Enquete do PL 1409/2021

Resultado

Resultado parcial desde 15/04/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 94 9%
Concordo na maior parte 24 2%
Estou indeciso 27 2%
Discordo na maior parte 130 12%
Discordo totalmente 842 75%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os parlamentares desse país tem tanto privilégio que conseguem em torno de 400 milhões em selo de carta por ano agora quem foi de vcs que nós últimos 3 anos recebeu uma carta de politico sem contar com cartão corporativo que eles gastam sem limite agora pra ô povo ô auxílio emergencial de 150 reais ou seja 1 botijão de gás e 1 kilo de carne pra passar 1 mês que vergonha.

Edson Pereira Dasilva 23/04/2021
50

Mexer novamente com os militares e seus pensionistas, causando-lhes mais perdas, não é uma medida sensata, visto que a lei 13.954/2019 já trouxe majoração de contribuições, com a consequente perda principalmente para os mais baixos graus hierárquicos, e especialmente para pensionistas. É importante salientar que o militar não possui um regime previdenciário, mas um sistema de proteção social, pelo qual atua com o sacrifício da própria vida e comprometimento de seus dependentes.

Binho RbSoft 23/04/2021
145

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 250 encontrados.

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  • Ponto negativo: Sempre as pensionistas pagando o pato. Nossos pais trabalharam uma vida toda, sem hora extra,mudando de cidade de tempo em tempo, passando mais de vinte e quatro horas no quartel, nos treinamentos, não tem direito a insalubridade, não tem direito o Fgts, a adicional noturno,nunca tiveram, e são os únicos que fizeram juramento a pátria.Trabalhabdo uma vida inteira , pagando 1,5% para deixar para suas filhas, e vcs para aumentar a mamata do bolsa família,vem tentar tirar de quem já tem o básico.

    ANA PAULA FREITAS MOREIRA 12/08/2025
    0
  • Ponto negativo: O Congresso deveria se preocupar em repassar o Fundo Eleitoral, para esse fundo emergencial e não em repassar aos eleitores ou a servidores públicos e militares, além de suas pensionistas um peso tão grande diante do grave caos criado pela política e decisões equivocadas do STF, liberando presidiários, anulando suas penas, sem sequer ter o retorno dos valores desviados. Antes de cortar no povo, que é o detentor do poder, cortem em suas próprias carnes, chega de privilégio a políticos e juizes.

    RICARDO ASSUMPÇÃO RIBEIRO 07/03/2022
    2
  • Ponto negativo: As pensionistas estão cansadas de pagar o pato. Sempre as pensionistas ficam vulneráveis para Os políticos fazerem bonito para uns e outros. O objetivo é tirar das pensionistas pra conseguir votos

    Regina Sant'Anna 23/02/2022
    5
  • Ponto negativo: Essa PL,é totalmente inconstitucional, já que,foi pago pelo instituidores militares, valores desco tados de seus salários, para que suas filhas e esposas tivessem a pensão . VAMOS FAZER UMA PL P ACABAR COM A MAMATA NO CONGRESSO NACIONAL!!!!!!!!

    Ingrid 23/02/2022
    7
  • Ponto negativo: Totalmente inconstitucional, já foi paga a paridade pelos instituidores militares, não há como retirar direitos garantidos por lei petrea

    Marlise Leite 20/02/2022
    8
  • Ponto negativo: Nós pensionistas e militares já não aguentamos com tantas injustiças, o que vcs querem descontar mais.Estão achando que os nossos descontos já são poucos.Totalmente contra.Fazem alguma coisa pra salvar a família militar das Forças armadas.

    Maria Clara 18/02/2022
    8
  • Ponto negativo: Está é mais uma pl pra prejudicar pensionistas militares que já sofrem com os crescentes descontos desde 2020. Militares NAO são elite, são trabalhadores que contribuem a vida toda para amparar sua esposa e/ou filha, não é de graça. Por que não fazem uma pl pra acabar com as regalias dos parlamentares???

    thiago carneiro 17/02/2022
    12
  • Ponto positivo: Nos militares da reserva estamos no fundo do poço!!! Ainda mais as pensionistas !!! O que mais podem nos tirar ?

    Rogério Turra Brasil 16/02/2022
    9
  • Ponto negativo: Não acho que é o momento para este aumento. Vamos esperar para ver como fica a situação econômica em 2023.

    Luís Salgado 16/02/2022
    1
  • Ponto positivo: Não é justo o que estão tentando fazer com as pensionistas dos militares que contribuíram a vida toda para deixarem esses direitos à suas esposas e filhas.

    JOSÉ RICARDO THOMPSON BERNARDO 16/02/2022
    13
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  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. RIC 814/2026

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  3. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.

  6. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.