Enquete do PL 370/2021

Resultado

Resultado final desde 10/02/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 22 92%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 1 4%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

É de suma importância que os cuidadores de idosos sejam vacinados, pois isso é um complemento indireto a imunização dos idosos, assim como demonstrou a nota técnica da Fiocruz publicada em 04/02/21

Lucas Oliveira 04/03/2021
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AIguais aos garis tem muitos trabalhadores que estão tendo que sair de casa pra trabalhar e tendo contatos com outras pessoas principalmente os que dependem do transporte público . Tem que disponibilizar a vacina logo e pra população em geral , estamos todos no mesmo barco. Principalmente as pessoas com doenças pre existentes que tem imunidade imunidade baixa onde o risco de contrair o vírus da covid e agravar , evoluir pra óbito e muito maior. Aí estão priorizando quem não tem comorbidades.

Ilza Maria Rodrigues 30/03/2021
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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

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  • Ponto positivo: É muito louvável o cuidador de idoso ser vacinado para maior segurança dos mesmo. Não adianta vacinar o idoso se quem os cuida fica vulnerável a COVID19. Só a vacina para está categoria é de suma importância.

    Maristela Beppler 31/05/2021
    0
  • Ponto positivo: Quanto aos garis não há nem o que contestar, os mesmos estão diretamente expostos nas ruas diarimanente além do contato direto com os lixos e descarte muitas vezes incorretos dos materiais infectantes por conta da população.

    Daniela Silva Ribeiro 18/05/2021
    0
  • Ponto positivo: Já passou da hora de aprovar. No caso idosos acamados mesmo vacinados, os mesmos não podem voltar às suas rotinas de consultas e terapias pq em sua maioria são cuidados por familiares e esses ainda estão sem proteção. O que leva risco até para os já vacinados, já que no momento a vacina tem apenas evitado que se desenvolva o vírus de forma grave (o que no caso de idosos não quer dizer muito, já que um resfriado pode vir a virar uma pneumonia por exemplo). São Paulo precisa dar atenção a isso!

    Daniela Silva Ribeiro 18/05/2021
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  • Ponto positivo: Esse Projeto de Lei vem contemplar os anseios daqueles cuidadores familiares que dedicam sua vida em proporcionar qualidade de vida ao idoso e/ ou pessoa com deficiência, onde a sua imunização é de fundamental importância para preservação de sua vida e da pessoa que demanda os seus cuidados. De modo, que a aprovação do referido projeto deve ser em regime urgência, tendo vista que a cada dia se perde um número significativo de pessoas nessas condições. Renata Andrade

    Renata Andrade 23/04/2021
    0
  • Ponto positivo: o estado tem que entender, que cuidadores familiares existem, devido ao simples fato, de não termos recursos financeiros para pagar os salarios (porque são cuidados 24 hrs) necessitando de mais profissionais, e devido a isso, nao podemos gerar emprego e nem simular um emprego, pois nunca temos salário. Sendo assim, fica mais barato, assumir a função. é uma necessidade e existem casos de idosos que faleceram, devido contagio do cuidados (mesmo idosos vacinados)

    Marcia Regina Tessarini Gomes 20/04/2021
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  • Ponto positivo: Cuidadores de idosos tem que ter prioridade senão não adianta vacina o idoso estará exposto ao vírus igual

    George Arcego 12/04/2021
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  • Ponto positivo: Cuidadores de idosos merecem preferência na vacinação, pois com estes profissionais vacinados haverá mais segurança no local de trabalho e, consequentemente, o(s) idoso(s) que está sendo assistido por este profissional terá diminuída uma possível taxa de contágio, já que vacinação alguma protege em 100%. Não adianta vacinar o idoso, sendo que o cuidador que adentra em sua residência não está imunizado. Cuidador e idoso vacinados é o caminho para garantir a segurança de ambos!

    Jéssica Marrero Iauci 08/04/2021
    0
  • Ponto negativo: AIguais aos garis tem muitos trabalhadores que estão tendo que sair de casa pra trabalhar e tendo contatos com outras pessoas principalmente os que dependem do transporte público . Tem que disponibilizar a vacina logo e pra população em geral , estamos todos no mesmo barco. Principalmente as pessoas com doenças pre existentes que tem imunidade imunidade baixa onde o risco de contrair o vírus da covid e agravar , evoluir pra óbito e muito maior. Aí estão priorizando quem não tem comorbidades.

    Ilza Maria Rodrigues 30/03/2021
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  • Ponto positivo: É de suma importância que os cuidadores de idosos sejam vacinados, pois isso é um complemento indireto a imunização dos idosos, assim como demonstrou a nota técnica da Fiocruz publicada em 04/02/21

    Lucas Oliveira 04/03/2021
    3
  • Ponto positivo: Os cuidadores de idosos são profissionais de extrema importância em nosso momento atual. A população de idosos vem crescendo no Brasil de forma exponencial, esses profissionais merecem o reconhecimento e a inserção da classe no grupo prioritário na vacinação tais como os profissionais da saúde.

    CIV 03 03 03/03/2021
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 4256/2019

    Altera a Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), para autorizar o porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos e aos oficiais de justiça.

  6. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.