Enquete do PL 528/2021

Resultado

Resultado final desde 23/02/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 72 63%
Concordo na maior parte 13 12%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 3 3%
Discordo totalmente 23 21%

O que foi dito

Pontos mais populares

É necessário aguardar a regulamentação do Art 6º do Acordo de Paris

Rachel 23/02/2021
5

Não há nenhum benefício ambiental, o Brasil é o país que mais preserva. O alimento irá encarecer muito e poucos terão acesso, por isso já desenvolvem farinha de barata. Não será diferente da fome vermelha. O Brasil jamais deveria ter assinado a agenda 2030 da ONU. Este governo nunca foi conservador.

Lucília Simões 11/09/2022
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 13 encontrados.

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  • Ponto positivo: Isenção tributária para quem aposta na conservação é um grande avanço, já que as transações no mercado voluntário registram crescimento significativo, em especial, na Amazônia a na Mata Atlântica. Por sua vez, o governo deve incentivar o setor do agro também possui capacidade de "insight" no ingresso utilizando metodologias adequadas às suas atividades, como pecuária e agricultura, elevando capacidade de sequestro de GEE e aumento da taxa de produção, por meio de tecnologias sustentáveis.

    Guilherme Sobral 02/02/2023
    1
  • Ponto negativo: Texto defende "forte regulamentação" para evitar dupla contagem. Já existem entidades independentes que garantem integridade dos projetos. Trata-se portanto, de uma desculpa para interferir no mercado voluntário, o que prejudica as relações comerciais, violando principalmente a governança local, quando se trata de indígenas, quilombolas e povos e comunidades tradicionais. Estes devem decidir quais projetos serão implementados (OIT169). O território pertence a essas comunidades e não ao governo!

    Guilherme Sobral 01/02/2023
    2
  • Ponto negativo: O Brasil é o país que mais preserva seu meio ambiente: quase 70% da Amazônia ainda é mata virgem; nossa matriz energética é 80% limpa e renovável (hidrelétricas, Energia eólica, solar). Além disso o Brasil responde por apenas 2.9% de emissão de gases nocivos em relação aos demais países.

    edson araujo 21/09/2022
    2
  • Ponto negativo: A isenção de impostos (prevista na PL) para aqueles que aderirem à proposta, é algo que deve ser visto de forma positiva. No entanto, é inegável que isso iria favorecer estes produtores em detrimento dos que não aderirem à proposta. Não é apenas ideal que eles recebam isenção, mas os demais produtores também, bem como todos os cidadãos

    Brendo 15/09/2022
    1
  • Ponto negativo: A agenda ambientalista faz parte da agenda globalista, ditada por um grupo de pessoas - cabal/deep state - que quer impor uma nova ordem mundial, com vários objetivos - escassez de alimentos/combustível/eletricidade, e a carne é o alimento mais importante, por ser um alimento de alta saciedade e principalmente para o cérebro. Eles querem até ditar o que as pessoas podem ou não podem comer. Ninguém ganha, todos perdem, em especial o povo. Devemos lutar contra, pela nossa liberdade.

    Carla 13/09/2022
    4
  • Ponto negativo: Não há nenhum benefício ambiental, o Brasil é o país que mais preserva. O alimento irá encarecer muito e poucos terão acesso, por isso já desenvolvem farinha de barata. Não será diferente da fome vermelha. O Brasil jamais deveria ter assinado a agenda 2030 da ONU. Este governo nunca foi conservador.

    Lucília Simões 11/09/2022
    7
  • Ponto positivo: Acredito que haverá maior difusão da sustentabilidade desta ideia, a inclusão conjunta dos casos que contemplem até os: agricultores familiares; proprietários de terras de reserva ecológica; propriedades que possuem decomposição biológica para fins de biogás; proprietários de geradores domiciliares de Geração Distribuída de energia elétrica (solar, eólica, mini hidrelétrica, biogás); produtores residenciais de sistemas de energia solar térmica; proprietários de veículos elétricos; entre outros.

    Geraldo Minhaqui 19/05/2022
    0
  • Ponto positivo: É necessária uma regra ou proposta diferenciada o agricultor familiar, que correspondem a mais de 76% das propriedades rurais no Brasil. As regras estabelecidas hoje só beneficiam médias e grandes áreas, fugindo do objeto de neutralização do carbono e se tornando apenas mais um mercado lucrativo dos países europeus.

    Robson Sousa 07/03/2022
    0
  • Ponto positivo: Acredito que o livre comercio de creditos de carbono, apenas gerido pelo proposto Instituto Nacional de Registro de Dados Climáticos (INRDC), é uma excelente proposta. O Brasil está perdendo uma grande oportunidade economica nesse momento por nao ter uma regulamentaçao aprovada e operante a todos que quiserem participar nesse momento! Alem dos beneficios aos meios naturais obviamente!

    Adriano Sommerlatte 13/12/2021
    2
  • Ponto positivo: Muito pertinente a PL 528/2021. Saliento a necessidade e oportunidade para que produtores em pequenas propriedades (proprietarios ou inquilinos) possam participar do comercio de carbono. A exemplo do que ja ocorre em outros paises. Alem de incentivar a preservaçao das reservas atuais podera incentivar projetos de regeneraçao natual e/ou produçao equilibrada com a natureza, tambem trara renda extra aos pequenos produtores motivando-os a manterem-se no campo.

    Adriano Sommerlatte 13/12/2021
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).