos alunos surdos estão na escola comunicando somente com intérprete ou algum colega que se interesse pela sua língua!!! A empatia é para poucos!! Pode sim ter um ensino de qualidade!!! Com professores que façam as adaptações necessárias para o desenvolvimento do aluno surdo!!!! Por experiência própria não tem ensino de qualidade para o surdo!!!! Estão sem comunicação!!!! Quem não quer é porque é mais fácil que o filho aprenda.

Valmira Evangelista 24/06/2021
49

Minha filha e milhares de surdos oralizados usuarios de tecnologia precisam de estímulo ao uso da tecnologia em ambiente escolar, outras acessibilidades complementares como microfone remoto, legenda e ambiente com tratamento acústico, e olhar pedagógico diferenciado com sala de recurso, reforço escolar, professores auxiliares e o que mais se faça necessário para o bom aproveitamento escolar.

Mariana Candal 21/06/2021
53

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 267 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Acredito que essa lei cria um novo futuro para os surdos e não surdos, pois da a oportunidade para que todos aprendam uma forma única de comunicação, permitindo não só a inclusão, mas sim a interação total dos alunos dentro das escolas . Com tudo, a independência para que as pessoas possam ter a liberdade para escolher onde se sentem mais seguros é fundamental para a aprendizagem. Por este motivo achei esta lei muito boa.

    Valéria Bolsonaro 14/07/2021
    0
  • Ponto positivo: O ensino da libras devem ser ensinado a todos os alunos da educação , sem ter diferença . Todos os alunos precisa aprender a comunicar com o surdo, só assim vai acontecer a inclusão.

    Karina aparecida Moreira calori chagas 14/07/2021
    0
  • Ponto negativo: Numa sociedade que se diz inclusiva, todos que tem que conviver e estar juntos para que todos possamos aprender a lidar com as diferenças. Escola especíal para surdos não.

    Lucia Mara Martins 13/07/2021
    0
  • Ponto negativo: Querem aprovar essa lei para todos bebês que nascer surdos sejam encaminhados para o caminho da libras automaticamente. Ou seja, significa na pratica, acabar com a liberdade de escolha dos pais de escolher pela reabilitação de seus filhos e uso de tecnologias assistidas como o IC (IMPLANTE COCLEAR) ou então, tudo bem, seguir o caminha da libras. (mas isso não pode ser imposto de forma obrigatória pelo Estado!!) sob a falsa justificativa de que acessibilidade!

    Andrei Luiz Cunha 13/07/2021
    0
  • Ponto positivo: As opções de ensino e aprendizado devem ser garantidas e deixadas a critério da pessoa surda e sua família se irão querer ou não. O fato de aprender LIBRAS não impede que o indivíduo também seja oralizado.

    IVAN VÉRAS DE LIMA 07/07/2021
    1
  • Ponto positivo: Já era para estar tendo esse processo desde que nasceu o primeiro surdo, assim todos já estariam num mesmo patamar de igualdade no quesito de ensino/ aprendizagem. Inclusão é prioridade, inclusão é independência, inclusão é fazer parte de um todo, inclusão é ter olhar voltado para todos os ângulos, inclusão é se sentir gente 100% e poder fazer suas escolhas sem que outro fale por vc. Viva o bilíngue. Viva a Libras. Viva a democracia. Viva o surdo. Viva o Brasil.

    Maria B. Ribeiro 07/07/2021
    0
  • Ponto negativo: Os surdos que estuda na escola normal, sofre preconceitos pelos ouvintes, rir de nós, bagunça com nós, nos não sentimos muitos seguros e desconfortado e vergonha , não aprende nada com professora oralizado, a gente fica só olhando visão no quadro de lousa sem entender nada para onde vai , de vem , como acontece etc , isso a gente não vai aprender nada nos conhecimento para futuro, OS PAIS QUERES FILHOS SURDO NA ESCOLA NORMAL , MAS NAO SABE FILHOS ESTA PASSANDO, QUEREMOS ESCOLA PARA SURDOS,

    Patrick Souza da silva 07/07/2021
    0
  • Ponto positivo: Olá! Nós surdos estamos lutando ensino bilíngue para surdos, que seja escola para surdos de criança ensino infantil a até ensino médio ou superior. Para que possam ajudar surdos conhecer nossos conhecimentos. É DIREITOS DOS SURDOS, juntos somos mais fortes nessa luta s, pois surdos são incríveis e especiais

    Patrick Souza da silva 07/07/2021
    1
  • Ponto positivo: Alcançar condições de acessibilidade significa conseguir a equiparação de oportunidades em todas as esferas. Isso porque as condições estão relacionadas ao ambiente e não às características da pessoa.

    Yeda Maria Gennari 02/07/2021
    0
  • Ponto negativo: O problema do surdo não é a surdez em si, mas sim a maneira como a sociedade lida com ela.

    Yeda Maria Gennari 02/07/2021
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    Dispõe sobre o piso salarial do profissional Farmacêutico.

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei