Enquete do PLP 55/2021

Resultado

Resultado parcial desde 19/04/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 4.025 99%
Concordo na maior parte 53 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 15 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os Arquitetos precisam urgentemente serem enquadrados como MEI, a grande maioria trabalha de forma autônoma, sem a possibilidade de criar uma empresa e arcar com os impostos necessários preferem continuar na informalidade. Pedimos apoio e agilidade dos deputados.

Aline Spadetto 12/05/2021
212

Não existe ponto negativo para o cidadão Arquiteto e Urbanista, em tese a prefeitura iria perder, porém, o profissional poderá emitir muito mais nota porque a taxa é menor e o número de profissionais que não são registrado e o serão compensará para os mesmos.

Kamila Kuster Dias 26/05/2021
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 93 encontrados.

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  • Ponto positivo: Concordo perfeitamente, pois o profissional diplomado seja ele arquiteto ou não somente ganha o diploma ao terminar a graduação (não vem junto o dinheiro para que o profissional seja habilitado economicamente para abrir uma empresa).

    Thaís Almeida 11/03/2023
    0
  • Ponto positivo: Concordo plenamente, pois isso abre novas possibilidades, tanto para os arquitetos e empresários, que poderão contratar como prestadores de serviços. Com o novo aumento do teto de 81.000 para 130.000 anual, o salário mensal ficaria compatível, com a categoria estipulado pelo conselho. Ou seja, toda a sociedade ganha com isso e principalmente a categoria. Por isso é muito importante o apoio de todos os profissionais.

    LAERCIO ALVES FILHO 31/03/2022
    3
  • Ponto positivo: Extremamente essencial e necessário para que todos tenham a possibilidade de trabalhar e exercer sua profissão legalmente, contribuindo com o Estado.

    Caio Lucio de Benedetto Moreira 08/02/2022
    3
  • Ponto positivo: Esse é um incentivo vital para os arquitetos e urbanistas no Brasil (principalmente os que se encontram em início de carreira) dada a realidade do mercado de trabalho. No final, toda a sociedade brasileira ganharia com esse incentivo que formalizaria e apoiaria parte significativa dos profissionais da área, visto que, é importante lembrar, os arquitetos e urbanistas trabalham no sentido de garantir moradias dignas e cidades mais sustentáveis e inclusivas.

    Isabella Duarte 11/07/2021
    5
  • Ponto positivo: Arquitetos que trabalham em municípios menores ou que estejam começando carreira, não tem a mesma remuneração que um outro arquiteto que trabalha em uma metrópole ou a tempos no mercado, o MEI é uma maneira de formalizar e ajudar esses profissionais, os custos com uma ME para quem está começando as vezes gera informalidade, se caso esses profissionais venham à aumentar seus ganhos, que opte por sair do MEI e entre em uma ME.

    LEONARDO PEREIRA DA SILVA 02/06/2021
    6
  • Ponto positivo: Muitos arquitetos trabalham de forma autônoma por não ter condições de iniciar e arcar com os encargos de abrir uma empresa pois são muitos custos e acho muito valido esse incentivo para que possa ter um cnpj e ter os benefícios do MEI pois fica inviável abrir um simples nacional quando esta iniciando pois a capitação de clientes inicialmente não é fácil e ainda mais de maneira autônoma, eu apoio essa iniciativa.

    Roseane Santana 31/05/2021
    8
  • Ponto positivo: Simples os arquitetos em inicio de carreira como eu, e se enquadram em MEI, ficam no MEI, os que já passaram deste orçamento passa para o próximo patamar, eu não posso parar de trabalhar. Preciso sim de apoio neste inicio profissional.

    Ana Cristina Carvalho Oliveira 28/05/2021
    7
  • Ponto positivo: Ja era tempo !

    Mateus Fonseca 26/05/2021
    2
  • Ponto negativo: Não existe ponto negativo para o cidadão Arquiteto e Urbanista, em tese a prefeitura iria perder, porém, o profissional poderá emitir muito mais nota porque a taxa é menor e o número de profissionais que não são registrado e o serão compensará para os mesmos.

    Kamila Kuster Dias 26/05/2021
    3
  • Ponto positivo: Os Arquitetos sendo enquadrados no MEI poderão pagar impostos que em sua maioria não pagavam,não porque não queria, mas, faziam trabalhos de forma irregular por serem pequenos, e ajudará na previdência do mesmo e até como comprovar que fez algum trabalho porque é raro ver o profissional 'fichado', com carteira assinada. Geralmente deveriam pagar a prefeitura mas a mesma cobra ISS de forma fixa pra emissão Nfs sendo que o arquiteto não sabe nem se vai pegar se vai pegar serviço pra fazer.

    Kamila Kuster Dias 26/05/2021
    2
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei