Enquete do PL 725/2021

Resultado

Resultado final desde 05/03/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 159 19%
Concordo na maior parte 32 4%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 26 3%
Discordo totalmente 631 74%

O que foi dito

Pontos mais populares

Moço os bacharéis precisa e trabalha e exigem o fim desse exame.

Paulo Afonso oliveira de Moura sobrinho 08/03/2021
31

Aberração, essa lei da OAB não passou pelas casas legislativas. E o deputado não sabe disso? E querem alterar uma lei que nem existe no mundo jurídico? OAB existe de fato, mas não de direito. SOCORRO.

Ana Rogéria 08/03/2021
30

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 145 encontrados.

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  • Ponto negativo: Inaceitável limitar os conhecimentos natural e necessariamente vinculados. Quem atua em penal necessita, mesmo que minimamente, saber sobre civil, dentre outras matérias, pois é fundamental conhecer os conceitos, os fundamentos e até as origens, em cada ramo. O bom e eterno estudante que somos sabem disso.

    Alinye Thomaz 19/07/2021
    1
  • Ponto negativo: Projeto que é um erro tentando bisonhamente anular outro erro. O problema no mérito nem é a aprovação em exame ser exigida para obter licença profissional, mas sim o nível de exigência dantesco das provas (vide o último exame), o valor absurdo da taxa de inscrição e os enunciados cheios de ambiguidades e ambivalências. Conheço bacharéis que não conseguem passar, mesmo sendo dedicados, por falta de critério da OAB. Isto tem que cessar. E pelo que vejo, o PL em comento cria ainda mais celeuma.

    Augusto César 22/06/2021
    1
  • Ponto positivo: Excelente projeto de lei!! Oportuniza aos bacharéis, focados em um determinado ramo específico do direito, canalizar todos seus esforços e estudos naquilo que realmente fará sentido em suas práticas profissionais. É humanamente impossível algum operador do direito lograr excelência máxima em todas searas existentes, como o atual molde do exame propõe. São Dezenas! Portanto, a garantia do domínio de um setor do direito prepondera sobre o conhecimento variado, porém superficial na prát. juridica!

    Lucas Dalla Barba 11/06/2021
    6
  • Ponto negativo: O projeto não é de grande valia, afinal o curso de direito não forma apenas advogados, também existem cargos públicos que exigem a formação. Quem estuda independentemente da faculdade ou da qualidade do curso, consegue passar. Também destaco que a 2ª fase já abrange tal pedido da área, ou seja, acertando 40 questões você já consegue na focar na área de interesse. Em resumo, o projeto foi criado apenas para criar polêmica. Podemos lembrar das provas de concursos que tem até 4 fases. Estudem!!!

    Alexandro Diego Silva 09/06/2021
    4
  • Ponto negativo: O exame não pode limitar a uma única área, pois os estudantes sequer sabem em que área irão atuar. Com o modelo de exame que já existe muitos profissionais desqualificados são colocados no mercado, imagine se começar a facilitar ainda mais.

    Rogeane Camelo 08/06/2021
    4
  • Ponto negativo: Discordo complemente , trava por completo a possibilidade de mudança ou o poder de atuar em 2 áreas que se tem afinidade e o profissional se dedica .

    Rone Barbosa 07/06/2021
    3
  • Ponto negativo: Acho o projeto de lei de caráter discriminatório, uma vez que em 5 anos de faculdades passamos por tds as areas de Direito. Ademais, caso queira atuar em outras áreas tera q fazer outro exame,ou seja, mais arrecadação para o órgão. E como fica a anuidade? Quem atua em 1 área contribui com.o mesmo valor? ABSURDO.!

    Sueli Aparecida Cruz Rodrigues 04/06/2021
    5
  • Ponto negativo: A proposta é somente mais uma tentativa de enfraquecer a OAB. Em vez disso, o deputado deveria discutir a qualidade dos cursos, muitos deles em faculdades particulares, que formam bacharéis incapazes de passar em uma simples prova em que, na 1ª fase, o candidato só precisa acertar 50% da prova (40 questões de 80) e na 2ª fase precisa apenas de nota final 6 de 10. É um absurdo passar 5 anos em um curso e não conseguir passar em uma prova com esses requisitos.

    Reginaldo Nunes Chaves 01/06/2021
    4
  • Ponto negativo: O bacharel poderá em outras áreas, mesmo não demonstrando conhecimento necessário, o que pode ser ainda mais catastrófico! Além disso, muitos bacharéis ainda não tem convicção sobre a futura área de atuação.

    Safira Prado 19/05/2021
    3
  • Ponto positivo: Acredito que facilitará a admissão dos bacharéis e a especialização dos mesmos.

    Jose Carlos da paz Mendes 24/04/2021
    6

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.