Enquete do PL 1126/2021

Resultado

Resultado parcial desde 30/03/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.399 96%
Concordo na maior parte 33 2%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 5 0%
Discordo totalmente 23 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

Em 10 anos efetivo como agente de vigilância sanitária nunca fomos vistos. Esse projeto faz com sejamos reconhecidos pelo que fazemos de tão importante no sistema de saúde.

aldair josé Martins de Oliveira 31/03/2021
170

§ 1º É essencial e obrigatória a presença de Agentes Comunitários de Saúde na Estratégia Saúde da Família e de Agentes de Vigilância Sanitária e Agentes de Combate às Endemias na estrutura de vigilância epidemiológica e ambiental. Tanto vigilância sanitária quanto endemias fazemos parte da saúde da família.

aldair josé Martins de Oliveira 01/04/2021
92

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 278 encontrados.

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  • Ponto negativo: É simplesmente revoltante as atuações da câmara e comissões, tiraram total foco do PL sobre equiparação salarial e simplesmente só reconheceram o cargo? A desculpa simplesmente é que vai causar custos ao cofres públicos? O engraçado é que quando é para criar benefícios para os senhores deputados esse custo simplesmente desaparece. Enquanto isso Fiscais tem que fazer trabalho de endemias porque eles precisam da visa para fazer intimação em época de dengue.

    JOAO MATHEUS SOARES BRAGA 07/04/2026
    0
  • Ponto negativo: O agente de fiscalização da vigilância sanitária e cargo de muita responsabilidade e a nossa demanda e sempre sobre as resoluções sempre procedimentos para o bem-estar da população brasileira o

    PAULO AFONSO RODRIGUES DOS SANTOS 26/11/2025
    3
  • Ponto positivo: A vigilância sanitária é fundamental, pois é de suma importância na vida do cidadão brasileiro, pois abrange todos os campos da saúde para o bem-estar do cidadão brasileiro. Como podemos relembrar, na época da COVID-19, enfrentamos e estamos na linha de frente com médicos e enfermeiros. Estávamos em todos os lados e pontos: rodoviárias, aeroportos, rodovias. E locais de embarcações, além disso, como se disse, estávamos em todos os lugares monitorando as ações de vigilância sanitária. Ainda bem

    PAULO AFONSO RODRIGUES DOS SANTOS 26/11/2025
    3
  • Ponto positivo: O Piso salarial para reconhecimento dessa função tão importante e essencial para a Saúde. No entanto, acho injusto equiparar o piso ao dos agentes, uma vez que as atribuições e riscos dos Fiscais Sanitário são bem maior, sem falar da responsabilidade que trabalha administrativamente e externamente, estar sempre atualizado sobre diversas normativas legais, visitação a diversos tipos de ambientes insalubres e ameaças. O piso deveria ser no mínimo 4 salários mínimos.

    PEDRO HENRIQUE BRIGIDO DE OLIVEIRA 27/06/2025
    8
  • Ponto positivo: A vigilância sanitária é fundamental para a saúde pública porque atua na proteção da população contra riscos sanitários. Ela envolve o controle e a fiscalização de produtos, serviços e ambientes que podem afetar a saúde das pessoas — como alimentos, medicamentos, cosméticos, hospitais, indústrias e água potável.

    JOSE CARLOS DE SOUZA SANTOS 28/04/2025
    6
  • Ponto positivo: Eu não sei qual está sendo a dificuldades de aprovar essa PL, pois o serviço da Vigilância Sanitária é primordial no crescimento das cidades, não existe cidade sem os nossos serviços, vamos pegar o passado, quão era miserável o saneamento básico, hoje o controle dos produtos , sujeito a fiscalização, é primordial, os serviços de apoio aos comércios faz com que é oferecido produto de qualidade ao brasileiro, já foi uma falta de consideração não ter nos incluído, junto com os acs e ace.

    MAGDA SOARES MARTINS LOPES 19/02/2025
    9
  • Ponto negativo: É absurdo a invisibilidade dos Agentes de Vigilância Sanitária nas discussões do governo, não tem quem defenda, não tem quem lute. Deveríamos ser muito bem remunerados pelo alto risco do trabalho com pessoas de todo tipo, alta exposição a situações que acabam com a nossa saúde mental e muita pressão dos poderosos, da população e do Ministério Público.

    ALESSANDRO CONCEICAO DOS SANTOS 09/01/2025
    10
  • Ponto positivo: O Setor e Vigilância Sanitária arrecada taxas para o município, é cobrado para isso e muitos agentes (como eu) ainda fazem o trabalho de Vigilância Epidemiológica e Saúde do Trabalhador, fora outras coisas, são expostos a xingamentos e perigos por conta das denúncias, para receber um salário mínimo, sendo que damos suporte para os ACS E ACE sempre e ainda assim eles recebem muito mais. É um absurdo

    ALESSANDRO CONCEICAO DOS SANTOS 09/01/2025
    8
  • Ponto negativo: Falam em gastos com os salários, mas se esquecem que dos 3 cargos somos os únicos que recolhem dinheiro, temos taxas para as renovações, taxas de LTA e outros e as multas derivadas das infrações apontadas, os outros 2 cargos so recebem verbas publicas, nos temos a arrecadação para ajudar a pagar nosso piso salarial, uma vez que nem a verba publica e nem a arrecadação são gastas nas Visas.

    RAFAEL JANERILO BENEDITO 11/09/2024
    14
  • Ponto positivo: Precisa aprovar logo essa PL e é justo o reconhecimento da Vigilância Sanitária. Já tem a PEC para aprovar três salários mínimo aos agentes de endemias - PEC 18/2022 e os Deputados nem cita a Vigilância Sanitária.

    Marcos Antonio Gonçalvez de Amorim 10/08/2024
    14
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.