Enquete do PL 1896/2021

Resultado

Resultado parcial desde 20/05/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 25 1%
Concordo na maior parte 3 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 14 0%
Discordo totalmente 3.168 99%

O que foi dito

Pontos mais populares

Essa PL representa um retrocesso dada a importância do profissional farmacêutico na assistência ao paciente. MIP's também oferecem riscos quando utilizados sem orientação.

RAFAÉLA CRISTINE COBOS 31/05/2021
13

A população é altamente carente de informação sobre medicamentos, sendo mesmo os medicamentos isentos de prescrição diariamente associados à graves efeitos adversos causados pelo uso indevido. Nesse sentido, é imprescindível a presença do farmacêutico no comércio de medicamentos para que haja uma correta orientação e prescrição dos medicamentos que lhe cabem dentro dos aspectos éticos e legais.

Darlan Brasileiro 07/06/2021
11

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 456 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Lugar de Medicamentos é na farmácia com farmacêutico presente para nos ajudar! Sem falar que já temos muitas farmácias! Não podemos confundir alimentos com medicamentos!

    Samuel Ferreira 18/05/2022
    0
  • Ponto negativo: Medicamentos e insumos farmacêuticos tem que está sobre a responsabilidade do profissional farmacêutico!! Medicamento não é brinquedo!

    Bia Cruz 21/09/2021
    0
  • Ponto negativo: Medicamento não é doce ou suco... Mesmo sendo isento de prescrição, não significa isento de riscos! Ab$$$$urdo esse PL.

    Sheila Cristina 29/07/2021
    0
  • Ponto negativo: inadmissível, problemas relacionados a medicamentos aparecem principalmente no uso indevido desses medicamentos, ai está a importância que medicamentos somente sejam comercializados em drogarias e com supervisão do farmacêutico.

    joao rodrigues 22/07/2021
    0
  • Ponto negativo: Saúde e medicamentos não são meras mercadorias; é necessária a atenção do Farmacêutico aos se dispensar tais produtos.

    Assinante 29/06/2021
    2
  • Ponto negativo: Inadmissível!

    Joyce Cunha 29/06/2021
    1
  • Ponto positivo: Isso é inadmissível, lugar de medicamento é na farmácia aos cuidados do Farmacêutico.

    Dalila Heleno 29/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Todo medicamento de uso com receita e sem receita médica, tem q ter farmacêutico para orientar o sei uso , vender livremente sem farmacêutico impossível, vai contra princípios da saúde e muito perigoso , já imaginou o tanto de intoxicações e efeitos alérgicos que irão ocorrer com a população.

    Serginho Mac 29/06/2021
    2
  • Ponto positivo: Essa PL é um desserviço para a população. O intuito dessa PL é quato pior, melhor ? Metade da população se automedica, com medicamento vendendo em supermercado sem orientação esse índice vai aumentar e consequentemente os danos a saúde das pessoas, que vai leva mais prejuízo para estados e município, o único benefíciados com isso será as indústrias farmacêuticas. Para a população não vejo nenhum benefício.p

    Rhuan Martins 29/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Possibilitará a ter pessoas que não terão orientação sobre o uso correto dos medicamentos e ainda incentivará a automedicação.

    Tania Maria Lemos Mouço 29/06/2021
    1
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.