Enquete do PL 434/2021

Resultado

Resultado parcial desde 11/02/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 653 19%
Concordo na maior parte 14 0%
Estou indeciso 3 0%
Discordo na maior parte 18 1%
Discordo totalmente 2.774 80%

O que foi dito

Pontos mais populares

Imagino que muitas pessoas que estão apoiando não têm filhas nessa faixa etária que poderiam sofrer um estupro e a família ter que lidar com todas as consequências de uma gestação fruto de um crime. Não só as consequências como criar um bebê filho de estuprador que interrompeu o futuro da filha, mas tbm as consequências físicas e psiquiátricas para a menina que foi obrigada a gestar e parir sem sequer ter noção do que isso significa de fato para a sua vida. Principalmente as mães entenderão...

Nicole Lage dos Reis Moraes 01/12/2022
139

Aborto é uma questão de saúde pública e é dever do Sistema de Saúde oferecer o procedimento de maneira segura e legal para que sejam evitadas mortes de mulheres. Não cabe às pessoas que não fazem parte da gravidez querer decidir o futuro da vida de gestante.

Arlon 20/02/2021
232

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 67 encontrados.

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  • Ponto negativo: É absurda essa Pl. Já existe a legislação normal para essas questões. Não faz sentido duas legislações para o mesmo fim. Outra ideia sem nexo dessa deputada para gastar a estrutura do estado, está aí sem comprometimento. Não deveriam eleger mais deputadas descompromissadas com a Democracia. Igreja não legisla. O estado é laico.

    ADRIANA RODRIGUES DOS SANTOS 03/12/2024
    0
  • Ponto positivo: O aborto é crime sendo mais horrível que o homicídio de um adulto pois o feto é indefeso, somente Deus tem o poder de tirar uma vida. Todos contra o aborto, a gravidez de uma violência não deve ser interrompida a criança tem o direito de nascer e depois se a família não quiser deve-se encaminhar para adoção. O aborto é um dos maiores males da humanidade. TODOS CONTRA O ABORTO e vamos defender a VIDA.

    MELANIA VANIN 26/08/2024
    0
  • Ponto positivo: A VIDA HUMANA É SAGRADA e importa, lembre-se que se nossas maes tivessem abortado nao estariamos aqui. A criança que esta na barriga nao tem culpa. eu defendo a vida.

    Rodrigo Coldebella 23/08/2024
    2
  • Ponto negativo: Este projeto tira o direito da mulher ter acesso ao aborto legal nos casos previstos em lei. Vejo pessoas apresentando o pontos positivos, dizendo que se a mulher for vitima de violência podera abortar. Se esse projeto for adiante o aborto não sera permitido em nenhum caso. Forçando mulheres vitimas de violência a levarem a gravidez adiante. Cuidado com as atrocidades que estão apoiando, busquem informação.

    Thamiris Nogueira 23/06/2024
    1
  • Ponto negativo: É como se fosse uma bolsa estupro, se a menina ou mulher for estuprada o governo da uma esmola para que ela crie o filho do estuprador em nome do Estado. Engano de quem pensa que esse projeto de lei consegue manipular alguém a pensar que vai solucionar a situação da menina estuprada, na verdade é uma medida que quer garantir que o estuprador vire pai. Vejo muita deseja para garantir os direitos reprodutivos do estuprador do que puni-lo. Pl ridícula

    Marina Lorena 18/06/2024
    19
  • Ponto negativo: O Estado não protege mulheres e crianças de serem estupradas e depois quer proteger o fruto dessa violência? Ele irá criar essas crianças? Vai dar o amor que a mãe não conseguirá? A decisão sobre seguir em frente com uma gravidez ou não deve ser somente das pessoas envolvidas diretamente - a mãe (se for adulta), o pai (se o ato sexual foi consentido) e os familiares de ambos, desde que eles queiram. O serviço de Saúde Pública deve estar à disposição de todas as pessoas sem julgamentos morais.

    CLAUDINELI MOREIRA RAMOS 17/06/2024
    15
  • Ponto positivo: Cabe ao Estado a defesa de todo cidadão. Um feto não deve ser privado deste direito. As estruturas sociais devem ser orientadas à proteção das 2 vidas: da mãe e da criança. Todo aborto é um ato violento contra a mãe e o bebê. No caso do feto ser fruto de um estupro, é mais uma violência contra a mulher. Deve-se empregar as verbas públicas em sistemas de apoio a essas 2 vidas, com assistência durante a gestação e encaminhamento à adoção, se for o caso. O direito de nascer é básico.

    Celia Paravato 17/05/2024
    2
  • Ponto negativo: Tenho certeza que quem votou que isso é positivo nem sequer leu o projeto. Ele vai SUBSTITUIR a lei que permite o aborto em caso de estupro, portanto, mulheres estupradas vão PERDER o direito ao aborto e vão ser obrigadas a manter o fruto de um estuprador. Ainda pior quando é uma criança de 11 anos que vai ter que gerar uma criança fruto de um pedófilo estuprador. É isso que vocês querem pro país? Quero ver no dia que for sua filha engravidando de um estuprador.

    Isis 18/12/2023
    98
  • Ponto negativo: Essa lei retira da mulher seu direito de autonomia sobre o próprio corpo, é quase uma maternidade compulsória. É um retrocesso, uma forma de tirar as poucas exceções que se tem, pra forçar mulheres abusadas a carregarem os fetos de seus abusadores. Vi muita gente falando que nesses casos o recomendado seria colocar para adoção, onde o sistema é completamente precário, é interessante que só ligam para vida dos fetos antes de eles saírem da barriga.

    Giulia Faulstich 27/10/2023
    77
  • Ponto positivo: Legalizar o infanticídio usando o pretexto de questão de, "saúde pública" , "e se a mulher for vítima de estupro " é totalmente irracional, desumano e imoral. Quem não quer engravidar tem dezenas de métodos contraceptivos disponíveis no SUS cada um tem que ter responsabilidade pelos seus atos, quanto as vítimas de estupro esses bebês podem ser entregues a adoção, não podemos condenar a morte milhares de bebês inoce por causa de alguns casos isolados de estupro ou irresponsabilidade de alguns.

    Celinha Regina Moraes 17/10/2023
    8
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    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.