Enquete do PL 1158/2021

Resultado

Resultado final desde 31/03/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 301 4%
Concordo na maior parte 45 1%
Estou indeciso 6 0%
Discordo na maior parte 30 0%
Discordo totalmente 7.631 95%

O que foi dito

Pontos mais populares

É INCONSTITUCIONAL, AGRIDE O DIREITO DO CIDADÃO.

Gilberto Langer 18/06/2021
330

Fere o artigo 5o. Da Constituição. É controle social.

Amilton Baptista Jacintho 20/05/2021
304

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 1050 encontrados.

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  • Ponto negativo: Isto é imposição e controle da população. A vacina tem efeitos colaterais perigosos, foi feita as pressas, trabalhos científicos já mostram que a mortandade aumenta entre os vacinados, a própria Pfizer admitiu no Congresso Americano que a primeira dose vacinal foi feita sem nenhuma comprovação de eficácia, o melhor imunizante é imunidade natural da pessoa, que pode ser reforçada por bons hábitos, exercícios, alimentação saudável, saúde emocional.

    DANIEL G DE ALMEIDA 27/11/2022
    1
  • Ponto negativo: Essas vacinas sequer tem bulas fechadas sobre os efeitos colaterais. Pessoas alérgicas correm risco ao tomá-la além do mais, passaporte é um acordo entre nações, um brasileiro não pode ser impedido de viajar, estudar, trabalhar e ter tratamento médico dentro do seu próprio pais. Isso é inconstitucional!

    Sonia Rosan 24/05/2022
    1
  • Ponto positivo: O passaporte sanitário visa o bem coletivo assim como os documentos de identificação e a própria carteira de vacinação que impede viagens internacionais de quem não estiver com ela em dia.

    silvio roberto do espirito santo 15/05/2022
    0
  • Ponto negativo: este tipo de passaporte me lembra o passaporte nazista então segregar alguém por não tomar algo que nem o fabricante tomou, o dono da phizer não tomou pois disse que contraiu a doença e já está imunizado, por que então forçar alguém a tomar algo que não lhe impedirá de contrair e transmitir ou morrer?

    Maristela Marinho 08/04/2022
    1
  • Ponto positivo: não há ponto positivo em algo que quer controlar a opção individual das pessoas. além do mais milhares se vacinaram ao redor do mundo e estão com covid sendo que a gravidade é mais forte do que se não tivesse sido vacinado e adquirido a imunidade natural. o dono da phizer não tomou a vacina dele pois o mesmo disse que contraiu a doença e já está imunizado naturalmente. então o passaporte serve pra quê se não lhe impede de contrair , transmitir e morrer da doença? controle somente controle.

    Maristela Marinho 08/04/2022
    0
  • Ponto negativo: Preciso fazer uma cirugia e so posso fazer com essa vacina , mas me recuso tenho problemas de saúde , meu deus alguem pra impedir essa vacina ser obrigatória, vacina nunca foi obrigatória

    Talita Sousa araujo 27/02/2022
    2
  • Ponto negativo: A vacina não evita contaminação ou transmissão, com isso o risco de tomar ou não se torna individual.

    Eduardo Lauffer flores 18/02/2022
    4
  • Ponto negativo: Isto é incoerente, vacina não evita transmitir e também não garante imunização. Também o fabricante não se responsabiliza por possíveis efeitos da vacina. Como obrigar os outros a tomarem algo experimental ?

    Joel Olcha 15/02/2022
    2
  • Ponto negativo: Péssimo, contribui para segregação apenas

    Matheus Cotta 14/02/2022
    2
  • Ponto negativo: Controle social, o que adiantar ter passaporte se não é possível controlar a doença.

    Canovas 10/02/2022
    0

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  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  4. PL 614/2026

    Autoriza o Poder Executivo a promover transferência, movimentação, realocação, incorporação e manutenção do vínculo empregatício com a União dos empregados públicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e empregados das empresas públicas do setor metroferroviário federal desestatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização para entidades da Administração Pública direta ou indireta.

  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 2564/2025

    O projeto de lei 2564/25 do deputado Lucio Mosquini (MDB-RO) altera a Lei dos Crimes Ambientais para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares na fiscalização ambiental. O texto proíbe o embargo baseado apenas na detecção remota de supressão de vegetação e prevê a notificação prévia ao autuado para apresentar esclarecimentos. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo da medida é evitar o agravamento do dano, interromper sua ocorrência e resguardar a recuperação da área. Pelo texto, o agente de fiscalização poderá adotar medidas cautelares quando houver dano ambiental, mas tais medidas não poderão antecipar as sanções administrativas. Se isso ocorrer, o processo poderá ser anulado. Segundo Lucio Mosquini, a proposta busca diferenciar melhor a medida cautelar da sanção administrativa. Ele afirma que a medida cautelar tem caráter de proteção imediata, enquanto a sanção tem caráter punitivo. O deputado argumenta ainda que  áreas têm sido embargadas com base em apuração remota, sem oportunidade de defesa prévia. “Qualquer medida que possa impor prejuízo ao autuado deve ser precedida de ampla defesa e contraditório”, diz o autor. Próximos passos O projeto tramita em regime de urgência e pode ser votado diretamente pelo Plenário. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei