Enquete do PL 1753/2021

Resultado

Resultado parcial desde 10/05/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 6 4%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 1%
Discordo totalmente 149 95%

O que foi dito

Pontos mais populares

Funcionam de verdade! É o serviço público mais eficiente e confiável do Brasil(pesquisa Datafolha). Custam zero reais ao governo e ainda está sendo fonte de arrecadação do Poder Judiciário via taxa de fiscalização, aliviando repasses do executivo ao Judiciário. Pagam alíquota máxima de imposto de renda, pagam ISS ao município, geram emprego formal em todos os municípios do Brasil. Fazem inúmeros registros gratuitos, garantindo cidadania. Precisa é que tenha concursos!

Lorena Pires 12/05/2021
31

Fere autonomia tributária dos Estados. Cartórios são os serviços públicos mais confiáveis e eficientes do Brasil!

Lorena Pires 12/05/2021
24

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Além de tudo, projeto claramente Inconstitucional!!

    Carlos Eduardo Vilalta Ferreira 03/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Cartórios são delegações exercidas em caráter privado, com custo ZERO aos cofres públicos!

    Carlos Eduardo Vilalta Ferreira 03/06/2021
    0
  • Ponto negativo: A maioria dos cartórios do País já não tem a mínima condição de estrutura e de manter a prestação de um bom serviço público à população. Mais uma "aberração" desses Deputados que não sabem nada sobre segurança jurídica, que essencial ao Estado de Direito. Tem que diminuir os custos com os Deputados (513), "O valor mensal da verba de gabinete é R$ 111.675,59, de acordo com o Ato da Mesa 117/2016. A verba é destinada ao pagamento de salários dos secretários parlamentares (SP), etc.

    Carlos Eduardo Vilalta Ferreira 03/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Cada estado da federação tem sua realidade econômica, além de ser uma proposição inconstitucional, é um contrassenso. Tal limitação demonstra total incompreensão do sistema notarial e registral, que atua em regime privado sob delegação. O efeito significará inviabilidade financeira para serventias onde o custo do serviço é elevado.

    Maria Amália Aldana 19/05/2021
    0
  • Ponto positivo: Os cartórios são sistematicamente sabatinados, testados pela opinião pública dos 27 entes federativos e figuram comprovadamente entre os serviços públicos mais confiáveis e eficientes do País.

    Marcos Paulo Rodrigues Morais 15/05/2021
    0
  • Ponto positivo: A homogeneização fere a autonomia dos estados e seus tribunais

    Carlos A P Leite Filho 13/05/2021
    0
  • Ponto positivo: Os cartórios são essenciais para garantir segurança jurídica de muitos atos praticados pelos cidadãos.

    Carlos A P Leite Filho 13/05/2021
    1
  • Ponto negativo: Repito uma frase já dita. " Fere autonomia tributária dos Estados. Cartórios são os serviços públicos mais confiáveis e eficientes do Brasil!"

    lucasval valle 13/05/2021
    1
  • Ponto positivo: Funcionam de verdade! É o serviço público mais eficiente e confiável do Brasil(pesquisa Datafolha). Custam zero reais ao governo e ainda está sendo fonte de arrecadação do Poder Judiciário via taxa de fiscalização, aliviando repasses do executivo ao Judiciário. Pagam alíquota máxima de imposto de renda, pagam ISS ao município, geram emprego formal em todos os municípios do Brasil. Fazem inúmeros registros gratuitos, garantindo cidadania. Precisa é que o concurso seja acessível a todos

    Eduardo Oliveira 13/05/2021
    1
  • Ponto negativo: É uma delegação exercida em caráter privado. As despesas são do titular do cartório que normalmente investe muito na estrutura. Não tem sentido limitar porque os encargos são do titular, diferente de um cargo público.

    Fernanda 13/05/2021
    0
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.