Enquete do PL 1478/2021

Resultado

Resultado parcial desde 20/04/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 11 31%
Concordo na maior parte 1 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 23 66%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os vasoconstrictores são remédios que VICIAM, assim como drogas. Fazem um estrago tremendo no corpo. Começando pelo nariz, com uma rinite medicamentosa, que é de difícil tratamento. Ele também aumenta a pressão arterial, e pode causar arritmia. Sem dúvida é um remédio que não deve ser de fácil alcance. Assim como os corticóides, que devem ser usados em situações específicas, não quando o paciente achar que precisa.

Stéfanie Müller dos Santos 19/12/2021
0

O papai estado está exagerando. Vamos proibir consumo de água, pois se alguém toma 10 litros vai ter problemas. Projeto absurdo, ridiculo e extrapola o direito do Estado em se meter na vida do cidadão.

Reynaldo Wongtschowskli 11/10/2021
8

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto negativo: Em tempos de COVID recorrente este é um P.L. corporativista p/ os medicos lucrarem , mas vão é lotar as filas do SUS c/ pacientes implorando por um simples descongestionante ! Em vez de facilitar a vida do cidadão que é obrigado a usar máscara querem dificultar ! Joguem no lixo esse P.L. absurdo e tomem nota do nome dos deputados que votam p/ prejudicar a população !

    Ric Delmoro 27/11/2022
    2
  • Ponto negativo: O Estado nao deve se meter na decisao de risco pessoal de cada paciente.A retençao de receita p/ antibioticos é um caso muito diferente, pois ao abusar deles o cidadao poe todos em risco devido a posibilidade das bacterias se adaptarem e inativarem os antibioticos.Já os descongestionantes nao afetam a comunidade diretamente...mas afetam cada individuo isoladamente.Qualquer um deve ser livre p/ decidir o risco/ beneficio de usar ou nao um medicamento.Vamos controlar o cigarro? E o alcool ?

    FABIO CASARINI 21/08/2022
    4
  • Ponto negativo: Com tanta pauta mais urgente e os deputados estão preocupados com Sorine e Neosoro! Não seria mais eficiente uma campanha de concientização? O Estado brasileiro sempre querendo ser babá de marmanjos. O cidadão cada vez mais encarcerado e tolhido de liberdade. Quem propôs essa Lei certamente nunca teve que usar o SUS. Esperar 7 anos por uma cirurgia de desvio do septo pelo SUS. Sim, o excesso de descongestionante é desaconselhado, mas o nariz entupido causa problemas na audição, ronco, dispneia.

    Zibi Luigi Carlo 15/06/2022
    4
  • Ponto negativo: Não temos o acesso à saúde desejável, portanto temos que nos virar com o que temos! Vou chegar lá no posto de saúde pra solicitar um tratamento? kkkkk. Nem pessoa infartando recebe tratamento direito, quanto mais alguém com nariz entupido... Eu pesquisei por mim mesmo, faço uso somente a noite e com pouca dosagem. Acho que cada um tem que ter sua responsabilidade.

    Igor Matheus 27/03/2022
    5
  • Ponto positivo: Os vasoconstrictores são remédios que VICIAM, assim como drogas. Fazem um estrago tremendo no corpo. Começando pelo nariz, com uma rinite medicamentosa, que é de difícil tratamento. Ele também aumenta a pressão arterial, e pode causar arritmia. Sem dúvida é um remédio que não deve ser de fácil alcance. Assim como os corticóides, que devem ser usados em situações específicas, não quando o paciente achar que precisa.

    Stéfanie Müller dos Santos 19/12/2021
    0
  • Ponto negativo: O papai estado está exagerando. Vamos proibir consumo de água, pois se alguém toma 10 litros vai ter problemas. Projeto absurdo, ridiculo e extrapola o direito do Estado em se meter na vida do cidadão.

    Reynaldo Wongtschowskli 11/10/2021
    8
  • Ponto negativo: Quem propôs esse projeto é porque não tem rinite! O cidadão ter que pagar 300 reais numa consulta particular que vai durar 1 minuto para poder comprar um Sorini ou NeoSoro? Ou madrugar na fila do posto de saúde! É mais fácil comprar drogas no Brasil que fazem mal do que remédios que fazem bem.

    Nilson Levi Zalewski 08/10/2021
    5
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    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.