Enquete do PL 770/2021

Resultado

Resultado parcial desde 08/03/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 11 6%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 2%
Discordo totalmente 161 92%

O que foi dito

Pontos mais populares

Tudo agora é violência contra a mulher, daqui uns dias olha pra uma mulher vai ser considerado violência....

Jonh Cash 07/04/2021
41

Que loucura, falam em igualdade mas praticam o contrário.

Denis Rogerio da Silva 27/03/2021
40

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 37 encontrados.

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  • Ponto negativo: Menos mulheres vão ser contratadas.

    Lucas Lima 23/07/2021
    2
  • Ponto negativo: Mais privilégios femininos, e ainda fala que a mulher é oprimida, o homem heterossexual é só mais um marginal do mundo atual, sou marginal com muito orgulho, e logo logo vai chegar o ponto de criar em um muro igual em Berlim, mas veremos quem irá evoluir as mulheres e suas leis misandricas ou os homens marginalizados pelas leis porém sábios e criativos, resumindo ponto Negativo isso é um apartheid misândrico!!!

    Lobo do Norte 01/05/2021
    5
  • Ponto positivo: O ponto positivo é que nenhum empresário vai entregar mulheres, pois os homens marginalizados são os únicos que não trazem tantos problemas aos empresários.

    Lobo do Norte 01/05/2021
    3
  • Ponto negativo: Toda lei visa proteger pessoas sem distinção tendo como base o que rege a constituição em seu artigo 5°, esta proposta viaa criar uma narrativa descriminatoria e misandrica, passando por cima do que também abrange a CLT no trato de agressão.

    Leandro Flores 30/04/2021
    3
  • Ponto positivo: Isso é um holocausto de homens que estão fazendo no Brasil.

    carliano 12/04/2021
    6
  • Ponto positivo: Que absurdo essa proposta. É isso que o estado quer,a morte de nós homens.

    carliano 12/04/2021
    6
  • Ponto negativo: Solução? Não contrate mulheres, simples. Por esse tipo de lei que elas não são contratadas e a cada dia que passa ficam cada vez mais encalhadas. :/

    Leonardo Torres 12/04/2021
    9
  • Ponto negativo: O feminismo se supõe que era para ter direitos iguais. Eu fui assediado e agredido sexualmente no trabalho por várias mulheres, e quando criança também, mas parece que só querem fazer leis para metade da população. Esta lei contribui a aumentar a crença popular de que homem é violento naturalmente, e isso traz insegurança jurídica e social para os homens, especialmente quando agredidos por mulheres.

    Joan J. Ramírez 12/04/2021
    6
  • Ponto positivo: Uma lei absurda. Simplesmente sujeito a interpretações subjetivas podendo resultar em grandes injustiças. Sou sumariamente contra a proposta

    Felipe Barreiros 12/04/2021
    6
  • Ponto negativo: mulheres que cometerem falsas denúncias de violência doméstica serao tambem demitidas? A mulher que mentir sobre a conduta da vítima a fim de prejudica-lo no trabalho sofrerá qualquer pena?

    Felipe DeBritto 12/04/2021
    9
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.