Enquete do PL 1293/2021

Resultado

Resultado final desde 07/04/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 33 6%
Concordo na maior parte 8 2%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 26 6%
Discordo totalmente 404 86%

O que foi dito

Pontos mais populares

Proposta fora da realidade, as empresas não terão pessoal qualificado para fazer vistoria como um profissional do MAPA .

Iara dos santos 23/06/2022
15

O estado fiscalizando já ocorrem coisas erradas imagina sendo alguem pago pela própria empresa... Gente.. querem enganar quem?

Vanessa Marques 28/06/2022
20

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 61 encontrados.

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  • Ponto negativo: Os alimentos e o bem-estar dos animais abatidos devem ser fiscalizados por um fiscal governamental. Os animais já sofrem no modo de produção atual, com animais em gaiolas, sem espaço para se movimentarem, pintinhos recém nascidos sendo triturados vivos e por aí vai... Receio que a situação pode piorar com o PL do autocontrole.

    Jessica De Lucca 16/12/2022
    2
  • Ponto negativo: Em frigorífico de bovinos por exemplo, já é difícil o controle como está. Imagine vcs como será o empresário se autocontrolando, estamos correndo um enorme risco em consumir um produto ruim ou até com algumas patologias como a cisticercose ou a tuberculose bovina que ao contrário que vcs pensão são bastante comuns nas linha de inspeção SIF ( serviço de inspeção federal) .. que deixarão de ser detectadas de forma intencional ou não .. vai saber! É pra ter medo.

    faça vcmesmo 17/11/2022
    7
  • Ponto negativo: Ao "flexibilizar" a fiscalização, torna-se a população mais suscetível a possíveis dolos que possam ocorrer de forma internacional ou não, sem contar que a própria constituição fala do papel do estado a garantir uma condição digna a população, incluindo o acesso e a qualidade dos alimentos que deveria chegar a mesa de todos.

    Caio Vinícius Chaves 13/09/2022
    5
  • Ponto negativo: considerem o veganismo, vamos para de explorar os animais e o meio ambiente. O agronegócio é responsável pelo desmatamento e massa da nossa biodiversidade, não só no Brasil, mas sim no mundo todo, com esse ecocídio estamos perdendo os recursos naturais cada dia que passa, nós estamos acabando com eles e nossas futuras gerações não poderão usá-las. sem contar que com essa PL coloca a saúde da população em risco, CONSIDERE O VEGANISMO E SALVEM O FUTURO

    Mini garden joao 12/08/2022
    5
  • Ponto positivo: Um absurdo! Querem empurrar carne estragada para a população! Vamos as ruas contra essa PL!

    Bruno Silva Carneiro Mapurunga 29/07/2022
    8
  • Ponto negativo: Não haverá o controle dos órgãos de fiscalização federal ,qualquer um poderá auditar pelo método "chico Xavier"

    Bruno Silva Carneiro Mapurunga 29/07/2022
    4
  • Ponto positivo: expõe a população a inúmeras doenças, além de submissão a condições insalubres

    bruna luísa 17/07/2022
    10
  • Ponto negativo: A ausência de neutralidade na fiscalização (possível pelos órgãos governamentais) torna esse PL um absurdo.

    Guilherme Campos 16/07/2022
    4
  • Ponto negativo: A proposta coloca a saúde da população em risco e será um enorme retrocesso na forma como os animais são tratados. Se a lógica é maximizar o lucro, não existe autofiscalização eficaz. A população é contra esse absurdo!

    Fernanda Romero Fernandes Engel 15/07/2022
    4
  • Ponto positivo: Início de modernização do autocontrole de qualidade em nosso país. Precisamos usar tecnologia auditável para complementar o trabalho árduo da nossa fiscalização.

    Adriane Flesch 14/07/2022
    1

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  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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  5. REQ 305/2026 CSPCCO

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