Enquete do REQ 78/2021 CE

Resultado

Resultado final desde 26/04/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 742 99%
Concordo na maior parte 4 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 2 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

É fundamental reconhecer a pluralidade linguística em nosso país e no mundo. A alteração na LDB de 2017, que retirou a possibilidade do ensino de línguas adicionais concentrando em apenas um único idoma, representa uma mutilação no lugar onde deveria haver amplitude de oportunidades de aprendizagem. Vivemos em um mundo cada vez mais dinâmico, diverso e plural. Limitar o conhecimento é contrário ao desenvolvimento social, econômico, cultural e tecnológico e obtuso em relação ao futuro.

Magaly 29/04/2021
18

Sou desfavorável à exclusão da língua espanhola na Educação Básica, porque os estudantes têm direito à pluralidade de oferta de línguas. Não sendo assim, a escola está sendo hegemônica, quando a educação deve ser plural

Marcia paraquett 28/04/2021
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 44 encontrados.

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  • Ponto positivo: Impor apenas 1 ou 2 línguas estrangeiras pré-definidas por lei é apagar História e Cultura do povo brasileiro. Diferentes línguas estrangeiras foram trazidas e são praticadas em nosso país, produziram e produzem saberes e competências. Se essas línguas forem excluídas da educação básica, esses saberes e competências serão apagados. É preciso que as diferentes realidades sejam consideradas nas escolhas e que estas sejam feitas pelos agentes que vivem nessas realidades.

    Claudia Maria Pereira de Almeida 04/10/2021
    3
  • Ponto positivo: Pesquisei e trabalhei com línguas adicionais em um projeto político linguístico no município de Niterói. A importância desse ensino para a vida dos alunos como prática emancipadora, principalmente para os periféricos, corrobora a relevância desse debate.

    Gilberto 08/06/2021
    7
  • Ponto positivo: Faz-se essencial a oferta plural de línguas a serem estudadas nas escolas brasileiras. O plurilinguismo é uma ferramenta de formação do indivíduo. Estudar Francês não contribui somente para a formação profissional dos estudantes, como também favorece à reflexão diante de conceitos humanitários e de bases sustentadoras da Democracia e da Solidariedade.

    Luiz Paulo 03/06/2021
    7
  • Ponto positivo: Línguas estrangeiras promovem pontes entre culturas diversas que favorecem reflexões, olhares e percepcões imprescindíveis na construção de saberes plurais, tão necessários à nossa sociedade.

    C Guilherme Sampaio 03/06/2021
    6
  • Ponto positivo: O Brasil faz fronteira com países de língua espanhol e de língua francesa. Temos herança de imigraçoes históricas, gerando colônias alemãs, italianas, holandesas... Além disso, nossos estudantes têm cada vez mais intenção de fazer intercâmbios pelo mundo. Portanto, o ensino de várias línguas é essencial, tanto para manter culturas locais, quanto para expandir as possibilidades para nossos estudantes em outros países, além de favorecer o intercultiralismo e a valorização e respeito à diversidade.

    Aline Lima 02/06/2021
    3
  • Ponto positivo: A LDB dizia que a escolha das LEs ficaria "a cargo da comunidade escolar, dentro das possibilidades da instituição." A imposição do Inglês como única língua obrigatória é um retrocesso gigantesco porque fecha portas para a pluralidade linguística. Muito além de um caráter utilitário, aprender línguas significa ampliar horizontes de percepção do mundo!

    João Marcos Reis de Faria 02/06/2021
    3
  • Ponto positivo: Há uma série de fatores que sustentam a escolha em aprender uma nova língua, que passa pela afinidade linguística, a herança cultural e a necessidade operacional. Então, cabe a quem deva realizar os estudos a escolha do mais lhe atrai.

    Isabel Cristina Guandalini Cilla 03/05/2021
    5
  • Ponto negativo: Há um grande movimento de descolonização que estamos vivenciando nas ciências sociais e, por consequência, nas sociedades ocidentais (e vice-versa). Reforçando esta perspectiva, é fundamental a aproximação linguístico-cultural do Brasil com outros países que estão se libertando ideologicamente dos países invasores. Citando um exemplo de enfraquecimento deste movimento: sem o ensino de língua espanhola como língua adicional nas escolas nos distanciamos dos países hispânicos da América Latina.

    Marcus Mussi 03/05/2021
    0
  • Ponto positivo: Se queremos crescimento do país, a educação é a base para isto. A obrigatoriedade de outra língua estrangeira, além do inglês, se faz necessário no cenário global, na busca da inserção de multinacionais de origem latino-iberica. Falar em Brasil, único país a falar português, na América do Sul e não pensar no fortalecimento do bloco econômico Mercosul, sem uma base na língua espanhola é absurdamente incoerente. Precisamos urgente intensificar a língua espanhola na educação básica.

    Eduardo Coriolano 02/05/2021
    2
  • Ponto positivo: É necessário a pluralidade linguística, pois moramos numa fronteira e se faz necessário essa interação para melhor desenvolvimento cultural, regional na cidade ou fora dela. S dúvida é um projeto necessário.

    Ingrid 02/05/2021
    4

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 1893/2026

    O Projeto de Lei 1893/26, do Poder Executivo, regulamenta a negociação das relações de trabalho no setor público e garante o direito à representação sindical de servidores e empregados públicos. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. A proposta se aplica à administração direta, autárquica e fundacional da União, dos estados e dos municípios, além de órgãos constitucionalmente autônomos, como o Ministério Público da União. O texto cria um marco legal para que sindicatos e governo negociem, de forma permanente e estruturada, temas relacionados às condições de trabalho no serviço público. A iniciativa regulamenta compromissos assumidos pelo Brasil ao ratificar a Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Como será a negociação Pelo projeto, a negociação entre o poder público e as entidades representativas dos servidores deverá ocorrer pelo menos uma vez por ano, em período a ser definido em regulamento. A exigência poderá ser dispensada quando houver acordo com vigência superior a um ano. O processo de negociação terá cinco etapas: definição do calendário e do cronograma; recebimento da pauta; instalação da negociação; assinatura do acordo; e divulgação do resultado. Cada Poder e órgão autônomo deverá instituir seu próprio processo de negociação. Estados e municípios regulamentarão o tema em ato próprio. Se não houver acordo, as partes poderão escolher, de comum acordo, um mediador. Ele atuará sem remuneração e não interromperá as negociações, salvo decisão contrária das próprias partes. Quando houver consenso, será firmado um termo de acordo com a identificação das partes, o objeto negociado, os resultados alcançados, as condições de implementação e o prazo de vigência. Os acordos dependerão de análise jurídica e da aprovação do chefe do respectivo Poder ou órgão autônomo. Licença remunerada A proposta altera o Estatuto dos Servidores da União para garantir licença remunerada ao servidor que exercer mandato em confederação, federação ou sindicato. Atualmente, a lei prevê licença sem remuneração. Já para quem desempenhar mandato em entidade fiscalizadora da profissão ou participar em cooperativa de servidores, a licença será sem remuneração. Durante o afastamento, o servidor manterá as garantias e vantagens pessoais e previdenciárias do cargo que ocupava. Representação sindical O projeto assegura a livre associação sindical a todos os servidores e empregados públicos. A representação poderá ser exercida por sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais. Onde não houver sindicato legalmente constituído, associações de classe poderão representar os trabalhadores nas negociações. Na justificativa do texto, a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou que a negociação "democratiza as condições e as relações de trabalho, estabelecendo mecanismos para minimizar conflitos". Próximos passos O projeto de lei teve a urgência aprovada em junho e poderá ser votado diretamente pelo Plenário da Câmara dos Deputados, sem precisar passar antes pelas comissões temáticas. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei