Enquete do PL 741/2021

Resultado

Resultado final desde 05/03/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 18 5%
Concordo na maior parte 3 1%
Estou indeciso 2 1%
Discordo na maior parte 17 6%
Discordo totalmente 267 87%

O que foi dito

Pontos mais populares

O que raios custa fazer a lei para mulheres e homens igualmente? Por que estritamente para mulheres? Homens não sofrem destes males neste país? Ridículo.

Marcus Vinicius 05/06/2021
49

Isso é um absurdo o homem é descartado totalmente , a mulher já tem um mar de privilégios nesse país. Homem sendo vítima não vende!.

Alberto faria lancelotte 03/06/2021
49

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 64 encontrados.

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  • Ponto negativo: Um absurdo de lei, se já não bastava as inúmeras leis protetivas para as mulheres, falar apenas um "olá" pode colocar um homem na cadeia. Nojento.

    Robert Mattos 26/07/2021
    0
  • Ponto positivo: Durante anos só vejo leis que beneficiar uma ou algumas parte ,leis que dividem descaradamente a sociedade, hoje ser homen ,hetero ,cristão ,pardo ou branco já é crime . Bem vindo ao socialismo.

    Marcio Francisco Leandro 23/07/2021
    0
  • Ponto negativo: Esta lei vai marginalizar o homem, não estou falando em bandidos e agressores, estou falando de homens que querem se casar, ter filhos e ter sua linhagem continuada. A Carla Zambelli é uma feminista que está pautando interesses feministas para ferrar com os homens, com aval da Damares e Bolsonaro (em busca de votos). Marginalizarão os homens em ambientes profissionais e sociais. Minha irmã pode me denunciar falsamente, uma namorada louca e qualquer mulher em um condomínio.

    Hyan Gontijo 22/07/2021
    0
  • Ponto positivo: Escolhi ser solteiro, evito conversar com mulher, agora que nem converso mais...perigoso voce bloquear ou só não responder a mulher no whatzaap e ele denunciar por abalo emocional exclusão social.

    Vagner Shucrutz 20/07/2021
    6
  • Ponto negativo: Inconstitucional.

    Dilmino Freelula 19/07/2021
    0
  • Ponto negativo: Não pode fazer lei para um grupo de pessoas. Isto é inconstitucional (artigo 5 da CF:"todos são iguais perante a lei"). Além disso, a lei é absurda e mal redigida. O crime será doloso, culposo ou ambos? Se for culposo, em tese, todo mundo pode ser preso. Mesmo sem ter a mínima má-fé em causar dano a outrem. Um absurdo. De qualquer maneira, teria que ser uma lei para todos, porque dano psicológico INDEPENDE do SEXO. Homem também tem psicológico, não é máquina.

    Dilmino Freelula 19/07/2021
    1
  • Ponto negativo: Toda e qualquer lei de proteção à mulher deve se estender à criança, fruto da relação. Leis como esta ou até mesmo como a Maria da Penha, estão incompletas, quando a mulher a ser protegida tem filhos com o agressor. Sabemos que a violência continua com guarda compartilhada, com acusações de alienação parental(Lei que deve ser revogada com urgência), continua com a litigancia processual, medida protetiva que não se estende à criança... A conta não fecha.

    INARA DA SILVA SANTOS 10/07/2021
    0
  • Ponto negativo: Vocês depultados querem controlar o povo. O povo é o gado... só tem corrupção no governo agora querem mandar nos nossos sentimentos.

    Estácio De Sá 09/07/2021
    1
  • Ponto negativo: E se uma lésbica pedir outra menina em namoro mas a outra menina for heterossexual... ela pode chorar é a outra não aceitar o namoro... ou essa lei vale pra sexos iguais ou pra sexos diferentes?

    Estácio De Sá 09/07/2021
    0
  • Ponto positivo: Essa lei só quer dividir as pessoas. Se uma menina pedir o menino em namoro se ela chorar porque ele não aceitou o cara pode ser preso... mas tem muita menina que pode filmar ela chorando e falar que o cara que causou o prejuízo emocional nela... por isso tem que vetar. Essa lei é um absurdo

    Estácio De Sá 09/07/2021
    5

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei