Enquete do PL 573/2021

Resultado

Resultado parcial desde 24/02/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 62 73%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 21 25%

O que foi dito

Pontos mais populares

quando a maconha foi criminalizada, foi junto da capoeira e do pagode, por ser uma erva que os escravos usavam, e, até hoje é usada como instrumento de racismo em nosso país. Colocando os usuários de pele clara como usuário mesmo transportando Kilos de maconha e usuários negros como traficante, mesmo se estiver em seu porto apenas algumas gramas. Um caso que explica bem isso é de Rafael Braga.

Lucas Corleone 04/03/2021
10

Cada vez mais colocamos políticos sem nenhum conhecimento em prol do povo e para o bem de tds!

Walker Reis Amorim 02/03/2021
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

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  • Ponto positivo: Só não entendo como o Alcool faz tantas vitimas no ano, não só em caso de acidentes mas também de agressões domesticas... "Beber cachaça e b4t3r na familia pode, mas fum4r um b4s34do e comer um hamburguer... Jamais..." isso é o cumulo, sinceramente

    Pablo Ursulano Santana 03/04/2023
    2
  • Ponto positivo: além do preconceito diario que sofremos mesmo com a receita e a regulação perante a lei... Outros pontos positivos da legalização é a arrecadação para os cofres publicos através de taxas e/ou impostos sob o produto, assim como qualquer outro, além de aquecer a economia do país, aumentando a taxa de emprego em varios setores ligados ao produto, pode reutilizar o dinheiro para campanhas de combate ao uso exagerado/indiscriminado/desregular

    Pablo Ursulano Santana 03/04/2023
    1
  • Ponto positivo: Essa conversa de que a "maconha é a porta de entrada pra outras drogas!" já não tem nem mais pé ou cabeça... é só se informar com a maioria dos usuarios/pacientes que conhecem e entendem sobre o produto de que essa história ai é mentira, nunca quis me envolver com qualquer outra substancia, inclusive parei com o Alcool... a Maconha me ajuda não só na Ansiedade mas também na procrastinação ( o que pode ser estranho, mas me sinto mais motivado)...

    Pablo Ursulano Santana 03/04/2023
    2
  • Ponto negativo: Somente aqueles que tratam das pessoas dependentes químicas compreendem que a maconha é a porta de entrada de várias outras drogas que destroem. Você pode dizer que não podemos generalizar e que deve haver um limite, mas se há um risco grande, como temos observado e podemos evitar, acredito que devemos fazer isso. Legalizar a maconha é dar acesso a mais pessoas se tornarem dependentes.

    Felipe Thomás Aguirra 28/08/2022
    0
  • Ponto negativo: Se hoje há um estado de coisas em total descontrole com drogas de uso permitido e pessoas cada vez mais jovem fazendo uso de entorpecentes em via pública, que dirá se houver total permissividade de porte, posse e uso. O projeto destoa da realidade de saúde e cultura no Brasil é um projeto esdrúxulo fruto de quem vive longe das periferias e não teriam na porta de sua casa pontos de compra e venda e uso livre de drogas. Esse é o tipo de projeto que nasce morto!

    João Paulo Oliveira 11/05/2022
    0
  • Ponto positivo: O porte para uso próprio deve ser descriminalizado, para acabar com o encarceramento em massa da população pobre, principalmente dos jovens negros. A decisão sobre a quantidade ser para uso próprio deve deixar de estar a cargo das autoridades policiais e judiciais de plantão, deve haver critérios objetivos em relação à quantidade a ser considerada como para consumo próprio.

    Rosemari Almeida 07/07/2021
    2
  • Ponto negativo: isso vai abrir portas para toda e qualquer droga ilícita, transformando carteis em empresas e fazendo com isso um numero muito maior de vitimas.

    Andrea Gomes Fantinel 22/06/2021
    0
  • Ponto positivo: TOTAL POREM É UMA PLANTA ELA EXTRAI DERIVADOS SALVA VIDAS ABRI PORTAS PARA O MERCADO E GERA MAIS EMPREGOS E IMPOSTO PARA O NOSSO GOVERNO

    Leon Francis Pereira 01/06/2021
    5
  • Ponto positivo: Alguém tinha que colocar isso em pauta no Congresso Nacional. Não é possível que o Brasil vai ser um dos últimos a descriminalizar a maconha entre todos os países. Vamos apoiar a proposta e defende-la dentro das nossas casas, nas rodas de amigos, familiares etc. Senão, continuaremos a ver a polícia torturar as pessoas por portarem uns baseados ou uma flor de cannabis no seus bolsos.

    FABIANO GUALBERTO DE ARAUJO 30/04/2021
    4
  • Ponto positivo: Isso é a nossa liberdade!

    EDUARDO BANKS 20/03/2021
    3
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.