Enquete do PL 639/2021

Resultado

Resultado final desde 01/03/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 185 93%
Concordo na maior parte 4 2%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 10 5%

O que foi dito

Pontos mais populares

A classe contábil está te do dificuldade de acesso as informações e também está com dificuldade de atendimento pois muitos municípios estão com restrição de atividades. Pelo bem da classe contábil que também possui família, deixem que possamos nos preservar nesse momento difícil da saúde mundial

Rafael Oliveira 20/03/2021
17

Não há nada em negativo na proposta. Surreal é precisar de proposta pra o óbvio. Pra começar o prazo já não é dos mais generosos, inclusive, é um cativeiro para contribuintes que precisam fazer e não podem pagar um contador, por isso demoram mais pra fazer, e sim, com intuito de fazer tudo certinho. O contribuinte precisa ser visto como tal e não como um "cargueiro"

FS G 23/03/2021
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 38 encontrados.

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  • Ponto positivo: Muito pertinente pela a realidade que muitos estão vivendo no momento.

    Fabricia Paiva 23/06/2021
    0
  • Ponto positivo: Derrubem o veto, por favor! Quem diz conseguir tudo por email, não sabe o que é ter que correr atrás de declaração! Imaginem quem não está podendo sair de casa?

    HENRIQUE AJUDARTE PINHEIRO DOS SANTOS NASSIF 18/05/2021
    1
  • Ponto positivo: Agora é essencial que o veto seja derrubado o mais rápido possível, sob pena de criar muita confusão.

    Jorge Marques 11/05/2021
    2
  • Ponto positivo: Acho muito bom, pois já deveria ser padrão entregar até o meio do ano pois vc tem tem que ir atrás de muita coisa e deixar tudo ok para não cair na malha fina. O Executivo vetou, e agora, a Câmara vai derrubar o veto?

    Laerte Batista Viana 10/05/2021
    3
  • Ponto positivo: Acho super correto a proposta e para os que estão dizendo que recebe os documentos pelo email, lembre se q estamos no Brasil estou desde o início do ano tentando receber o informe d rendimentos do meu avô pelo email e até agora nada, atendimento presencial esta parado e ele é do grupo de risco,vc liga ngm responde, manda email ngm responde espero q seja aprovada para ver s até julho s resolve essa questão e sem contar q tudo está muito caro qnt mais tempo tivermos para nos organiza melhor

    Larissa Xavier Campos 01/05/2021
    4
  • Ponto positivo: Infinitamente impossível encerrar todas as declarações até 31.05 escritorio e empresas fechadas p acesso presencial, funcionários afastados por covid, coitados de nós contadores

    maria lucia sforsa silva 29/04/2021
    6
  • Ponto positivo: Acho muito bom a prorrogação para que todos possam se organizar. A questão principal é que muitas famílias estão dificuldades de se organizar porque têm alguns de seus membros com Covid ou com sequelas dessa terrível doença . Nessa situação fica difícil ter cabeça para ir atrás dos documentos... O adiantamento trata-se de uma questão de humanidade, solidariedade e empatia.

    Mauro Müller Gompertz 24/04/2021
    5
  • Ponto positivo: Excelente proposta! Devemos pensar que com as restrições de locomoção e atendimento, muitas pessoas não estão conseguindo os documentos necessários na mesma velocidade e facilidade que anos anteriores. Outro ponto são os profissionais que trabalham com DIRPF que tiveram ou que tem que manter horários e quadro funcional reduzido! Caso o Governo não queira que seja afetado o orçamento em função das quotas, sugiro limitar o pagamento da ultima quota até 31/12/2021. Assim todos saem ganhando. Sds.

    MICHEL KLEIN MACIEL 23/04/2021
    4
  • Ponto positivo: A atual situação pandêmica exige que esta prorrogação seja necessária.

    Helio Sedeh Padilha 22/04/2021
    3
  • Ponto positivo: Pela situação passa o mundo inclusive Brasil, nada mais justo postergar entrega IRPF é seus pagamentos.

    Claudio Fernandes 14/04/2021
    4

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.

  4. PL 2332/2022

    Altera a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (Estatuto do Servidor Público Federal), para permitir que servidor público possa ser microempreendedor individual (MEI).

  5. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  6. PL 3015/2025

    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei