Enquete do REQ 85/2021 CCJC

Resultado

Resultado final desde 26/04/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2.207 99%
Concordo na maior parte 9 0%
Estou indeciso 4 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 28 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Estamos rodeados por países que tem como oficial a lingua espanhola e o espanhol é a segunda lingua mais falada no mundo, por isso, eu acredito que necessitamos do ensino do espanhol. Sem falar que é de estrema importancia que o brasileiro possa aprender espanhol por causa das relações comerciais com o Mercosul.

Jálison Souza 29/04/2021
75

Não há pontos negativos para quem tem acesso a educação tão pouco para a aprendizagem de idiomas. O negativo é não poder aprender.

Luciene de Almeida 28/04/2021
61

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 202 encontrados.

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  • Ponto positivo: Necessário para todos, principalmente para os jovens e professores. O espanhol tem que ficar, sim! Esse conhecimento deve ser ofertado com o mesmo valor do inglês. O Brasil faz fronteira com países que falam inglês ou espanhol? Espanhol. Então por que não ofertar às escolas? É um idioma tão importante como os outros. Vamos dar mais valor ao espanhol e ao professores dessa língua tão cheia de conhecimentos e culturas! #FicaEspanhol

    Ana Paula Abreu Farias 08/09/2021
    1
  • Ponto positivo: Precisamos de muito mas conhecimento o espanhol nos ajuda bastante então e necessário sim

    Fidélia Castro 02/09/2021
    5
  • Ponto positivo: Espanhol é importante para o nosso desenvolver e conhecer além da nossa língua ,conhecer outra cultura ,outro ampliar de conhecimento e pensamento. Espanhol é abrir portas e portas grandes para um Futuro promissor !

    joanna Silva 01/09/2021
    4
  • Ponto negativo: A retirada da Lei do Espanhol foi um grande retrocesso para o país e desobedece à Constituição em seu Art. 4.

    CELY DOS SANTOS VIANNA 14/07/2021
    1
  • Ponto positivo: Obedecendo a Constituição em seu Art. 4.

    CELY DOS SANTOS VIANNA 14/07/2021
    2
  • Ponto positivo: Sabemos que os estudantes tem mais identificação com o espanhol, mesmo porque é uma língua irmã, além de maior compreensão. Visto que é a língua de maior escolha no Enem. Não tiremos mais esse direito de escolha!

    Ruth 06/07/2021
    1
  • Ponto positivo: O Brasil é um país que forma parte do Mercosul, estamos rodeados de países que falam Espanhol. Até os Estados Unidos falam Espanhol. Por quê o povo brasileiro não sabe falar Espanhol? A Língua Espanhola não só deveria ser obrigatória nas escolas e Universidades, como deveriamos ser um povo bilíngue. Uma vergonha e é inadmissível que tenham retirado a obrigatoriedade da Língua Espanhola da grade curricular e tenham deixado de ofertá-lo em muitos centros educativos. #FicaEspanhol

    Luciana Costa 23/06/2021
    3
  • Ponto positivo: A língua espanhola deve ser ensinada nas escolas desde o fundamental II, pois ajuda a conhecer as culturas dos países situados na América do Sul contribuindo substancialmente para trabalhar a interdisciplinaridade.

    Claudia Quintao Bensabat 23/05/2021
    5
  • Ponto positivo: Somos um país latino e turístico, nossa língua se aproxima ao Espanhol e deveria ser a nossa segunda língua.

    Pollyanne Barros 14/05/2021
    5
  • Ponto positivo: Todos os países desenvolvidos, mais de 80% da população falam dois idiomas.

    FRANCISCO DE ASSIS S BARBOSA Barbosa 14/05/2021
    4

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei