Enquete do PL 948/2021

Resultado

Resultado final desde 17/03/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 52 12%
Concordo na maior parte 15 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 12 3%
Discordo totalmente 343 81%

O que foi dito

Pontos mais populares

Concordo totalmente! Devemos ter liberdade para, quem tiver condições, pagar para vacinar. Tenho certeza que isso ajudaria a avançar a vacinação de milhares de pessoas. Não tem nada a ver com ideologia, é simplesmente uma questão de democratizar e dar liberdade para as empresas poderem contribuir com a vacinação do país. O ganho seria para todos, governo e população. Infelizmente, algumas pessoas acabam problematizando algo que é para ajudar e acabam levando para o debate ideológico.

Ricardo Ribeiro Pereira 07/04/2021
4

Querem privilegiar os já privilegiados! Querem acabar com o SUS.

Sylvia Maria de Camargo Passos 02/04/2021
28

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 83 encontrados.

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  • Ponto positivo: O PROJETO DE LEI 948/21 AUTORIZA AS PESSOAS JURÍDICAS DE DIREITO PRIVADO A COMPRAREM VACINAS CONTRA COVID-19 COM ISSO VAMOS DIMINUIR A FILA DO SUS, DANDO OPORTUNIDADE PARA QUE OS MAIS JOVENS DA PERIFERIA MUITAS VEZES ARRIMO DE FAMILIA POSSAM SER VACINADOS MAIS RAPIDAMENTE, VAMOS SALVAR MUITO MAIS VIDAS E COM ISSO PODEMOS RETOMAR A ECONOMIA DE FORMA MAIS RÁPIDA. AVANTE BRASIL!!!!

    Gmacan Group 22/05/2021
    1
  • Ponto negativo: Vacinação dos grupos prioritários e dos mais pobres JÁ! Camarote VIP da vacina NÃO! Ricos e Abastados, procurem se vacinar no exterior! Esse PL é um desrespeito com a população mais carente do Brasil! É uma tentativa dos mais ricos oficializarem o fura-fila da vacinação contra Covid-19!

    Danilo Nobre 17/05/2021
    2
  • Ponto negativo: Prioriza quem tem dinheiro no lugar de quem precisa.

    Samily 13/05/2021
    1
  • Ponto negativo: Possibilidade de escassez de insumos para a imunização via SUS...

    Edson Lima 08/05/2021
    1
  • Ponto positivo: Celeridade no processo de imunização!

    Edson Lima 08/05/2021
    1
  • Ponto negativo: Alguns querem furar a fila do bote salva-vidas, às favas a prioridade de mulheres, crianças e idosos.

    Fernando 02/05/2021
    0
  • Ponto negativo: É assinar o atestado de genocídio dos grupos mais vulneráveis da sociedade. Não tem vacina para todo mundo. Veja que neste momento precisamos aliviar as UTIs do SUS com a imunidade da vacina. As pessoas mais pobres não podem comprar comida, muito menos vacina, e são essas pessoas que precisam do amparo do SUS, que já entrou em colapso. 100% das vacinas devem ir para o SUS!

    Margarethe Knebel 22/04/2021
    3
  • Ponto negativo: Uma vergonha mobilizar o Congresso e o Governo Federal (pois as empresas privadas não poderão comprar as vacinas diretamente dos fabricantes, apenas por intermédio do Ministério da Saúde) para beneficiar uma parcela ínifma da população, e justamente os mais ricos, permitindo que estes "furem" a fila de vacinação em detrimento das faixas prioritárias e os mais pobres.

    Leafar Grecius 22/04/2021
    1
  • Ponto negativo: Os valores não devem ser abatidos do Imposto de renda pois, assim, à médio prazo, nós pagamos para que os empresários tenham sua mão de obra imunizada mais rápido que os demais e possa voltar às suas atividades. Somente os empresários que tiverem dinheiro para comprar vacinas agora serão beneficiados. Ou compra e doa tudo para o SUS como um verdadeiro ato humanitário desinteressado ou não abate do IR.

    Mauro Mohacsi 21/04/2021
    0
  • Ponto positivo: O mais incrível é ver a hipocrisia de muita gente, shopping abertos festas abertas eventos abertos igrejas abertas mais a escola que é o Problema existe o protocolo de segurança e uma estratégia de volta não simplesmente abrir as escolas e pronto meu povo a escola é essencial o ensino é essencial temos que ter investimento para essa volta segura com um limite de capacidade um regime rígido para que os alunos obedeçam todos os protocolos de segurança

    Vitor enderson 20/04/2021
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. INC 515/2026

    Requer o envio de indicação à Ministra de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) para que promova a convocação dos candidatos excedentes aprovados para o cargo de Auditor Fiscal do Trabalho (AFT) no Concurso Nacional Unificado 1 (CNP1), e também para convocação dos aprovados nos cargos de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD), e Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico (ATDS) no Concurso Público Unificado 2 (CNP2).