Enquete da MPV 1029/2021

Resultado

Resultado final desde 11/02/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 161 13%
Concordo na maior parte 4 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 5 0%
Discordo totalmente 1.132 87%

O que foi dito

Pontos mais populares

MPV 1029 com acatamento da emenda de numero 02, trará pacificação para o setor da aviação geral brasileira, não irá trazer qualquer precarização. Vale ressalter que essas alterções normativas não impactam o setor da aviação comercial, nem tão pouco as empresas de taxis aereos, pois são concessões públicas, diferente da aviação geral cujo seu trafego é livre.

Zezil 06/03/2021
33

ponto negativo: desvaloriza a profissão do Piloto Comercial ou Piloto de linha aerea, que deve ser contratado por CLT para ter seus direitos garantidos e seu salario justo de acordo com os altos riscos inerentes a profissao. Saliento também que é mentira que falta mão de obra qualificada, e os salários devem ser reajustados de acordo com a lei de mercado. diga NÃO a terceirização.

Cesar 08/03/2021
29

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 93 encontrados.

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  • Ponto negativo: Nossa categoria de Aeronatuas possui conhecimentos muito específicos , envolvendo principalmente segurança, E se houver terceirização na contratação de pessoal, a segurança pode ser extremamente prejudicada, causando sérios riscos, por falta de cursos e treinamentos que os habilitem para profissão.

    Michele 29/03/2021
    1
  • Ponto negativo: Afeta a segurança da aviação.

    Paloma Kafer 23/03/2021
    2
  • Ponto positivo: Diante da pandemia de Covid 19, a maneira mais justa de abrir mais postos de trabalhos para Aeronautas é dando a liberdade de escolha!!

    Gustavo Bertolucci Coimbra Chagas 20/03/2021
    8
  • Ponto positivo: A MP 1029 Gerará Novas Oportunidades de Trabalho onde hoje não existem. Quem é Contra está sem noção da Proposta. Brascoota - Cooperativa Brasil Rodo Aérea de Cargas e Passageiros vota "Sim".

    Paulo Renato 15/03/2021
    2
  • Ponto negativo: Você pode imaginar como ficará a aviação após está mudança? Acredito que não acrescente em nada de positivo essa mudança .

    Marcelo Miyake 14/03/2021
    2
  • Ponto positivo: Está medida não é e não poderá fazer parte da aviação regular. Para a aviação geral não faltará trabalho, vide os países mais desenvolvidos com mercado livre, para onde todo mundo quer ir para trabalhar e fazem de tudo por um visto. O CLT reduz o valor bruto em 80%, paga impostos de 27.5%. trava seu dinheiro em um FGTS que rende muito pouco. Muito melhor receber 80% a mais para fazer seu próprio pé de meia, 13 terceiro e férias podem estar no contrato PJ e ate podem fazer parte dessa lei

    Paolo Rossi 13/03/2021
    16
  • Ponto positivo: Vide as regulamentações da FAA e EASA, isso flexibiliza as contratações, morei muito tempo nos EUA e isso pode flexibilizar o contrato. Parem de achar que isso afeta a segurança! Segurança é treinamento, gestão e competência. Vocês realmente acham que o operador vai colocar qualquer um para voar uma aeronave multimilionária? Pensem um pouco! Nós pilotos estamos presos pelo sindicato! O sindicato ligado à CUT e PT, enxerguem isso pelo amor de Deus! Ficar preso à CLT fode o país!

    Gabriel B. Liberman 11/03/2021
    25
  • Ponto negativo: Afeta a segurança da aviação Brasileira diretamente.

    Leonardo Kirchner 11/03/2021
    5
  • Ponto negativo: Você pode imaginar como ficará a aviação após está mudança? Acho que teremos mais pontos negativos, do que positivo.

    JOAO FERREIRA DE SOUZA 11/03/2021
    5
  • Ponto negativo: Se aprovada as emendas nocivas à classe dos aeronautas e o fim do 13 salários, Férias , aposentadoria, recolhimento do FGTS e previdência, estabilidade do aeronauta, o aeronauta tem que arcar com todas as despesas como ré-cheques , exames médicos entre outras despesas , 1 ou 2 pilotos voando mais de 6 diferentes tipos de aeronaves comprometendo a segurança de voo pensando somente no lado financeiro, quanto mais melhor , até acontecer uma tragédia.

    Flávio Gomes 11/03/2021
    6

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. INC 119/2026

    Sugere ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a adoção de providências para a prorrogação do prazo de validade do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) 2024 e de demais concursos públicos federais cuja validade se encerra em 2026, bem como para o aproveitamento do cadastro de reserva, com chamamentos sucessivos até seu esgotamento, visando à recomposição da força de trabalho, ao provimento de vagas e à recomposição de vacâncias.

  5. PL 1111/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, para dispor sobre a idade máxima dos veículos destinados à formação de condutores.

  6. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição