Enquete do PL 1311/2021

Resultado

Resultado parcial desde 08/04/2021

Opção Participações Percentual
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Além de ser um desperdício de tempo e recursos parlamentares, essa é uma daquela leis que irá servir so para beneficiar fabricantes específicos do produto em detrimento de outros.

Luis Felipe Marcon Brunhara 18/06/2021
8

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Exibindo resultados 1 a 10 de 10 encontrados.

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  • Ponto negativo: Mais de 5.500.000 km de extensão da Amazonia e nem 5% ainda foi descoberto temos noticias de varias entidades como a UECE (UNIV. FEDERAL DO CEARA) com a noticia de 2009 com o titulo (Amazônia tem mais de 10 mil plantas com potencial medicinal) ou do portal da Amazônia com a noticia de - 2021 (Conheça seis novas espécies descobertas nos últimos dois anos, na Amazônia ) então uma noticia desta como lei só entristece a população mais humilde que usa ervas ainda não conhecidas.

    Felipe Felix 09/10/2021
    0
  • Ponto negativo: O projeto é desnecessário e não possui embasamento técnico-científico para apreciação. A infeliz ideia de se restringir a um cardápio de 60 espécies não possui nenhum nexo com a realidade de um pais de 8.5 milhões de km2 e diferentes biomas. Apenas na minha região (Escarpa Devoniana) temos >700 táxons em >100 famílias botânicas, porém o maior problema é a inutilidade da proposta. Poderia ser substituída pela elaboração de catálogo nacional de fitoterápicos e de avaliação de eficácia terapêutica

    Cesar Bandeira 18/08/2021
    1
  • Ponto negativo: O conhecimento sobre as propriedades medicinais da flora brasileira pertence às comunidades ancestrais, indígenas, quilombolas e aos povos tradicionais, não pode ser autoritariamente regulamentado. Por outro lado há pesquisas científicas que comprovam a eficácia de uma pequena parte desses conhecimentos, infinitamente maior do que o já está patenteado pelas indústrias farmacêuticas. Regulamentar será o mesmo que destruir e desautorizar um conhecimento milenar que pertence aos brasileiros.

    Cleusa Peralta Castell 25/06/2021
    2
  • Ponto negativo: Mais uma regulamentação inútil que só inibe o surgimento de novos empreendedores e afugenta os grandes investidores.

    Silas Rosa Junior 23/06/2021
    2
  • Ponto negativo: Mais burocracia sem nenhum benefício à população em geral, belo desperdício de recursos

    Henrique Lohmann 23/06/2021
    3
  • Ponto negativo: Não é possível ter o dinheiro do meu imposto gasto com esse tipo de coisa. Parem de perder tempo e dinheiro com esse tipo de besteira, estado querendo ser babá do cidadão.

    Rafael Rossi 23/06/2021
    0
  • Ponto negativo: O deputado está ocioso. Há diversos assuntos mais importantes do que esse, querer regular a sabedoria popular é cercear a população de sua cultura e conhecimentos adquiridos ao longo de anos, além disso, é achar que o Estado tem que tutelar tudo. Tá errado.

    Marcus Vinícius Cardoso 23/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Parece que não tem nada de mais importante a se fazer. Completo desperdício do dinheiro do contribuinte.

    Paulo Henrique 22/06/2021
    4
  • Ponto negativo: Antes de tudo ninguém pediu por esse tipo de interferência estatal. É uma afronta contra as liberdades individuais e bom senso. Fica até difícil de imaginar o que poderia gerar uma proposta absurda dessas... Neide do céu...

    Olga Ebceeba 19/06/2021
    1
  • Ponto negativo: Além de ser um desperdício de tempo e recursos parlamentares, essa é uma daquela leis que irá servir so para beneficiar fabricantes específicos do produto em detrimento de outros.

    Luis Felipe Marcon Brunhara 18/06/2021
    8
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.