Enquete do PL 538/2021

Resultado

Resultado parcial desde 23/02/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 151 85%
Concordo na maior parte 15 8%
Estou indeciso 3 2%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 8 5%

O que foi dito

Pontos mais populares

A categoria agora tem alguém que defenda nossos interesses! Regulamentar é evitar o abuso e buscar de forma democrática uma equiparação junto ao mercado

Pedro Alexandre 12/03/2021
3

Ao buscar entidade ANPROTEC mencionada no texto da PL achei duas com o mesmo nome. Uma ligada a área de tecnologia, o que descaracteriza a representação dos profissionais e outra que é ligada aos profissionais porém não achei o CNPJ, logo não podem estar no projeto de lei

Lissa 25/02/2021
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 23 encontrados.

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  • Ponto positivo: Eu concordo com a regulamentação dessa profissão para que esses profissionais sejam valorizado, tendo em vista que os mesmos estão diretamente na frente da obra. Não desmerecendo outros profissionais que atuam paralelamente com essa profissão como dito em outros comentários engenheiros nutricionistas entre outros...

    JECÉ MARQUES DE SOUSA 13/05/2021
    0
  • Ponto negativo: Já temos uma profissão com essas atividades regulamentadas que é RELAÇÕES PUBLICAS. Que já tem um sistema de conselho federal e regionais.

    monique amaral 02/05/2021
    0
  • Ponto positivo: Regulamentar a gente

    PAULO ALEXANDRE RAMIRES JOSE 25/03/2021
    1
  • Ponto positivo: Concordo com a regulamentação para dar segurança e qualidade aos trabalhos.

    Marcelo Mutti 22/03/2021
    1
  • Ponto positivo: Regulamentar a profissão se traduz diretamente em qualidade, segurança e profissionalismo. Dessa forma, todos os envolvidos, seja o cliente ou o profissional (agência/produtor) serão beneficiados - de uma lado temos o cliente se beneficiando por ter profissionais REALMENTE capacitados, e do outro lado, temos o profissional, finalmente amparado por alguma legislação. O reflexo é positivo para toda a sociedade, gerando eventos mais seguros e tributação para o Estado.

    Thiago Sanchez 16/03/2021
    3
  • Ponto positivo: A categoria agora tem alguém que defenda nossos interesses! Regulamentar é evitar o abuso e buscar de forma democrática uma equiparação junto ao mercado

    Pedro Alexandre 12/03/2021
    3
  • Ponto negativo: Não cabe a um Produtor ou Técnico de Eventos "realizar testes de segurança". Além de muito vago (não esclarece que tipo de segurança, se alimentar, estrutural, elétrica...), existem profissionais específicos para essa atividade. Cabe a esses profissionais GARANTIR que sejam realizados todos os projetos, cálculos, testes e documentação de responsabilidade, pelos Profissionais Capacitados de cada área, como Engenheiros, Nutricionistas e/ou profissionais de saúde.

    Pedro Henrique Vilela Zuchi 10/03/2021
    2
  • Ponto negativo: Não cabe a uma associação já existente, o papel de Orgão Regulamentador como foi colocado nos artigos 1o e 9o dessa PL. Esse papel é de um Conselho, e sua função é garantir que o exercício da profissão não vá gerar riscos a sociedade, fiscalizando os profissionais e seus requisitos mínimos de conhecimento.

    Pedro Henrique Vilela Zuchi 10/03/2021
    1
  • Ponto positivo: Temos que ter o reconhecimento imediato destes profissionais o mais rápido possível. Esse não reconhecimento atual é inadmissível!

    Michel Pereira 06/03/2021
    2
  • Ponto positivo: Tornar o exercício da profissão regulamentado, definindo direitos e deveres, que garantirão respaldo jurídico em benefício dos prestadores de serviço do setor, melhoria nas relações com contratantes, união da classe através do cadastro, debate e compartilhamento de necessidades e avanços em prol de todos envolvidos.

    Celso 03/03/2021
    3
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 2386/2023

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  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

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