Enquete do PL 1613/2021 (Nº Anterior: PLS 415/2015)

Resultado

Resultado final desde 29/04/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 7 1%
Concordo na maior parte 2 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 6 1%
Discordo totalmente 655 98%

O que foi dito

Pontos mais populares

Discordo! Os políticos NÃO podem decidir o que não lhes compete. NÃO podem passar por cima da ANVISA,simplesmente por picuinhas infantis. Esse projeto NÃO pode passar do jeito que está.

Claudia Celestino 23/02/2022
45

Discordo na maior parte... medicamentos NÃO autorizados pela ANVISA! Como assim? A Anvisa não é agência responsável para liberação de medicamentos? DISCORDO do projeto por políticos estarem invadindo ou pretendendo invadir competência para a qual não têm especialização!

ElianaPeixoto 05/08/2021
18

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 23 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Apoiado! Nós #PacientesDeLúpus necessitamos e fazemos uso de medicamentos #OffLabel há muitos anos, exemplo disso é o medicamento #MicofenolatoDeSódio que na bula só está prescrito que é para transplantados e eu graças a Deus tomei ele por 3 anos para tratar a #NefriteLúpica mesmo eu não sendo transplantada. Nós pacientes de #Lúpus #DoençasReumáticas #DoençasAutoimunes #DoençasRaras, fazemos uso de medicamentos off Label, é de suma importância que esse projeto seja aprovado. #BloggerLúpusLesLes

    Sandra Stel 04/03/2022
    0
  • Ponto positivo: Todo medicamento só pode ser usado após comprovada sua eficácia. Qualquer medida fora desta lógica coloca em risco a vida e beneficia a indústria farmacêutica com seus lobistas cada dia mais ricos e quem paga a conta é a população.

    Carlos Rufino 25/02/2022
    0
  • Ponto positivo: Pontos negativos: teremos que engolir medicações e tratamentos ineficazes porque isso beneficia a política. Pontos positivos: nenhum!

    Keila Zaniboni Siqueira Batista 24/02/2022
    2
  • Ponto negativo: O número de mortos com a sanha política, durante a COVID, ainda não foi suficiente? É muita perversidade por parte dos políticos mais privilegiados do mundo! No Brasil, político virou classe social antipovo. Incrível!

    Eduardo S Santiago Queiroz 24/02/2022
    5
  • Ponto negativo: É inominável o que isso significa: de salvo- conduto para gestores incompetentes e médicos antiéticos ao empobrecimento maciço da qualidade do serviço de saúde provido a quem mais precisa. Mais uma facada nas costas do brasileiro que já não tem mais pra onde correr. Essa é uma decisão manchada de sangue. Eleitores conferiam como votou cada um dos deputados. GUARDE ESSA LISTA. OUTUBRO DE 2022 É LOGO ALI.

    Cristiane Gopfert 23/02/2022
    1
  • Ponto positivo: A soberania da nação só é exercida quando se respeita a soberania e o bem do povo. Esse projeto beneficia grupos políticos que possuem influência sob o setor privado de saúde e farmacêutico.

    João Penno 23/02/2022
    1
  • Ponto positivo: É necessário ampliar o acesso e facilitar um que o acesso seja cada vez mais amplo aos brasileiros. Continuamos na luta e sempre.

    Cristhiane Alvim Valente 23/02/2022
    0
  • Ponto positivo: A Anvisa deve ser independente e não ter influência política!! Absurdo!

    Milena Gabriel 23/02/2022
    0
  • Ponto positivo: ANVISA deve ser livre de interferência política, é uma PL ridícula essa.

    Mauricio Marques dos Santos 23/02/2022
    0
  • Ponto negativo: Em nada vai nos favorecer essa politicagem com saude pública brincando com a saude dos nossos

    João Lucas Paiva Patrício 23/02/2022
    7

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.