Enquete do PL 640/2021

Resultado

Resultado parcial desde 01/03/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2 6%
Concordo na maior parte 1 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 11%
Discordo totalmente 22 79%

O que foi dito

Pontos mais populares

É um setor privilegiado, onde explora demasiadamente o nosso mercado de redes sociais com inúmeras publicidades diretas e subliminares e com pouca contrapartida contributiva de tributos. Sendo os seus lucros por tais serviços remetidos integralmente para os seus países de origem e não investidos localmente.

Elvson 05/03/2021
1

A presente medida pode encarecer alguns serviços de conteúdos online.

Elvson 05/03/2021
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto negativo: Mais impostos, com já tantos que tem e ainda quer tratar sobre a internet, e ainda é um deputado que se diz do lado do governo e do povo!!!

    Fagner Rodrigues 16/05/2021
    0
  • Ponto negativo: Disney+ oferece seus serviços para nosso território através de uma empresa brasileira, que emite NFe de Serviço, recolhendo impostos ISS, PIS e COFINS. O projeto de lei poderia incentivar as demais prestadoras de serviço a abrirem empresas no Brasil para que o recolhimento dos impostos sejam realizados. Hoje o cenário politico economico está fazendo o contrario, afastando as empresas do Brasil. Não vejo como um novo imposto resolveria o problema. Isso é repassar a bola pro consumidor final.

    Jefferson Pires 09/03/2021
    1
  • Ponto negativo: O Brasil não precisa de mais impostos ou tarifas, e com certeza esse custo será direcionado ao consumidor, que está cansado de bancar os luxos de Brasília

    Tiago Oliveira 08/03/2021
    0
  • Ponto negativo: O Brasil é o epicentro do imposto, é inacreditável. No final, este imposto gerado será cobrado proporcionalmente no contrato do serviço, e o usuário terá de arcar com os custos. Começa-se com 3%, daqui a pouco será 10%, 20%, 50%...

    Herick 08/03/2021
    1
  • Ponto negativo: discordo. ainda mais impostos. já pagamos impostos demais. novo imposto para "beneficiar" a população. sei.

    Elton Jonh 08/03/2021
    1
  • Ponto negativo: Criação de um novo imposto que irá encarecer um produto para levantar fundos para outra causa. Mas com a alta taxa de impostos brasileiros isso já seria possível se não fosse gasto tanto dinheiro com cargos públicos e desvios de verba. Teríamos dinheiro de sobra pra realizar essas ações, como a proposta, sem ter de criar um novo imposto que só irá onerar o brasileiro.

    Joao Henrique Sass 08/03/2021
    1
  • Ponto negativo: Mais uma taxação. Será que já não há bastante impostos, taxas, contribuições etc. ?

    Reynaldo Wongtschowskli 06/03/2021
    2
  • Ponto positivo: É um setor privilegiado, onde explora demasiadamente o nosso mercado de redes sociais com inúmeras publicidades diretas e subliminares e com pouca contrapartida contributiva de tributos. Sendo os seus lucros por tais serviços remetidos integralmente para os seus países de origem e não investidos localmente.

    Elvson 05/03/2021
    1
  • Ponto negativo: A presente medida pode encarecer alguns serviços de conteúdos online.

    Elvson 05/03/2021
    2
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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  4. PL 849/2025

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