Enquete do PL 1486/2021

Resultado

Resultado final desde 20/04/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 55 2%
Concordo na maior parte 6 0%
Estou indeciso 3 0%
Discordo na maior parte 9 0%
Discordo totalmente 2.854 98%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não há pontos positivos em expor pessoas a uma jornada exaustiva em meio a uma pandemia. Os funcionários dos bancos são pessoas e não máquinas.

Alexandra 22/04/2021
19

Os funcionários dos bancos não são máquinas, são pessoas! Mas infelizmente a sociedade só se importa em ser servida, nada mais. Bancários não são nem prioridade na fila dos que receberão a vacina com antecipação, mas ainda assim existem projetos pra fazer com que essas pessoas trabalhem mais e se exponham mais ainda à contaminação, pouco importando a saúde e exaustão física e mental dessas pessoas. Absurdo!

Leonardo Andrade 23/04/2021
17

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 411 encontrados.

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  • Ponto negativo: Senos deputados TRABALHAREM,sem suas mordomias pelo mesmo período que propõem aos bancários ganhando O MESMO QUE OS BANCÁRIOS, podermos discutir a proposta.

    ELI TRINDADE FILHO 03/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Na prática essa medida não diluirá os atendimentos. Quem vai à agência continuará indo na mesma hora. O que vai ocorrer é criar um novo grupo de pessoas, que utilizam o auto atendimento, que a partir da mudança irá escolher o novo horário. Sem contar que os profissionais das agências se arriscarão ainda mais em jornadas prolongadas com horas extras.

    Carlos Victor Leite 28/04/2021
    1
  • Ponto positivo: Sou totalmente de acordo com a ampliação dos horários de funcionamento de bancos mercados e outras instituições que Deus esteja com todos nos

    Alexandre 28/04/2021
    0
  • Ponto negativo: Vejo isso como um absurdo, exploração total desses funcionários pois a maioria deles nem foi vacinada. Deveria, antes, colocá-lo como prioritários em receber a vacina.

    Cynthia Reis 26/04/2021
    1
  • Ponto positivo: Com a ampliação do horário de funcionamento dos Bancos acredito que a população estará mais segura, pois as filas ficarão menores e reduzirá o grande numero de aglomerações que presenciamos nos bancos atualmente.

    Leandro Belillo de Lima Cosso 25/04/2021
    2
  • Ponto negativo: Bancários não são máquinas. São taxados de vida boa porque trabalham num ar condicionado, trabalham sentados e não carregam pesos... Pesos emocionais não contam? Sim, porque bancários são tratados como "corja" que só pensam em negócios... Mas ninguém acha ruim qdo um vendedor de sapatos tenta te empurrar vários pares de sapatos, né? Bancários são diariamente ofendidos e maltratados por clientes que entender que precisam ser "servidos" e ponto. 6 horas não é fácil, imaginem mais horas.Lamentável.

    Iramari Arantes Siqueira 25/04/2021
    1
  • Ponto negativo: Pergunta ao banqueiro se ele quer aumentar o gasto com estrutura física.

    Se Bartasson 25/04/2021
    1
  • Ponto positivo: Não adianta aumentar ou diminuir horário de atendimento. As pessoas sempre vão aos bancos no horário de abertura e fechamento. Há um grande período de vale durante o expediente. e resta saber também se o banqueiro está disposto a manter uma estrutura funcionando pra atender uma demanda que pode ser perfeitamente atendida dentro do horário normal. Quem faz essas pl deve viver no mundo paralelo, só pode. Hoje os bancos querem diminuir estrutura física e aumentar o uso de meios digitais.

    Se Bartasson 25/04/2021
    1
  • Ponto negativo: Os Serviços Bancários em sua maioria podem ser feitos fora da agência e do expediente Bancário, com o uso de aplicativos e caixas eletrônicos. Essa ampliação só incentuvaria a circulação de pessoas e papel moeda de forma a ampliar a chance de contágio. Sem contar que muitos bancários estão em Home office e não são público prioritário para a vacinação. Agências Bancárias são ambientes totalmente fechados o que a meu ver potencializa a proliferação do vírus.

    Fernanda Andrade 24/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Bancos abertos por mais tempo evita se aglomerações. E no mínimo 3 horas de espera em filas desnecessárias para adentrar nas agências. O atendimento que sempre foi pra lá de ruim, anda péssimo desde que começou esse horário reduzido na pandemia. Nos agradecemos poder ir ao banco até as 16 ou 18hs para resolver problemas pontuais e burocráticos, chatos. Mas, indispensável o contato humano para a resolução dos problemas. Chega de uras, robôs. O atendimento do Banco do Brasil presencial é péssimo.

    Alessandra Alcantara 24/04/2021
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 4256/2019

    Altera a Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), para autorizar o porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos e aos oficiais de justiça.