Enquete da PEC 14/2021

Resultado

Resultado parcial desde 25/05/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 25.655 98%
Concordo na maior parte 215 1%
Estou indeciso 27 0%
Discordo na maior parte 42 0%
Discordo totalmente 290 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Boa tarde O Agente comunitário de saúde, esta sempre a frente, pois quem chega primeiro nas casas é o ACS. Ele que ajuda as pessoas que informa dando orientação precisas. Que ajuda as pessoas idosas e com comorbidades. Ele muitas das vezes se preciso for é recepcionista, enfim, faz campanhas de vacinas, campanha do agasalho. E outros trabalhos que não mede esforços para fazer. E que antes da pessoa chegar na unidade de saúde seja com covid, gripes e outras comorbidades ele esta lá.

Varleti Farias 03/06/2021
767

Vocês já perceberam que está cheio de colegas que já poderiam e tem o direito de se aposentar mas não o faz, Por que muitos estão se aposentando com salário mínimo, ou então não querem perder renda por que diminui o salário e preferem continuar trabalhando. Pra não diminuir a renda e agora com essa pandemia, muitos preferem não se aposentar pra não perder renda. É preciso *melhorar o valor da aposentaria final, senão a categoria não se aposenta, ah não ser por doença, so sal

Kell Silva 27/05/2021
390

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Exibindo resultados 1 a 10 de 634 encontrados.

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  • Ponto positivo: Os ACS são a base viva do cuidado no Brasil. São eles que estão todos os dias dentro das comunidades, conhecendo de perto a realidade das famílias, acompanhando gestantes, idosos, crianças. Os ACS são pontes entre o sistema de saúde e a população, levando informação, prevenção e acolhimento. A PEC 14 valoriza os ACS, garantindo mais dignidade e reconhecimento. Mais do que direitos trabalhistas, fortalece todo o sistema de saúde. Investir nos ACS é investir em um SUS mais humano e eficiente.

    ANA CLARA HENRIQUES GOMES 18/03/2026
    2
  • Ponto positivo: Agentes comunitários de saúde e de combate às endemias são essenciais, principalmente durante a covid-19, monitorando famílias e prevenindo surtos. Mesmo assim, enfrentam condições precárias. Valorizar e proteger esses profissionais fortalece o SUS, como propõe a PEC 14/2021.

    LUIS HENRIQUE QUEIROZ DE SOUZA 07/10/2025
    7
  • Ponto negativo: Essa PEC 14 vem de uma instituição que não representa os mais de 400 mil ACS e ACE do Brasil. Ela só ven para atrapalhar a tramitação do PL 185 que irá regulamentar a aposentadoria especial que, pois todas as outras coisas que essa PEC destaca nós ACS e ACE já temos direito na EC 120/22 , e no momento essa PEC 14 só vem para atrapalhar!

    JAIRO DOS SANTOS GUNDIM 07/10/2025
    2
  • Ponto positivo: Ponto positivo por que com concursos públicos o trabalhador/a tem estabilidade trabalhista, pode criar vínculos e confiança com os usuários dos serviços de saúde , e os mesmos não serão manipulados com indicação política/ apadrinhamento de políticos com más intenções de interesses particulares, e que os concursos públicos sejam expadidos para os outros profissionais de saúde e educação! VIVA O SUS!

    MARIA HELENA CONDOTO 06/10/2025
    4
  • Ponto negativo: Essencial? Nunca foi. Tanto faz ter ou não ter.

    VINICIUS SILVA JULIO 04/10/2025
    1
  • Ponto positivo: Faz-se justiça a uma categoria-chave ao SUS e certamente a população atendida por esses bravos profissionais de saúde sai ganhado com a melhoria dos serviços prestados.

    CARLOS ALBERTO SIMAS BORGES 03/10/2025
    4
  • Ponto negativo: Como pode ter regra de transição para uma aposentadoria especial, do jeito que está aí não vai ter vantagem nenhuma para os acs e ace, replicou a reforma da previdência de 2019.

    UBIRATAN DE PAIVA MELO 03/10/2025
    4
  • Ponto negativo: Nunca foi essencial. Salvo aqui em São Paulo o PAI esse sim faz diferença na vida dos idosos. Já pro restante. Você que não vá na UBS marcar sua consulta não. Tinha que ter era uma vistoria nas casas, com a população pra ver se fazem algo relevante. Mas como os valores estão invertidos nesse mundo, é claro que vão aprovar.

    JACIONARA FERREIRA DA SILVA 02/10/2025
    2
  • Ponto positivo: CARTA ABERTA EM DEFESA DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE Eu, Agente Comunitária de Saúde há 23 anos, venho a público expressar minha indignação diante da negligência histórica com a nossa categoria, que, mesmo sendo a linha de frente do Sistema Único de Saúde (SUS), sofre com o abandono, o adoecimento e a desvalorização. Mesmo diante da carência de políticas públicas efetivas nas áreas de saúde, educação e segurança, seguimos cumprindo com compromisso e responsabilidade nossa missão.

    JULIANA MAGALHAES DOS SANTOS 10/06/2025
    10
  • Ponto positivo: Boa tarde sou agente comunitário de saúde em zona rural e difícil acesso Casas longe uma da outra, pessoas com muita vulnerabilidade sem saneamento básico são pessoas que precisam de mais atenção. Pós são delas que vem o alimento que estão em nosso mesa,. Faço visitas de moto muitas das vezes sou entregador pois preciso levar remédio até mesmo suprimentos. A vida de uma ACS não é fácil por muitas das vezes brigamos e choramos juntos amo minha profissão só gostaria de ser mais valorizada

    SIMONE DE LOURDES CARVALHO DA SILVA 24/05/2025
    6
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.