Enquete do PL 768/2021

Resultado

Resultado parcial desde 05/03/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 318 96%
Concordo na maior parte 8 2%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 8 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não há pontos negativos na lei. A mulher continua tendo o direito de escolha, porém se optar por cezaria, infelizmente teria q ser no particular, sendo assim, não é opção para muitas mães que não pode arcar com um custo de oito mil reais em média, para realizar uma cezaria. Grata pela proposta, a minha torcida é grande para que se efetive como lei, e parabéns ao político em questão.

Emidia Lucia 23/07/2021
19

Assistam "Renascimento do Parto" no Netflix. Vejam os benefícios e malefícios de ambos os partos. O parto normal é, sem dúvida a melhor opção. Há muito estudo e pesquisa para o incentivo ao parto normal. Há mães que pedem cesárea devido a hipertensão e diabetes gestacional. Mas isso não indica cesárea. Pelo contrário, o risco de hemorragia materna numa cesárea é muito maior do que num parto normal.

Marbelle Ribeiro 05/02/2023
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 52 encontrados.

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  • Ponto negativo: 6 anos que este projeto está em tramitação, permanece nas mãos de senadoras do âmbito social e até o momento não há nenhuma proteção às mulheres parturientes ! Muitos estados estão modificando suas leis para que a mulher obtenha o direito à livre escolha da via de parto ,mas em âmbito nacional a espera é longa ,enquanto os dados de morte materna só aumenta ,sem contar os bebês que perdem o direito a vida . A mulher deve escolher e ter um pré-natal digno ,acompanhada por especialistas no SUS!

    BRENDA DARAH BENITES KHATAB 20/03/2025
    0
  • Ponto positivo: A escolha do parto cesariana deve ser dado às mulheres que apresentam riscos seja qual for este risco ! A unidade de saúde em muitas cidades não possuem obstetra e o pré natal é realizado por enfermeiras , que ocasionalmente induz a parturiente a escolha forçada do parto normal sem ao menos haver investigação adequada dos riscos que a mãe e o bebê poderão sofrer no momento do trabalho de parto.Deve haver ética dos profissionais de saúde e respeito à dignidade desta mulher.Um descaso total!!

    BRENDA DARAH BENITES KHATAB 20/03/2025
    1
  • Ponto positivo: O parto normal já diz tudo: É o normal. Toda mulher deve ter consciência que se ficar grávida vai passar por ele não tem outro jeito. As cesarianas devem se destinar somente para casos de riscos de vida da mãe ou da criança, pois é uma cirurgia delicada de médio porte que traz vários agravantes para o pós operatório. Sem extrema necessidade e sem riscos sérios ou motivos de saúde já existentes da mulher, Cesarianas são desnecessárias. Parto normal sempre!!

    Rosangela Jordão Ribeiro 27/03/2023
    2
  • Ponto positivo: Super a favor, na minha primeira gestação eu tive eclampsia, passei 3 dias em trabalho de parto sem SENTIR O LADO ESQUERDO DO MEU CORPO, foram 3 dias sofrendo o médico estourou minha bolsa por conta, eu estava apta a ter o parto natural porém nunca me recusei a cesária, e eles simplesmente me disseram que minha filha não nascia por que eu não estava ME ESFORÇANDO O SUFICIENTE, chorei de desespero quando uma enfermeira simplesmente empurrou a bebê na minha barriga, tenho trauma até hoje!

    Gabrieli Duarte 11/02/2023
    2
  • Ponto negativo: Negligência é uma mãe pedir por uma cirurgia de médio porte sem necessidade e com riscos maiores de morte materna e neonatal.

    Marbelle Ribeiro 05/02/2023
    2
  • Ponto negativo: Vejam: "O estudo "Morte materna no século 21", publicado em 2008 no periódico American Journal of Obstetrics and Ginecology, analisou 1,46 milhão de partos e encontrou um risco de óbito dez vezes maior para a gestante em cesarianas. Enquanto a taxa de morte em partos normais foi de 0,2 para 100 mil, no caso das cesáreas chegou a 2,2 por 100 mil." (BBC News)

    Marbelle Ribeiro 05/02/2023
    2
  • Ponto negativo: Assistam "Renascimento do Parto" no Netflix. Vejam os benefícios e malefícios de ambos os partos. O parto normal é, sem dúvida a melhor opção. Há muito estudo e pesquisa para o incentivo ao parto normal. Há mães que pedem cesárea devido a hipertensão e diabetes gestacional. Mas isso não indica cesárea. Pelo contrário, o risco de hemorragia materna numa cesárea é muito maior do que num parto normal.

    Marbelle Ribeiro 05/02/2023
    4
  • Ponto positivo: A mulher sofre muito a verdade e que os hospitais querem normal porque não fica muito tempo, no máximo até o dia seguinte e isso gera custo, aqui quem escreve é o marido preocupado com sua esposa se acontecer alguma coisa com ela ou meu filho eu irei até as últimas consequências do meu direito muito obrigado.......

    Vanessa Fortuna 06/11/2022
    5
  • Ponto positivo: Parto normal é parto seguro! O cenário atual no SUS é assustador, contabilizados todos os dias mortes de recém nascido e respectivamente das puérperas,esse cenário não pode continuar, e preciso de humanização em todos os atendimentos principalmente na hora do parto ! Vamos aprovar esse projeto de lei que só gera benefício para as Brasileiras, pois nós pagamos impostos e ainda e preciso pagar um plano de saúde para não passar por violência obstétrica na hora mais sublime de uma mulher.

    Glaucia Sales de Melo 02/08/2022
    5
  • Ponto positivo: A mulher deve ter o direito de escolher a via de parto, o que só é respeitado se for parto normal, e a gente sabe que principalmente no interior eles forçam o Pn até às últimas forças, aí sim partem pra césaria, nenhuma mulher deveria sofrer assim num momento tão incrível da vida. Sou completamente a favor da césaria.

    vida e fé 11/05/2022
    7
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  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 2341/2025

    O Projeto de Lei 2341/25 reduz impostos sobre jogos de tabuleiro no Brasil. Para isso, o texto equipara esses jogos a livros e materiais didáticos para fins tributários. Na prática, a proposta zera as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a venda e a importação de jogos de tabuleiro físicos. O texto também reclassifica esses produtos como bens culturais e didáticos nas tabelas oficiais de impostos, como a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e a Tabela de Incidência do IPI (TIPI). O autor, deputado Dr. Jaziel (PL-CE), afirma que jogos de tabuleiro modernos não devem ser tratados como brinquedos descartáveis. "São obras culturais que integram narrativa, design gráfico, lógica estrutural e, muitas vezes, pesquisa histórica e cooperação autoral", argumenta o parlamentar. O projeto também prevê critérios mais simples para a Receita Federal identificar quais produtos se enquadram na regra. Essa identificação poderá ser feita com base nas embalagens e nos manuais dos jogos, sem a necessidade de avaliar seu conteúdo pedagógico detalhado. O benefício fiscal não se aplica a jogos de azar ou que: incentivem violência sem justificativa, crimes, exploração sexual, uso ou venda de drogas, ou qualquer forma de humilhação da dignidade humana; divulguem pornografia, discriminação ou racismo, ou violem normas constitucionais de proteção a crianças, jovens e à paz social; e tenham classificação indicativa para maiores de 18 anos. A proposta altera a Lei de Contribuição para Programas de Integração Social. Próximas etapas O projeto será ainda analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei