Enquete do PL 1124/2021

Resultado

Resultado parcial desde 30/03/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 39 60%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 26 40%

O que foi dito

Pontos mais populares

Parabéns ao deputado federal Paulo Eduardo Martins. O financiamento estrangeiro sobre sindicatos representam uma afronta a soberania nacional. Os sindicatos ficariam a mercê dos interesses estrangeiros em troca de financiamento.

Ckacio 31/03/2021
2

Sindicato represenra a classe Trabalhadora que principalmente nos dias de hoje vive a mercê de uma escravidão branca com terceirizações, precarizscies praticamente sem direito algum e com essa reforma Devassa sem a Aposentadoria. O que esse desgoverno quer e acabar com quem luta e representa o trabalhador, Lembrsnfo que ja naoveciste Ministerio do Trabalho ebo MPT esta de mãos atadas, Sem Sindicato retrocederemos a 1888. INADEMISSIVEL UM PL DESSA.

Claudemir Galo 31/03/2021
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto negativo: O PL não tem lastro constitucional. Os dispositivos da CF evocados na justificativa não guardam qualquer ligação com o tema. Além disso, o artigo 565 da CLT já traz previsão sobre o tema de forma mais abrangente, inclusive. O PL, da forma que está, restringe o direito constitucional à sindicalização do trabalhador estrangeiro que reside no Brasil, também.

    Murilo Machado Carpaneda Dias 13/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Concordo porque países com interesse em prejudicar a política ou mesmo a economia brasileira , podem com aporte de dinheiro influenciar os movimentos sindicais em favor de seus interesses. Esta PL veio a tempo e seria bom tramitar em regime de urgência, visto existirem rumores sobre sindicatos já estarem recebendo verbas internacionais.

    Mario Pereira da Silva 03/04/2021
    1
  • Ponto positivo: Sindicatos não produzem riqueza,não geram empregos,vivem fazendo greves inúteis,parando avenidas,nunca dão nenhuma ajuda aos desempregados que a anos os sustentaram e são controlados por partidos políticos de extrema esquerda. Os financiamentos internacionais tem interesses em comum com os sindicatos brasileiros,dificultar o acesso e a criação de emprego no brasil.

    Bruno ribeiro 02/04/2021
    1
  • Ponto positivo: Importantíssimo projeto! Cada sindicato deve custear suas atividades unicamente a partir das contribuições voluntárias dos profissionais a eles associados. E organizações estrangeiras não devem ter o direito de influenciar diretamente na vida de nossa nação.

    Omar Aaron 01/04/2021
    1
  • Ponto positivo: Essa lei ajuda a preservar a soberania nacional, pois o financiamento de sindicatos denota influência direta de outros países na condução das políticas públicas do Brasil. Ninguém investe dinheiro para perder: o interesse de oitro país investir no Brasil é, certamente, o poder sobre a terra e o povo brasileiro.

    Rodrigo de Araújo Souza 01/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Sindicato so é bom para os sindicalistas.

    Marco 01/04/2021
    2
  • Ponto negativo: O enfraquecimento do sindicado ébo enfraquecimento da classe trabalhadora. Um deputado que aja contra o trabalhador é um criminoso. Tal projeto é uma abominação, principalmente no momento em que vivemos a pior precarização das condições de trabalhonda história do Brasil.

    Leonardo Bespalhok 01/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Concordo totalmente. Vejam os 2 comentários um colocou como negativo e outro como positivo mesmo estando contra a PL, talvez um ou os 2 deles não souberam classificar ou não tem instrução do que faz. Primeiramente, desde o início da pandemia NENHUM sindicato se pronunciou/defendeu o trabalhador, população passando fome, e eles recebendo 300 milhões da China comunista, isso se chama interferência externa, é crime. Inadmissível defender essa classe que suga dinheiro do trabalhador sem fazer nada.

    Demis Hasler 01/04/2021
    2
  • Ponto positivo: Parabéns ao deputado federal Paulo Eduardo Martins. O financiamento estrangeiro sobre sindicatos representam uma afronta a soberania nacional. Os sindicatos ficariam a mercê dos interesses estrangeiros em troca de financiamento.

    Ckacio 31/03/2021
    2
  • Ponto positivo: Isso e um golpe desse deputado Porque a única entidade que pode brigar pelo trabalhador e os sindicato por isso ele quer acabar com os sindicato ele deve ter empresa aí ele mete o calote não paga ninguém e não tem sindicato pra cobrar ele

    Carlos Augusto Carvalho Mendes 31/03/2021
    0
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei