Enquete do PL 733/2021

Resultado

Resultado parcial desde 05/03/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 29 62%
Concordo na maior parte 2 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 2%
Discordo totalmente 15 32%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os deputados deveriam aprovar a PL q tramita na Câmara para aprovar o piso dos conselheiros turras. É colocarem um projeto para os Conselheiros Tutelares fazer parte da linha de frente para ter direito a vacinação. Os deputados deveriam tbm colorem uma lei para os políticos tbm ter cursos superiores para assumirem um cargo público.

Orivane Silva 30/03/2021
4

Exigir curso superior com um salário mínimo? A grande maioria dos municípios o piso do conselheiro é do salário mínimo. Não haverá candidatos para o pleito visto que se exige dedicação exclusiva para a área. Senhores deputados,vamos nos ater a coisas mais importantes,como por exemplo garantir recursos financeiros para termos políticas públicas de qualidade.

Paulo 30/03/2021
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 16 encontrados.

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  • Ponto positivo: Concordo com a obrigatoriedade d formação superior desde q os cursos sejam ligados às atividades inerentes ao cargo d conselheiro. Em grandes capitais, o salário de um conselheiro pode ultrapassar os 5 mil reais, e muitos ocupantes desses cargos demonstram pouco entendimento sobre suas responsabilidades. Acrescento ainda que seria benéfico implementar uma equiparação salarial nacional digna, ajustada às responsabilidades e complexidades do cargo juntamente com realização d concursos públicos

    Letícia 16/06/2024
    0
  • Ponto negativo: Que horror essa proposta, ELITIZAÇÃO do conselho tutelar? Criado no seio da redemocratização para que o conselheiro fosse membro da comunidade local a entender as mazelas sociais próprias sendo transformado em orgão distante da populacao? Nota ZERO pra preposição. Existem conselheiros tutelares sem nivel superior de educacao que dão baile de atendimento, de humanidade, de conhecimento da causa da infancia que muitos letrados por ai. Sinto mto, mas enterrem essa proposta rapido, à bem da infância

    Gio Borges 22/06/2022
    0
  • Ponto positivo: O nivel superior engrandecera o conselho tutelar

    Altair Rodrigues 17/03/2022
    0
  • Ponto positivo: Excelente proposta, Parabens pela iniciativa. O conselheiro tem que tratar com juiz, promotor de justiça, delegado, enfim, várias autoridades, além de pais inconsequente. Muito bom o projeto

    Altair Rodrigues 17/03/2022
    0
  • Ponto negativo: Quer dizer que se a pessoa tiver faculdade de gastronomia por exemplo, tem capacidade para ser um conselheiro tutelar?? Simplesmente por ter um diploma?? Absurdo dos absurdos, vai fazer lei para ajudar a população ,não para atrapalhar o desenvolvimento.

    Luciana Luiz 05/03/2022
    0
  • Ponto negativo: A função do Conselheiro de natureza administrativa é contemplada com o Ensino médio! O conhecimento de legislação referente a área da criança e adolescente também é ofertada obrigatoriamente em cursos de capacitação ao novo Conselheiro. Essa lei afasta o objetivo do ECA de que o Conselheiro seja uma pessoa da comunidade cuja realidade não é essa. Aliás nem os nobres deputados lhes é obrigatório a formação não é mesmo?

    Claudio Claudio 05/03/2022
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  • Ponto negativo: As prefeituras de cada cidade é que deveria decidir se seria ou não obrigatório o nível superior, Temos prefeitos no Brasil que mal tem o segundo grau.

    Nilcleber Maranhão 08/02/2022
    0
  • Ponto positivo: O Sr.Deputado poderia rever que os seus colegas também tenham nível superior, afinal suas funções também são de suma importância para a sociedade. Concordo em parte com a sua proposta.

    Nilcleber Maranhão 08/02/2022
    0
  • Ponto negativo: Ponto negativo já iniciou a partir do momento que foi aprovada a recondução ilimitada, que criou Conselheiros tutelares viciosos, sem conhecimento, que continuam agindo nas distorções do eca, ou seja, fazendo política da boa vinhaça p não perder a "boquinha na próxima eleição". Óbvio tem ótimos que querem combater as distorções,mas a maioria não, falo com experiência no meu colegiado. Os senhores deveriam ouvir primeiro nossa voz.

    Maria de Fátima Batista 16/01/2022
    0
  • Ponto positivo: Então coloca em votação um salário digno para os conselheiros, quem com curso superior vai querer ganhar um salário mínimo para tanto trabalho igual temos!

    Franqueana Moreira 17/12/2021
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).