Enquete do PL 1578/2021

Resultado

Resultado parcial desde 28/04/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2.537 98%
Concordo na maior parte 47 2%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 6 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Somos umas das poucas categoria profissional que não possui um diferencial na carga horária e no salário base. É totalmente incompreensível ter baixo salário base e carga horária de 44 horas semanal. Somos profissionais importante para a população e merecemos o reconhecimento.

Vanessa Vieira Malaguti 16/05/2021
95

É necessário ampliar o projeto, visto que ele só menciona nutricionistas que trabalham em hospitais. Os nutricionistas atuam em diversas áreas e carecem da mesma valorização profissional e salarial. Só para exemplificar há nutricionistas atuando em clínicas de longa permanência, psiquiátricas, na alimentação escolar, em política de vigilância nutricional como o Sisvan, entre outras.

Lucilene Bertoldo 17/05/2021
187

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 171 encontrados.

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  • Ponto negativo: Deve-se abranger todas as áreas da nutrição que são igualmente desvalorizadas. Além disso essa PL já se arrasta por muito tempo, os conselhos, sindicatos e até mesmo os próprios nutricionistas estão acomodados frente ao descaso com que somos tratados.

    Jessica Caroline Lopes 10/01/2023
    0
  • Ponto positivo: Os nutricionistas são extremamente desvalorizados, as atribuições do nutricionista sejam elas em UAN, hospital ou ambulatório são inúmeras, importantes e de grande responsabilidade, em uma jornada de 44h semanais os profissionais ficam esgotados física e mentalmente, não tendo condições de executar seu trabalho com excelência e ainda sim são mal remunerados, sendo por muitas vezes necessário estabelecer mais de um vínculo ou área de atuação. Isso precisa mudar!!

    Jessica Caroline Lopes 10/01/2023
    0
  • Ponto positivo: O profissional de nutrição carrega muitas atribuições e responsabilidades, é de extrema importância a aprovação da PL para garantir mais qualidade de vida e valorização profissional. Todas as áreas da nutrição merecem ser valorizadas

    Fabiane 29/11/2022
    0
  • Ponto positivo: Merecemos respeito! Somos profissionais dedicados e trabalhamos com amor e dedicacao. Algumas ofertas de salários para nossa categoria chegam a ser imorais! Muitas vezes é de um salário minimo para 20 horas semanais. Absurdo! Conto com o bom censo de todos os votantes para q possa ser atendida a PL do Deputado Alexandre Frota.

    Tereza Cristina Cabral de Melo 19/09/2022
    0
  • Ponto positivo: Tem q haver a aprovação imediata desse piso, é um absurdo essa enrrolação para formar uma comissão, é uma desvalorização absurda.

    Cinthia Rodrigues Rezende 03/09/2022
    1
  • Ponto positivo: É urgente avançar nesta pauta, pois argumentos não faltam que justifiquem a necessidade de adequação da jornada de trabalho e remuneração básica do profissional nutricionista.

    Lisandréa da Conceição Caetano 09/08/2022
    2
  • Ponto positivo: É preciso valorizar a classe! Um salário compatível com a jornadada é o mínimo! Assim como a Vitória da Enfermagem, aguardo assim pela Vitória dessa classe que é tão fundamental!

    LAVINE CRISTINE RIBEIRO DA COSTA 08/08/2022
    1
  • Ponto positivo: Nós nutricionista merecemos um salário digno, pois nós dais de hoje os nossos salários são em torno de 1.000 a 1.500,00 reais acho um absurdo, e quando não aceitamos ainda questiona, você não vai querer mas tem quem quer.

    Thaís Coelho 08/08/2022
    0
  • Ponto positivo: Os nutricionistas vêm trabalhando em jornadas exaustivas de trabalho, acumulando várias funções, devido ao descumprimento dos parâmetros numéricos mínimos de referência da legislação e, ainda, com salários incompatíveis com suas (inúmeras) funções. Esse acúmulo de responsabilidade é danoso à saúde do profissional e dos usuários/pacientes aos quais ele atende, visto que é uma profissão da área da saúde, responsável pela VIDA das pessoas. Isto não deve ser negligenciado. Precisamos de apoio.

    Amanda Waleska Sedlmaier 08/08/2022
    0
  • Ponto positivo: Nós Nutricionista merecemos mesmoprlo trabalho que executamos. Sem desmerecer classe alguma, respeitando todas as outras. Mais Agentes de Saúde têm um reconhecimento enorme com reajuste salarial com mais 100% de aumento., Que chegam ganhar mais que nós. Absurdo você pagar a faculdade com muita dificuldade, passar as vez vontade de comer e não ter dinheiro. Devido pagar ônibus e outras coisas. E você se deparar com salário de r$ 1500 no mercado de trabalho. É desvalorizar muito o profissional.

    Wagner Coelho Cabe'lyzze 08/07/2022
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 4256/2019

    Altera a Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), para autorizar o porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos e aos oficiais de justiça.