Enquete do PL 1414/2021

Resultado

Resultado parcial desde 15/04/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 8 73%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 3 27%

O que foi dito

Pontos mais populares

Tendo em vista o contexto atual de 2º onda de pandemia covid 19, faz-se necessário um tempo maior para as Prefeituras e Estatais se adequarem a nova situação.

mauricio soares 04/05/2021
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Não é hora de empurrar o marco de saneamento. Apesar da epidemia, o congresso funciona. O Brasil precisa da aprovação do marco com urgência. A epidemia não pode ser desculpa para atraso de um documento tão importante.

Reynaldo Wongtschowskli 08/06/2021
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Exibindo resultados 1 a 5 de 5 encontrados.

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  • Ponto negativo: Saneamento é saúde pública, justificar atrasar novamente por causa de saúde é não priorizar a saúde

    Gustavo Iamondi 14/12/2021
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  • Ponto positivo: Precisamos retomar a vida, trabalho e depois pensar sobre mais taxas e tributos.

    Giovana Araujo 29/09/2021
    0
  • Ponto positivo: Fui Coordenador da CNM e hoje recebo várias solicitação de Prefeitos e Municípios para ajudarem nesta construção. Como Consultor, isto é bom, mas como brasileiro me preocupa muito, pois tenho observado vários Municípios correndo para cumprir o prazo e isto fará com que muitos erros acontecem, sendo assim, o que era para melhorar o saneamento (cobrança de resíduos) irá trazer muitos problemas. Tivemos a Pandemia, novos Prefeitos. Peço POR FAVOR considerem e alterem o o prazo para mais 12 meses.

    EDISON L C MARTINS 13/07/2021
    0
  • Ponto negativo: Não é hora de empurrar o marco de saneamento. Apesar da epidemia, o congresso funciona. O Brasil precisa da aprovação do marco com urgência. A epidemia não pode ser desculpa para atraso de um documento tão importante.

    Reynaldo Wongtschowskli 08/06/2021
    0
  • Ponto positivo: Tendo em vista o contexto atual de 2º onda de pandemia covid 19, faz-se necessário um tempo maior para as Prefeituras e Estatais se adequarem a nova situação.

    mauricio soares 04/05/2021
    2
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    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

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