Enquete do PL 556/2021

Resultado

Resultado parcial desde 23/02/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 180 93%
Concordo na maior parte 5 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 1%
Discordo totalmente 5 3%

O que foi dito

Pontos mais populares

Porte de arma deve ser um direito de todo cidadão do bem!

Maicon Silva 23/03/2021
11

A lei só visa acelerar o acesso($$ pra indústria), mas em nada impoe uma obrigação ao sujeito para treinar e se manter responsável com o armamento. Porte para uma população que estora por qualquer coisa no trânsito, em casa ou discussões de mesa de buteco, stripbares ou casas de prostituição só vai trazer mais tragédias, deliberada ou "sem intenção" -nque sempre é a desculpa do "cidadao de bem" que depois de ser contrariado aponta a arma para a desavença e so vai se arrepender depois.

Fabio C. Nunes 08/03/2022
0

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Exibindo resultados 1 a 10 de 33 encontrados.

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  • Ponto negativo: A dificuldade para pessoas de bem em ter tudo legalizado e registrado, e os altos valores de taxas e dos impostos sobre armas e munições, são tantas, que não sei como os "bandidos" conseguem ter um arsenal nas mãos: pistolas, escopetas, fusível, granadas, carabinas, e um monte de munição !!

    Andrelllapa 70 21/02/2023
    0
  • Ponto positivo: Vc precisa estar em casa, com muro alto, cerca elétrica, sistema de câmeras e vídeo, para lhe dar uma certa sensação de segurança. Vem bandidos sem CR, sem Porte, Sem Registro, Sem Guia de Tráfego, e te esculacha na frente da sua família. Fui assaltado ano passado, hoje estou preparado e aguardando este meliante vir me fazer outra visita. Ele vai encontrar o Capeta rapidinho !!!

    Andrelllapa 70 21/02/2023
    0
  • Ponto positivo: Parabéns Srs Congressitas. Arma legal e registrada. Com valores de acesso democrático.

    JairGuilherme Fernandes do Valle 29/11/2022
    2
  • Ponto positivo: Quem é contra, apenas não compre pois quem tem arma sabe a dificuldade que é para conseguir, não vai sair por ai fazendo graça para perder o porte.

    Fabio Moreira 27/08/2022
    2
  • Ponto positivo: Apoio a redução das taxas absurdas e o direito de defesa do cidadão de bem !

    Carlos Athie 18/08/2022
    2
  • Ponto positivo: Mais q na hora de rever essa burocracia era 1400 reais porte hoje ta 1000 reais , 500 reais ficará acessível bem pensado

    Marcos Ernandes da Rosa 06/08/2022
    2
  • Ponto positivo: Defesa pessoal, um direito de todos. Estamos no melhor momento do Brasil, a hora é agora!!!

    ROBERVAL ALVES SOARES JUNIOR 27/07/2022
    3
  • Ponto positivo: O direito de defesa a vida é inquestionável, o direito de defesa ao lar e a família não são questionáveis. A liberdade de escolha de portar uma arma não deve ser tolhida por nenhum governo. O governo não é tutor de nenhum cidadão de bem em plena consciência de seus deveres e obrigações. Dificultar ou proibir o uso de armas é hipocrisia .Só serve para dar ao bandido a certeza da impunidade ao invadir um lar familiar ,ou assaltar qualquer indivíduo.

    Marcos Senna 29/06/2022
    5
  • Ponto positivo: Não se trata de armas, trata-se de Liberdade, de exercício de Direitos, o Estado Brasileiro deve parar de tratar seus cidadãos como incapazes, se desvio de condutas houverem: aplica-se os rigores da Lei.

    Eli t. 09/06/2022
    7
  • Ponto positivo: Muito caro, precisa urgentemente dessa redução para ficar mais acessível ao povo!

    Cristian Cardoso 27/04/2022
    7
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2564/2025

    O projeto de lei 2564/25 do deputado Lucio Mosquini (MDB-RO) altera a Lei dos Crimes Ambientais para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares na fiscalização ambiental. O texto proíbe o embargo baseado apenas na detecção remota de supressão de vegetação e prevê a notificação prévia ao autuado para apresentar esclarecimentos. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo da medida é evitar o agravamento do dano, interromper sua ocorrência e resguardar a recuperação da área. Pelo texto, o agente de fiscalização poderá adotar medidas cautelares quando houver dano ambiental, mas tais medidas não poderão antecipar as sanções administrativas. Se isso ocorrer, o processo poderá ser anulado. Segundo Lucio Mosquini, a proposta busca diferenciar melhor a medida cautelar da sanção administrativa. Ele afirma que a medida cautelar tem caráter de proteção imediata, enquanto a sanção tem caráter punitivo. O deputado argumenta ainda que  áreas têm sido embargadas com base em apuração remota, sem oportunidade de defesa prévia. “Qualquer medida que possa impor prejuízo ao autuado deve ser precedida de ampla defesa e contraditório”, diz o autor. Próximos passos O projeto tramita em regime de urgência e pode ser votado diretamente pelo Plenário. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  3. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 614/2026

    Autoriza o Poder Executivo a promover transferência, movimentação, realocação, incorporação e manutenção do vínculo empregatício com a União dos empregados públicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e empregados das empresas públicas do setor metroferroviário federal desestatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização para entidades da Administração Pública direta ou indireta.

  6. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei