Enquete do REQ 1/2021 CSPCCO

Resultado

Resultado final desde 12/03/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 35 100%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
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O que foi dito

Pontos mais populares

Os policiais militares estão atuando na linha de frente e constituem um público fundamental para a manutenção da ordem e da segurança pública, sendo imprescindível que continuem em condições de saúde para exercerem as sua atividades.

Eduardo Ribeiro 13/03/2021
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Esses profissionais não podem esperar gera stress e frustração.

Marcelo Silva 13/03/2021
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Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto positivo: Os bombeiros estão sujeitos aos mesmos riscos que os profissionais do SAMU que fazem parte dos funcionários da saúde e já foram vacinados. Os policiais são agentes utilizados para coibir as aglomerações, e estão diretamente ligados a manutenção da ordem pública. Todos profissionais reconhecido como fundamentais, que necessitam estar imunizados

    Daniel Evangelista 17/03/2021
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  • Ponto positivo: Profissionais da Segurança Pública não pararam um dia sequer nessa pandemia,estiveram sempre a frente de batalha,alguns contraindo o vírus,levando para casa,infectando familiares,sofrendo internações e vários infelizmente faleceram.

    Carlos Alves de Oliveira 13/03/2021
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  • Ponto negativo: Esses profissionais não podem esperar gera stress e frustração.

    Marcelo Silva 13/03/2021
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  • Ponto positivo: Valorização e respeito pra quem está no combate a favor da sociedade.

    Marcelo Silva 13/03/2021
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  • Ponto positivo: Que está na linha de frente deve ser vacinado antes.

    Marcelo Silva 13/03/2021
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  • Ponto positivo: Maior segurança para a sociedade e polícias que não se afastaram de suas atividades, pois desta forma, a segurança pública também não correrá risco algum, em um eventual crescimento de casos entre as forças policiais diversas, além de todo o efetivo estar abaixo do desejável em todo o país.

    cleber aparecido dos santos 13/03/2021
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  • Ponto positivo: Esses profissionais são linha de frente e estão sendo contaminados em larga escala. Questão de justiça.

    Raphael Vasconcelos 13/03/2021
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  • Ponto positivo: Positivo, porque os policiais estão na linha de frente nessa pandemia, atendendo várias pessoas diferentes, não sabendo que tipo de doença eles tem.

    Ademilson Pinheiro da Silva 13/03/2021
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  • Ponto positivo: Os policiais militares estão atuando na linha de frente e constituem um público fundamental para a manutenção da ordem e da segurança pública, sendo imprescindível que continuem em condições de saúde para exercerem as sua atividades.

    Eduardo Ribeiro 13/03/2021
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  2. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  3. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 614/2026

    Autoriza o Poder Executivo a promover transferência, movimentação, realocação, incorporação e manutenção do vínculo empregatício com a União dos empregados públicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e empregados das empresas públicas do setor metroferroviário federal desestatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização para entidades da Administração Pública direta ou indireta.

  6. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei