Enquete do PL 881/2021

Resultado

Resultado final desde 12/03/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 332 85%
Concordo na maior parte 1 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 57 15%

O que foi dito

Pontos mais populares

Esses médicos estão preparados sim para atender o povo brasileiro. Pior o CFM que fica convocando Veterinarios e graduando esudantes de Medicina com 75% do internato concluido, então isso quer dizer que eles se estão preparados para atender o povo. Todos são médicos formados no Brasil ou em qualquer parte do mundo e como todo tem muitos bons e outros ruins isso é algo que acontece em qualquer país muito além da preparacao das Universidades. Médicos formados no exterior tem demostrado seu valor.

Julia 09/04/2021
42

Um lado negativo desse projeto é que feri o ego de muito médico formado no Brasil que nunca fez nenhuma prova de ordem para verificar se tem conhecimento básico para clinicar.

Jean Vitor alves guimaraes 09/04/2021
8

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 67 encontrados.

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  • Ponto negativo: Permitir que pessoas sem comprovação formal das aptidões mínimas possam exercer uma atividade tão complexa e fundamental é no mínimo irresponsável. Aprovar essa PL é colocar a vida do brasileiro na mão de pessoas que se negam a provar que possuem conhecimentos básicos em medicina. Se são médicos, por que não fazer a prova de revalidação? Se são de fato médicos aptos, por que fugir desse processo legítimo? Nenhum país do mundo permite que pessoas formadas fora exerça a medicina sem revalidar.

    João Gabriel Villar Cavalcanti 30/09/2021
    0
  • Ponto positivo: Médicos que não sabem falar nem escrever em português podem forçar brasileiros a aprender dialetos diferentes para poder se comunicar com esses médicos, como o exemplo do médico que escreveu acima. Ademais, mesmo sem ser médicos (já que não conseguem passar numa prova de revalidação) podem exercer a medicina, fazendo com que leigos atendam a parcela pobre da população e preste um péssimo serviço aos mais carentes.

    João Gabriel Villar Cavalcanti 30/09/2021
    0
  • Ponto negativo: Disposição de trabalho é uma coisa e capacidade é outra..se um médico brasileiro quiser trabalhar em outro País terá que provar através de avaliação...faz a prova aprovou pode atender simples assim

    Camila Mazurana 06/09/2021
    1
  • Ponto negativo: Colocar formados sem comprovação mínima de requisitos onera o sistema e subjuga a população a riscos.

    Phelip Xavier 03/09/2021
    1
  • Ponto positivo: Nos trabalhaimos durante tres anos no programa mais médicos. Fuimos os primeros em incorporados a salvar vidas quzndo començo a pandemia no hospital de Campanhã com reconhecimentos do povo e ainda estamos trabalhiando em munivipios onde vcs não gostam e fomos acrptsdos e reconhecidos por noso trabalho eu faço convite para que vc se incorpore a ajudar a teu povo deixa ja de sacacanage e fofoca e ajuda s teu povo

    Mario Zayas Llorente 19/07/2021
    1
  • Ponto negativo: Total irresponsabilidade. Esses deputados querem fazer apenas populismo barato.

    Eduardo Müller Bordignon 18/05/2021
    1
  • Ponto positivo: O povo brasileiro em este momento precisa de nós, precisa de união, precisa de amor ao próximo.

    Daimy Luis Abreu 18/04/2021
    1
  • Ponto negativo: Se os estrangeiros são competentes que passem pela prova !? Acham q qualquer um pode chegar no pais exercendo a pratica medica?!!

    tatirosatelli 17/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Os médicos formados no exterior temos a disposição de trabalhar em qualquer lugar do Brasil.

    Rafael Pérez Pavón 16/04/2021
    1
  • Ponto positivo: Sería interesante revisar como acontecem as contratações de médicos brasileiros que trabalham até 120 horas por semanas.Acho que cobram por 120 horas por semana mais é impossível que um ser humano consiga trabalhar 120 horas semanal .Por favor revisem a nível nacional essa situação fraudulenta.Estão brincando com o dinheiro do povo .Isso não é saúde de qualidade esso é corrupção .

    Marilin Castillo Vargas 15/04/2021
    0

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    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.