Enquete do PL 364/2021

Resultado

Resultado final desde 09/02/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 218 99%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Poder empreender em atividade paralela, renda extra, gerar empregos, emitir nota fiscal, pagar impostos, dinheiro limpo. A sociedade está discutindo a redução de salários dos servidores e estes só querem trabalhar e ter qualidade de vida. Frente as medidas austeras que estão vindo, nada mais justo que autorizar o servidor a ter um CNPJ, se assim o quiser. Poder iniciar um negócio e prosperar, depois com segurança, quem sabe, poder até se exonerar do cargo público. 100% apoiado!

Marcos Emilio N. da Silva 26/02/2021
10

Alguém com cargo de chefia ou confiança. Alguém que use o cargo em proveito próprio da empresa. Tem que estudar muito isso.

teofilo andre cristaldo dos santos 21/02/2021
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto negativo: Restringindo que a empresa não preste serviço ou venda a empresas públicas, não vejo porque não aprovar.

    Diego Jesus de Oliveira 30/09/2021
    2
  • Ponto positivo: Dá a oportunidade de proporcionar ao Servidor Público de empreender e melhorar sua renda.

    Diego Jesus de Oliveira 30/09/2021
    2
  • Ponto positivo: Entendo esse PL como extremamente positivo pois confere a uma parcela de pessoas representativa no país a possibilidade de investir e gerar emprego e renda. A proibição atualmente existente é desproporcional, muito pouco contribui para evitar má gestão de recursos públicos e impõe ao servidor um ônus incompatível com a administração moderna que visa novas formas de contratação como pode ser visto nas discussões sobre reforma administrativa.

    Hugo Lapa 27/04/2021
    5
  • Ponto positivo: Avanço importante na defesa do direito individual do policial militar. O empreendedorismo é uma realidade para grande parte dos PMs do Brasil, que mesmo sendo ilegal no momento é uma forma de complemento de renda e melhoria da qualidade de vida.

    Dayvid Dyego 18/03/2021
    6
  • Ponto positivo: Essa medida vem dá efetividade ao comando constitucional que institui ser livre toda forma de emprego ofício ou profissão. O projeto corrige uma injustiça que vinha sendo descumprida desde a promulgação da constituição de 1988.

    Cláudio Babosa de França 18/03/2021
    4
  • Ponto positivo: Excelente proposta pois possibilita a geração de empregos e o incremento na renda do funcionário público, que já enfrenta uma grande defasagem salarial por conta da má gestão das contas públicas e a grave situação econômica que enfrentamos. É uma triste utopia a ideia de valorização do servidor. E para qualquer espécie de vantagem indevida já existe a legislação que pune com rigor.

    FERNANDO KOITI TONOOKA 18/03/2021
    3
  • Ponto positivo: LIVRE INICIATIVA

    JOSE ARAKEN CIRINO FILHO 17/03/2021
    4
  • Ponto positivo: Parabéns pela iniciativa, isso acabara com muitas injustiças, gerará mais empregos e jamais poderemos presumir a má-fé que o servidor que vai empreender poderá usar seu cargo como vantagem para seu negócio particular. Esse projeto ajudará o servidor a sustentar sua família diante da defasagem salarial que estão passando e sucateamento do serviço público que é cada vez mais notório e evidente.

    Venésio Senem 13/03/2021
    7
  • Ponto positivo: Considerando a estagnação dos salários, a desvalorização do servidor, está proposta da uma oportunidade de crescimento econômico.

    Gevilon Vasconcelos Ramos 04/03/2021
    7
  • Ponto positivo: Poder empreender em atividade paralela, renda extra, gerar empregos, emitir nota fiscal, pagar impostos, dinheiro limpo. A sociedade está discutindo a redução de salários dos servidores e estes só querem trabalhar e ter qualidade de vida. Frente as medidas austeras que estão vindo, nada mais justo que autorizar o servidor a ter um CNPJ, se assim o quiser. Poder iniciar um negócio e prosperar, depois com segurança, quem sabe, poder até se exonerar do cargo público. 100% apoiado!

    Marcos Emilio N. da Silva 26/02/2021
    10

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  1. PL 2318/2026

    Altera a Lei nº 13.327, de 29 de julho de 2016, para dispor sobre o tratamento orçamentário dos honorários advocatícios de sucumbência.

  2. PL 2511/2023

    Dispõe sobre o salário profissional nacional dos Condutores de Ambulância.

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 252/2024

    Dispõe sobre a imposição de cláusula de barreira nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PL 8107/2017

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.