Enquete do PL 1974/2021

Resultado

Resultado parcial desde 26/05/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 634 98%
Concordo na maior parte 8 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 8 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Amplia a participação masculina nos cuidados e formação das crianças.

Tamiris Crepalde 07/09/2021
21

Deveria ser 180 dias para todas as mamães,pois é tão triste ter que volta a trabalhar com 4 meses e o bebê começar a introdução alimentar antes do tempo ?????? Na minha opinião 120 dias com o bebê é muito pouco ?? Deveria voltar a 6 meses com o bebê , para ter a rotina certa ! Fora que a mãe tbem fica super cansada pois tem que fazer suas tarefas de casa ,cuidar do bebê , trabalhar , acorda de madrugada para dar de mamar e acordar cedo para trabalhar ! #VOLTA6meses !!! #6meses !!!!!!????????

thalita cardoso 12/02/2023
18

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

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  • Ponto positivo: Esse resultado parcial é uma mostra da opinião pública que a Chris Tonietto finge querer escutar apenas no intuito de atrasar/dificultar a aprovação do projeto. Sempre o PL! Sempre essa corja!

    RICARDO MORAES DOS REIS 06/11/2025
    0
  • Ponto positivo: A criança é 100% de responsabilidade da mãe e 100% de responsabilidade do pai também! O pai tem sim que estar disponível para cuidar do bebê nesse momento, o que vai gera maior conexão entre pai e filho, melhora da saúde mental de ambos e maior amparo à criança. É fundamental para o bebê ser amamentado por, no mínimo, 6 meses de forma exclusiva e isso só é possível com o aumento da licença maternidade para 6 meses. Diminuição da desigualdade de gênero também acontecerá com essa lei.

    Aliny Pautz Sunderhus 24/02/2024
    2
  • Ponto positivo: O Projeto de Lei proporciona condições para que os homens - pais - assumam em maior grau o cuidado com os (as) filhos (as), o que pode também ajudar na superação das desigualdades de gênero no Brasil.

    Paulo Tavares Mariante 14/09/2023
    4
  • Ponto positivo: Espero que não seja tão demorada essa aprovação, pois precisamos desse direito. Os 120 dias são incompletos e causam uma preocupação tremenda para quem precisa retornar ao trabalho, já que a criança passará o dia na creche. Tendo em vista ainda todo o estimulo que temos na gestação para amamentar exclusivamente até os 6 meses e contraditoriamente ter que interromper de certa forma com 4 meses para retornar ao trabalho. Sou da área da saúde e é muito frustrante passar por isso. #180dias #DIREITO

    rafaela silva fernandes luiz 01/07/2023
    9
  • Ponto positivo: Saúde: Impacta positivamente a saúde mental dos pais, mães, crianças e outros responsáveis. Isso gera mais produtividade. A criança tem maior atenção e cuidado dedicado ao seu crescimento físico. social e intelectual. Economia: Ampliação da força de trabalho. Redução na mortalidade infantil e conseguente diminuição de casos a serem investigados pela polícia. Cultura: Amparo pleno ao desenvolvimento da criança; Responsabilização efetivamente compartilhada pelo desenvolvimento infantil.

    Amanda Alina da Cruz Silva 06/04/2023
    6
  • Ponto negativo: Deveria ser 180 dias para todas as mamães,pois é tão triste ter que volta a trabalhar com 4 meses e o bebê começar a introdução alimentar antes do tempo ?????? Na minha opinião 120 dias com o bebê é muito pouco ?? Deveria voltar a 6 meses com o bebê , para ter a rotina certa ! Fora que a mãe tbem fica super cansada pois tem que fazer suas tarefas de casa ,cuidar do bebê , trabalhar , acorda de madrugada para dar de mamar e acordar cedo para trabalhar ! #VOLTA6meses !!! #6meses !!!!!!????????

    thalita cardoso 12/02/2023
    18
  • Ponto positivo: Gente, trabalho em diversidade dentro da área de RH e a discussão de licença parental é ainda mais importante para mim, porque tenho colaboradoras dentro das embarcações que podem vir a engravidar e sofrer abortos devido a carga de trabalho. Peço que dediquem um olhar especial para as mulheres que realizam trabalhos operacionais marítimos ou terrestres de esforço braçal.

    Luísa Helena Santos de Moura 12/01/2023
    7
  • Ponto positivo: Considerando que o entendimento acerca da concessão das licenças maternidade e paternidade gira em torno da integral proteção do recém-nascido e que o próprio estatuto da licença paternidade exclui do pai o contato com o infante, é mais do que justo que o presente projeto siga. Ademais, o projeto acolhe os novos modelos familiares, cuja falta de amparo do legislativo é, no mínimo, vergonhoso.

    Luan Costa 05/05/2022
    5
  • Ponto positivo: Extremamente necessário. A Organização Mudial de Saúde recomenda aleitamento materno exclusivo até os 6 meses, com benefícios sociais, econômicos, financeiros, redução de gastos do sistema de saúde e muitos outros comprovados, e isso não é possível sem uma rede de apoio ativa e se a mulher precisa retornar ao trabalho após 4 meses (garantido por lei hoje). E que o próximo passo seja um auxílio parental global, que abranja também os desempregados, autônomos... o Brasil só vai ganhar com isso

    Gabrielle Sauini 04/01/2022
    5
  • Ponto positivo: Essa lei seria ideal, inclusive para casais que utilizam de barriga solidária (útero por substituição) para mulheres inférteis e para casais homoafetivos, que atualmente só conseguem a licença através do judiciário, pois existe ausência de lei.

    MARCOS SIQUEIRA DIONISIO 14/12/2021
    4
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

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  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

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