Enquete do PL 1947/2021

Resultado

Resultado parcial desde 25/05/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 4 7%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 4%
Discordo totalmente 61 88%

O que foi dito

Pontos mais populares

O direito ter que ser igual para todos. Privilégios tem q acabar.

Roberto Medeiros 20/07/2021
1

DISCORDO totalmente. Então é só dizer que é homossexual que terá a prioridade?? Affe me poupe. Prioridade mesmo deve manter os que já estão e incluir pessoas portadoras de deficiências cuja mobilidade requer companhia no dia a dia. Temos um déficit habitacional alto no Brasil, por isso a questão da moradia não pode priorizar um grupo só. Se for parar para analisar, existem vários grupos requerendo e necessitando da prioridade da moradia. Sou contra sim, isso pode gerar várias fraudes.

Fernandoces Empreendedor Bem estar food 20/07/2021
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 17 encontrados.

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  • Ponto positivo: Eu concordo com o PL, tendo em vista que até hoje não se tem um único caso de família homoafetivo que tenha sido contemplada por projeto habitacional no país inteiro, então nada mais justo que garantir igualdade a todos como nos garante a constituição, e casais homoafetivo também tem filhos e devem ter o mínimo de dignidade. Respeitem e reflitam.

    Allan Oliveira Silva 11/10/2022
    0
  • Ponto negativo: Ninguém tem que ter prioridade por causa de opção sexual, mas sim pela sua renda.

    Paola Iwata Zalnierukynas 23/07/2021
    0
  • Ponto negativo: Quebra do critério ISONOMIA!

    Ricardo Barros 21/07/2021
    0
  • Ponto negativo: A Constituição garante igualdade a todo cidadão, não deve haver prioridade levando em cosidaração etnia, crença, orientação sexual ou quaisquer outras variantes que não sejam a cidadania.

    Id Nasry 21/07/2021
    0
  • Ponto negativo: Ninguém deve receber privilégios mediante a sua orientação sexual.

    Nícolas Eduardo Castro Lima 21/07/2021
    0
  • Ponto positivo: Todos são iguais perante a lei! Criar diferenças de tratamento só cria divisão social e caos. A lei sempre!

    Eduardo Cesario da Silva Ricci 21/07/2021
    0
  • Ponto negativo: Acho que o fator de preferencia na participação do programa deve ser a situação financeira das pessoas que necessitam, independente de cor, raça, credo, opção sexual, etc.

    Sefora Fernandes 20/07/2021
    0
  • Ponto positivo: A constituição brasileira já garante direito igualitário para todos.

    José Pontes dos Santos 20/07/2021
    0
  • Ponto negativo: Casal homo não gasta com filhos, portanto tem renda mais alta, não precisam desse estímulo. Já casais que tem filhos, tem altas despesas.

    Raq Tzu 20/07/2021
    0
  • Ponto negativo: Isso é preconceito! Não existe outra palavra pra isso além de preconceito, assim como é preconceito favorecer mulheres nisso. Sem contar Que qualquer um pode se declarar homossexual para se beneficiar nisso

    Matheus 20/07/2021
    0
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  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  3. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 1001/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas à política fundiária e à reforma agrária, extinguindo o INCRA, e dá outras providências.