Enquete do PLP 41/2021

Resultado

Resultado parcial desde 24/03/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 146 94%
Concordo na maior parte 8 5%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Seria ótimo, pois o limite de R$81.000 por ano é muito baixo. Se por acaso você passar desse limite somente um pouco, já passa a pagar um imposto desproporcional aos seus rendimentos.

Caetano Garcia 05/05/2021
8

Poderia haver a inclusão de novas ocupação, como no caso do programador. O Brasil possui um potencial enorme com o desenvolvimento de software e a inclusão dessa ocupação no MEI ajudará os pequenos e médios empreendedores. Atualmente, é necessário abrir uma empresa no Simples Nacional, o que causa muito medo para os empreendedores iniciantes.

Caio Lima 27/04/2021
25

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 25 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: O MEI perdeu sua identidade, aumentando o faturamento só ira ajudar os que já se utilizam do tipo jurídico empresarial para fugir das regras tributarias e causar sonegação fiscal... e colapsar a CLT... não é possível que o tio da pipoca ou do algodão doce vai se ofender em não poder fatura r mais que 3 salários mínimos...

    ADILSON STANGUERLIN RODRIGUES 21/09/2022
    0
  • Ponto negativo: Poderia ser um valor maior e/ou considerar apenas o LUCRO, ao invés de considerar o faturamento bruto anual, até porque partindo do valor bruto pagamos impostos ao usar serviços de outros fornecedores, logo pagando pelo valor bruto eu pago imposto em cima de um dinheiro do qual já saiu uma boa quantidade de imposto.

    Samuel Franklin Santos de Jesus 27/12/2021
    1
  • Ponto positivo: O aumento no valor de referência vai ser excelente para desenvolvedores de software iniciantes, principalmente agora que as empresas de tecnologia estão preferindo contratação PJ.

    Samuel Franklin Santos de Jesus 27/12/2021
    0
  • Ponto negativo: Poderia ser um limite maior.

    Reginaldo da Silva Hass 20/12/2021
    1
  • Ponto positivo: Limite maior flexibiliza o crescimento.

    Reginaldo da Silva Hass 20/12/2021
    2
  • Ponto positivo: Ponto positivo é ter a possibilidade de ter mais colaboradores legalizados.

    Reginaldo da Silva Hass 20/12/2021
    2
  • Ponto positivo: Creio que vai ajudar muito.

    Reginaldo da Silva Hass 20/12/2021
    2
  • Ponto negativo: Sou MEI há três anos sem ultrapassar o limite de faturamento. Por conta do aumento nos preços cheguei até agora, 03/12/21 dentro do limite, mas devo ultrapassar o limite por apenas alguns dias no ano calendar de 2021. Acho que deveria ser incluído no projeto uma excessão para que MEIs, que estão nesta situação possam continuar até o proximo ano como MEI.

    Sanrê Confecções 03/12/2021
    3
  • Ponto positivo: Sou MEI a três anos e cheguei ate dezembo/21 sem ultrapassar o limite, acho que seria injusto deixar de ser mei sem ter certeza de meu faturamento vai aumentar o suficiente para arcar com as novas despesas durante o proximo ano, se eu já passar a ser ME.

    Sanrê Confecções 03/12/2021
    1
  • Ponto positivo: Uma ótima proposta para melhorar o mercado nesse momento, estimular os pequenos a crescer e gerar empregos.

    Golden Point 28/10/2021
    1
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  3. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.