Enquete da MPV 1045/2021

Resultado

Resultado final desde 28/04/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 133 1%
Concordo na maior parte 109 1%
Estou indeciso 42 0%
Discordo na maior parte 5.210 41%
Discordo totalmente 7.206 57%

O que foi dito

Pontos mais populares

Eu acho isso um absurdo ,os jovens são a geração desse mundo. Se houver essas mudanças ,muitos jovens não conseguirão ter oportunidade de trabalho e se eles não trabalharem ,os sonhos e projetos estarão mortos .

Aline Aparecida Santos 05/08/2021
123

REPUDIO REVOLTADO. Vota essas emendas da Mp 1045/21 Olhem para nos Intermitentes não temo direito a auxílio emergencial eu trabalho em escola e estamos afastados devido a pandemia trabalho neste contrato intermitente mas eu trabalho de segunda a sexta e ficamos de fora de receber qualquer ajuda do Governo nos precisamos de ajuda urgente pois estou sem receber nada desde janeiro deste ano. #auxiliopara intermitente.

MARCOS ALBUQUERQUE MARCELINO 06/06/2021
247

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 430 encontrados.

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  • Ponto negativo: Estou a 12 anos em só empresa e não penso em sair. Mas com essa MP o dono da minha empresa vai achar melhor mim demitir para contratar uma pessoa que custe menos para ele. Quando se fala que para abrir uma empresa no Brasil é burocrático até concordo. Mas daí tirar alguns direitos que durante anos com meu trabalho preservei com falso pretexto que é para gerar mais emprego o que vai ajudar na geração de emprego alterando a legislação do FGTS?

    Sergio Roberto 23/10/2021
    0
  • Ponto negativo: Oportunismo ensejar aproveitar uma MP criada em virtude da pandemia para fragilizar um setor tão vital.

    Jeane Fontoura 04/09/2021
    1
  • Ponto positivo: trabalho em contabilidade e vejo como a MP tem ajudado as empresas e os trabalhadores. Garante o emprego do trabalhador e ajuda as empresas a continuarem de portas abertas

    Yasmin Silva 03/09/2021
    0
  • Ponto negativo: Parece inacreditável que essa medida já esteja pronta pra ser aprovada no Senado Federal. Sabemos da dificuldade com a pandemia, mas usar isso para tirar direito do povo tão sofrido, é uma covardia!!! Pq os senhores não tiram 50% dos seus vencimentos? Que ainda sobra pra fazerem farra.

    Aldo César Souza Rodrigues 01/09/2021
    1
  • Ponto positivo: Mais uma MP que visa fragilizar os trabalhadores brasileiros com a pseudo justificativa de manter e/ou gerar empregos.

    Debora Pereira de Sousa 25/08/2021
    4
  • Ponto negativo: Mas também serviu como especulação financeira para muitas empresas reduzirem despesas com folha de pagamento sem a eventual necessidade. Deveria haver um critério mais rigoroso como por exemplo o superavit financeiro do exercício anterior. Obteve lucro líquido XX%, não poderia se valer das medidas. Agora a mini reforma trabalhista inserida é pra acabar de vez com a classe proletária no País! Estamos retrocedendo aos anos 80 aonde se trabalhava sem registro em carteira.

    Marcelo Santos 25/08/2021
    5
  • Ponto positivo: inicialmente a MP preservou empregos e complementou a renda.

    Marcelo Santos 25/08/2021
    1
  • Ponto negativo: Aproveitar uma medida provisória, criada, a princípio, devido a pandemia, e acrescentar a mesma, remoção permanente de direitos trabalhistas é uma atitude covarde com a população que trabalha e gera a riqueza desse país. Fragilizar o trabalhador com tais reformas não é uma boa solução ao desemprego, como já visto e provado através da recente reforma realizada em 2017 pelo governo anterior. NÃO A MP1045 E A "DEFORMA TRABALHISTA" QUE ELA TRAZ AO TRABALHADOR!

    Tiago Rodrigues 24/08/2021
    9
  • Ponto negativo: Retiradas de direitos não. Derrubem essa medida. É um pena que alguns pontos positivos da medida sejam revogados junto,. Mas a culpa disso é de quem a encheu de jabutis...

    Paulocunharocha Ze Paulo 23/08/2021
    4
  • Ponto negativo: Tem mais pontos negativos que positivos, já começa por aí. Retrocesso total de direitos garantistas dos trabalhadores. Classe extremamente sofrida que com o passar do tempo só vê direitos sendo excluídos. Essas reformas não trazem empregos, vide reforma de 2017.

    Monique Vasconcelos 23/08/2021
    0

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  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  3. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.