Enquete do PL 506/2021

Resultado

Resultado final desde 19/02/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 25 27%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 3%
Discordo totalmente 66 70%

O que foi dito

Pontos mais populares

O Brasil é um país muito novo e livre, todos devemos expressar aquilo que sentimos, nossa liberdade não pode ser tirada. Que história será contada para as próximas gerações

Eduardo Carvalho 04/03/2021
3

O artigo ainda cria alguma zona cinzenta na definição sobre o que é "fazer apologia?". Poderia haver alguns incisos em rol não taxativo elencando condutas que caracterizariam a "apologia" a que faz referência a cabeça do artigo.

Renan Oliveira 23/02/2021
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 23 encontrados.

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  • Ponto positivo: Analogamente ao a Holocausto Judeus promovido pelo nazismo, a Ditadura Civil-Militar Brasileira de 1964 a 1985 também promoveu inúmeros atentados aos direitos humanos e individuais. Dessa forma, seria justo que não apenas deva ser proibida a apologia a tal mácula sócio histórica, como também fosse criminalizada a fim de evitar que alguém usurpando da democracia, uso dos meios democrático para acabar com ela. Assim como Karl Popper afirma , é necessário intolerância com os intolerantes.

    Laís S. Xavier 28/04/2021
    0
  • Ponto negativo: Mais uma tentativa de impor a ditadura de narrativa. Os partidos políticos que defendem ditadores e ditaduras comunistas e socialistas pelo mundo não podem definir o que seja ou não uma ditadura. O Brasil não aceita nenhum ditadura. Nem militar, nem de proletariado, nem comunista ou socialista. No entanto vivemos em uma democracia, na qual é permitido apologia às drogas, ao aborto à vitimização dos bandidos. Então deixem o povo expressar seus anseios e os políticos entendam o que o povo precisa

    Cleber 26/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Se for para criminalizar, sou a favor de que criminalizem apologia a qualquer movimento ditatorial. Socialismo, comunismo ou ditadura imposta pelo poder judiciário. Sou a favor de criminalizar a ajuda financeira dada a ditadores e ao reconhecimento dedicado a eles.

    Cleber 26/04/2021
    0
  • Ponto positivo: O Brasil é um país muito novo e livre, todos devemos expressar aquilo que sentimos, nossa liberdade não pode ser tirada. Que história será contada para as próximas gerações

    Eduardo Carvalho 04/03/2021
    3
  • Ponto negativo: Se vai ser crime a apologia à ditadura, então que seja crime o comunismo, porque é regime ditatorial.

    teofilo andre cristaldo dos santos 04/03/2021
    1
  • Ponto negativo: Voto sim quando apologia ao comunismo e a ditaduras como Cuba, venezuela, Angola, entre tantas outras forem crime.

    Roberto Ferreira 03/03/2021
    1
  • Ponto negativo: Proposta esquisita. Deve ser recusada. Deveria ser crime apologia ao qualquer ditadura inclusive a do proletariado: comunista. Aqui é democracia.

    Lili Martins 03/03/2021
    1
  • Ponto positivo: Já vivemos um AI-5 da toga e Câmara. Oswaldo Eustáquio, Sara Winter, Daniel Silveira e tantos outros cidadãos brasileiros que apoiam o Presidente da República Federativa do Brasil Jair Messias Bolsonaro são perseguidos.

    sergio claudio 03/03/2021
    1
  • Ponto negativo: O absurdo desse "projeto de lei" já começa na falha em diferenciar a "apologia" (âmbito da opinião) da "insurreição" (âmbito dos meios de ação concretos). A mera opinião favorável a que um Poder chame militares a intervirem, numa situação hipotética extrema, contra abusos de poderes constituídos - ou mesmo a eventual apologia a que terceiros se insurjam - é um direito salvaguardado na própria constituição. Para a insurreição em si, já há dispositivos constitucionais que o tipificam penalmente.

    Diego Oliveira 02/03/2021
    0
  • Ponto positivo: Se é para punir quem faz apologia a ditadura, então que o projeto alcance todos os partidos socialistas comunistas, que nunca foram, não são e nunca serão democráticos, e todos os seus integrantes, assim quando os partidos forem proibidos e seus integrantes devidamente enquadrados na lei, ei passarei a concordar, se não, vamos de democracia mesmo, onde cada um pede o que bem entender.

    Antonio Valdetaro 02/03/2021
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).