Enquete do PL 488/2021

Resultado

Resultado final desde 07/04/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 41 27%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 9 6%
Discordo totalmente 97 65%

O que foi dito

Pontos mais populares

Discordo totalmente dessa lei esquerdista! Absurda!

Anete Pizzimenti 08/08/2022
2

Trata-se de um projeto que não resolve o problema, é um "faz de conta". Deixar um local ser usado por "pessoas em situação de rua" não resolve a "situação de rua" das pessoas. Só cria problemas para os responsáveis por administrar o espaço.

gsilva1958 . 07/12/2021
10

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 27 encontrados.

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  • Ponto negativo: É fácil propor o projeto quando quem o criou mora em um condomínio onde a sua moradia é aberta, mas cercada com um grande muro com câmeras, portaria e ronda móvel.

    Fabi Tonon 22/12/2022
    1
  • Ponto negativo: Deveria era tirar essas pessoas da rua. Mas já estão prevendo o aumento da pobreza graça ao governo corrupto do Ladrão.

    Joao Victor 14/12/2022
    1
  • Ponto positivo: Isso só vai facilitar a bandidagem. Precisa criar políticas públicas para tirar essas pessoas das ruas, dando tratamento digno para ela. Inserindo elas na sociedade, através de estudo, saúde, moradia e trabalho

    Ediane Wendler Gonçalves 28/11/2022
    1
  • Ponto positivo: Um grande avanço civilizatório na luta contra políticas higienistas.

    DIMITRI LEONARDO SANTANA MARTINS DE OLIVEIRA 24/11/2022
    0
  • Ponto positivo: Sou a favor do PL 488/2021, pois acredito que a arquitetura urbana precisa ser mais inclusiva e não exclusiva, utilizar elementos arquitetônicos para afastar as pessoas da utilização dos espaços públicos não resolve o problema de ninguém, precisamos de espaços públicos acolhedores para a utilização por qualquer cidadão, assim como também precisamos de abrigos para as pessoas que se encontram em situação de rua, afastá-las do espaço público nao é a solução, é esconder o problema.

    Nádia 23/11/2022
    0
  • Ponto positivo: Não tem que proibir esse tipo de arquitetura e sim reintegrar as pessoas nessas condições ao mercado de trabalho. É assim que se combate esse tipo de situação.

    Alexandre 23/11/2022
    1
  • Ponto negativo: Só tem pontos negativos, portanto, discordo totalmente dessa Lei 488/2021. Não oferece nenhum benefício aos moradores de rua.

    Izilda Alcântara 13/09/2022
    1
  • Ponto negativo: Entendo, ser oportuno a ideia de se fazer algo para mudar a situação das pessoas que vivem em situação de rua, contudo, sou contra, está intenção do Poder Público, sempre querendo pôr na responsabilidade do cidadão contribuinte. Isto porque, moro na Região da Luz, já fui assaltado duas vezes, e a Segurança Pública, nada fez. Imagino perder clientes, em virtude, de pessoas que querem dormir em "frente ao meu ponto comercial". Será que terei meus impostos e despesas pagas pelo Ente Público? NÃO!

    ISAIAS SIMPLICIO DA SILVA 09/09/2022
    1
  • Ponto negativo: Ficar nas ruas, usando drogas e mendigando nao trás dignidade a ninguém..... tirar ad proteções dos ambientes, nao vai melhorar a vida dos moradores de rua, e vai sim, facilitar para bandidos e até quem sabe, para assassinos dos próprios moradores de rua ...

    Nadia Ramos 09/09/2022
    1
  • Ponto negativo: Dignidade é ter um lugar para morar, ter saúde para poder trabalhar e não querer defender as ruas como abrigo para quem está em situação de pobreza, doente ou viciado em drogas.

    Alan John 09/09/2022
    1

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  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.