Enquete da PEC 186/2019 (Fase 1 - CD)

Resultado

Resultado final desde 05/03/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 55 3%
Concordo na maior parte 30 1%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 166 8%
Discordo totalmente 1.947 88%

O que foi dito

Pontos mais populares

Paga o auxílio emergencial com o recurso do auxílio moradia dos judiciário, dos deputados e os auxílio extras da presidência da República.

Elzilene Do Nascimento 06/03/2021
60

O funcionalismo público é ainda o esteio do povo sem recursos, congelar seus salários entre outras coisas é deixar a todos sem recursos, isto irá impactar diretamente a Economia

Carlos Cesar Herman 07/03/2021
66

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 261 encontrados.

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  • Ponto negativo: O ENTRAVE!!! SUSPENÇÃO DE INCENTIVOS FISCAIS, PROGRAMAS COMO REFIS E CONCURSO PÚBLICO!!!!/////////EITA!!!!NESSE CASO O BRASIL PODE PARAR, NÉ?

    Arlinda Valerio 15/03/2021
    0
  • Ponto negativo: Concordo com o fato de que a população precisa de auxílio por parte do governo, mas este projeto têm como meio de autosustentação prejudicar o pagamento do servidor público. Em minha opinião deveriam fazer uma redução permanente de, no mínimo, 95% de todos os auxílios de todos os parlamentares, que são totalmente desnecessários, e transformar uma parte deste dinheiro em pagamento dos contemplados além de aumentarem a fiscalização dos beneficiados já que outrora muitos recebiam e não precisavam.

    Gabriel Affonso 15/03/2021
    1
  • Ponto negativo: Parcela indenizatória deveria ser paga sim, afinal tem o objetivo de cobrir despesas, de reembolsar o empregado de certos gastos. NO ESTADO DO ESPIRITO SANTO, POR EXEMPLO, OS SERVIDORES ESTÃO SEM RECEBER INSALUBRIDADE HÁ ANOS PORQUE NOSSOS POLITICOS NÃO REGULAMENTAM UM TRECHO DA LEI 46/1994 E USAM NOSSOS DIREITOS PARA OUTROS FINS.

    Fabricio Mathias Costa 15/03/2021
    0
  • Ponto negativo: Absurdo, o servido público está trabalhando e também é gerador de economia para o país. Onde já se viu o governo federal ingerir nas financas dos municípios? O município para de dar aumento aos servidores e enche as prefeituras de cargos de confiança, contratações direcionadas e terceirizações e isso não é investigado? O problema não é o servidor do município que causa prejuízo aos cofres públicos é a falta de gestão.

    ALAIN PEDRO FREITAS 15/03/2021
    1
  • Ponto negativo: O empobrecimento do país como um todo. arrocho aos trabalhadores que são na verdade consumidores. Coloca todas as nossas riquezas à venda. Tem que taxar as grandes fortunas.

    Álvaro Antunes 15/03/2021
    1
  • Ponto negativo: Tira os auxílios e alto salários dos políticos.

    Carla Calegari 14/03/2021
    3
  • Ponto negativo: Não foi por acaso a votação relâmpago e sem cobertura da mídia. Uma chantagem para atender o mercado financeiro que o Sr. Guedes lucra rios de dinheiro. Cade a Reforma Tributária na renda, lucros e bens? Imposto s/ Grandes Fortunas? Sacrificam que SERVE o país e premiam quem SUGA o país!

    Evandro Elias 14/03/2021
    3
  • Ponto negativo: Inflação aumentando e salários reduzidos, país empobrecido.

    Gerson Cruz 14/03/2021
    3
  • Ponto negativo: Onde está o arrocho de vocês políticos? Quantos assessores, cartões corporativos e benefícios vocês tem? Está na hora de vocês darem o exemplo, servidor já está sem aumento há muito tempo. Nem os 15% parcelados em 3x vocês cumpriram. Uma piada nacional!

    Tiago Souto 12/03/2021
    2
  • Ponto positivo: Por Deus vamos criar um ambiente nesse país de tradição em cumprir contratos. Parem de descumprir os contratos firmados com os servidores públicos. Esse país vive um impasse entre desenvolvimento público ou privado isso precisa ter um fim. Lutemos pelo que realmente funciona no Brasil a União entre direita e esquerda: economia mista, (Petrobras, Banco do Brasil, Eletrobrás, BB Seguridade, etc...). Lucro ao acionista + bons cargos e salários + serviços eficientes + Processos seletivos Justos

    João Rodrigo Amaral 12/03/2021
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PRL 1 CFT => PL 581/2019

    Parecer da Relatora, Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ), pela compatibilidade e adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 581, de 2019; e, no mérito, pela aprovação.

  4. PL 2341/2025

    O Projeto de Lei 2341/25 reduz impostos sobre jogos de tabuleiro no Brasil. Para isso, o texto equipara esses jogos a livros e materiais didáticos para fins tributários. Na prática, a proposta zera as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a venda e a importação de jogos de tabuleiro físicos. O texto também reclassifica esses produtos como bens culturais e didáticos nas tabelas oficiais de impostos, como a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e a Tabela de Incidência do IPI (TIPI). O autor, deputado Dr. Jaziel (PL-CE), afirma que jogos de tabuleiro modernos não devem ser tratados como brinquedos descartáveis. "São obras culturais que integram narrativa, design gráfico, lógica estrutural e, muitas vezes, pesquisa histórica e cooperação autoral", argumenta o parlamentar. O projeto também prevê critérios mais simples para a Receita Federal identificar quais produtos se enquadram na regra. Essa identificação poderá ser feita com base nas embalagens e nos manuais dos jogos, sem a necessidade de avaliar seu conteúdo pedagógico detalhado. O benefício fiscal não se aplica a jogos de azar ou que: incentivem violência sem justificativa, crimes, exploração sexual, uso ou venda de drogas, ou qualquer forma de humilhação da dignidade humana; divulguem pornografia, discriminação ou racismo, ou violem normas constitucionais de proteção a crianças, jovens e à paz social; e tenham classificação indicativa para maiores de 18 anos. A proposta altera a Lei de Contribuição para Programas de Integração Social. Próximas etapas O projeto será ainda analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 179/2026

    Dispõe sobre a modernização da Carreira Legislativa da Câmara dos Deputados, sobre a reestruturação da remuneração com base em critérios de desempenho, competências, metas, resultados, qualificação, crescimento profissional e dedicação contínua e dá outras providências.

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei