Enquete do PL 1785/2021

Resultado

Resultado final desde 12/05/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 416 100%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

O aumento da bolsa permanência, conforme previsto no PL em questão, é de suma importância para a permanência de muitos estudantes em suas universidades, inclusive eu. Visto que há 8 anos o valor não sofre reajuste o que o torna totalmente discrepante da atual situação econômica do país.

Maria de Fátima 12/05/2021
31

Se os cidadãos não conseguirem entender a luta diária de um aluno de baixa renda se manter nos estudos eu não sei mais o que eles podem entender sobre a sociedade

Francisco Henrique 14/05/2021
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 28 encontrados.

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  • Ponto positivo: Concordo! Muitos estudantes estão enfrentando dificuldades para se manter com o valor recebido atualmente. Precisamos de reajuste já!

    Bruna Faria Martins 27/01/2023
    0
  • Ponto positivo: Mais do que necessário o reajuste depois de todos esses anos e das alterações do custo de vida e inflação. Impossível se manter na faculdade com 400 reais, não dá nem para alimentação

    Giordana Fioreze 17/11/2022
    0
  • Ponto positivo: Já passou da hora de alguém perceber essa necessidade. A cada ano os custos aumentam e a bolsa não é reajustada. Totalmente favorável ao aumento.

    Alexandre Alves Porfirio Vieira 07/10/2022
    7
  • Ponto positivo: Concordo! Atualmente isso está sendo um pseudoauxílio, pois não deve auxiliar nada nos tempos de hoje (por conta da inflação). Eu estudo pelo ProUni, mas meu curso não está no auxílio por conta das horas mínimas exigidas, mas seria bom se todos os cursos, com bolsa de 100/100, pudessem participar do Bolsa Permanência, mas, por enquanto, seria excelentíssimo aumentar o auxílio para a galera que estuda integralmente, pois devem sofrer muito com os custos.

    Glemselens Elv 09/08/2022
    3
  • Ponto positivo: Sou aluna do Prouni na PUCRS e é impossível manter alimentação e transporte, quem dirá aluguel. Essa ajuda de custos é muito pouca tendo em vista os valores das coisas. É triste ter que viver assim.

    Janaína Costa Canarim 18/03/2022
    7
  • Ponto positivo: Sou estudante do prouni, saí da minha cidade natal para fazer uma faculdade de período integral, logo não consigo trabalhar. Posso afirmar com todas as letras que 400 reais mal custeia o valor da alimentação, minha mãe precisa mandar metade do salário (mínimo) que ela recebe para que eu consiga estudar. O valor atual não oferece o mínimo de dignidade ao estudante de baixa renda.

    douglas felipe 22/11/2021
    7
  • Ponto positivo: Sou bolsista ProUni em faculdade particular, e para mim tem sido quase impossível manter o mínimo. O transporte já me consome quase metade desse valor, a alimentação fica difícil e as outras contas e material ficam sem condições

    Ana Paula Santos 22/11/2021
    8
  • Ponto positivo: Os alunos precisam alem da vaga na faculdade, conseguir ficar na cidade onde passaram. Faz 9 anos sem reajuste. Deveria estar bem mas agr. A inflação está muito grande. É necessário esse reajuste.

    Felipe Rangel Godinho Gomes 22/11/2021
    5
  • Ponto positivo: Esse aumento é de extrema importância,pois muitos estudantes precisam sair da sua cidade natal para estudar e arcar com aluguel, água, luz, internet, Alimentação e transporte. Esse valor atual - R$400- torna- se insuficiente para custear todos os gastos.

    Danielle Xavier 27/10/2021
    7
  • Ponto positivo: Esse aumento é extremamente necessário, para garantir pelo menos o custeio básico da vida do estudante bolsista, muitos dependem totalmente desse valor

    Pedro Henrique Gomes da Silva 06/10/2021
    7

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.