Enquete do PL 1821/2021

Resultado

Resultado final desde 17/05/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 327 95%
Concordo na maior parte 13 4%
Estou indeciso 2 1%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

A nossa profissão é de total importância para o fortalecimento do SUS.

Vinicius Aguiar Alcântara Sivan 04/04/2022
11

O órgão competente do art. 8 deve ser o Ministério da Saúde, sendo a profissão privativa da área da saúde para ficar em concordância com a "c" alínea XVI do art. 37 da constituição federal.

Marcela Mendonça 24/06/2021
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 29 encontrados.

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  • Ponto negativo: O Projeto de Lei 1821/2021 não menciona a formação em Saúde Mental Coletiva como qualificadora para atuação como Sanitarista, conquista esta implementada pelo Movimento do Reforma Psiquiátrica, tornando os profissionais egressos destes cursos os mais aptos a discutirem, na perspectiva da Saúde Coletiva, a Saúde Mental no Sistema Único de Saúde -SUS.

    Ramon Sena de Jesus dos Santos 10/04/2023
    0
  • Ponto positivo: Penso que muitos profissionais trabalham na Vigilância Sanitária com graduação em outras áreas, no entanto esses profissionais deveriam receber também o título de Sanitarista mediando um curso de habilitação com uma carga horária menor.

    Jose Leones Rodrigues 28/12/2022
    1
  • Ponto positivo: A lei fortalecerá e consolidará essa profissão tão importante para o sistema público de saúde, bem como para a saúde da sociedade como um todo, pois o sanitarista é pessoa fundamental para sanar problemas de saúde, articular decisões, programar ações, definir estratégias, entre tantas outras coisas. Avante! Viva o SUS!

    Dirley Cavalcante 24/10/2022
    6
  • Ponto positivo: A inércia legislativa em regulamentar a profissão do sanitarista tem causado graves transtornos ao exercício regular da profissão. Precisamos que a CCJ dê continuidade em caráter urgente a aprovação desse projeto de Lei, pelo bem do SUS e de todos os sanitaristas do Brasil.

    Carlos Mariz 14/06/2022
    6
  • Ponto positivo: A nossa profissão é de total importância para o fortalecimento do SUS.

    Vinicius Aguiar Alcântara Sivan 04/04/2022
    11
  • Ponto positivo: Os Sanitaristas são profissionais qualificados para atuação no sistema público de Saúde e já atuam há anos sem a devida regulamentação o que vem prejudicando tais profissionais. A regulamentação será um grande avanço na defesa do SUS.

    Karla Gouveia 01/09/2021
    6
  • Ponto positivo: Esse projeto de lei deve ser aprovado e substituído pela lei o mais breve possível. Existem profissionais precisando dessa regulamentação pois estão tendo que deixar seus empregos, o SUS precisa dos sanitaristas. Muitas universidades e faculdades formando profissionais sanitaristas sendo a profissão não regulamentada. É muito delicado o que tem acontecido. Sanitárista e uma profissão privativa da saúde sim e será regulamentada.

    Fernanda eskinazi 31/08/2021
    5
  • Ponto positivo: Os Sanitaristas já atuam no sistema de saúde há muito tempo.Acredito que é um grande avanço na defesa do SUS e consequentemente da Saúde Pública a regulamentação desta profissão.

    Jeciane Araújo de Albuquerque Costa 29/07/2021
    3
  • Ponto positivo: Infelizmente, o Sanitarista já atua sem uma regulamentação. Precisamos dessa lei para garantir o reconhecimento da profissão e seguir com novas oportunidades de trabalho.

    Tiago Cepas Lobo 14/07/2021
    8
  • Ponto positivo: Dessa forma teríamos profissionais formados para atuarem na gestão do SUS de maneira qualificada, guiados pelas evidências científicas e com bases nos princípios e diretrizes do SUS. Acredito que é um grande avanço na defesa do SUS e consequentemente da Saúde Pública a regulamentação desta profissão que já atua no sistema de saúde

    Rodrigo Souza 24/06/2021
    5

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), para tipificar como contravenção penal a reincidência na condução de veículo com modificação destinada à emissão maior de ruído.

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).