Enquete do PL 337/2021

Resultado

Resultado parcial desde 09/02/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 14 24%
Concordo na maior parte 1 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 42 74%

O que foi dito

Pontos mais populares

É importante a aprovação desta proposta pq ja que não há empregabilidade atualmente , o brasileiro precisa de renda pra te dignidade.

Michelle Oliveira 10/02/2021
1

Não podemos perpetuar esta condição, se necessária a prorrogação do auxílio é ESSENCIAL que CONDIÇÕES SEJAM IMPOSTAS, tais como, início e término de no máximo 3 meses, contrapartida dos ESTADOS em COMPROMETEREM-SE a ACABAR com políticas de FECHAMENTOS DE comércios e indústrias sob pena de CANCELAMENTO DE CONCESSÃO DOS AUZÍLIOS ao ESTADO QUE INFRINGIR tal CONTRAPARTIDA!

karla schacht 11/02/2021
0

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Exibindo resultados 1 a 10 de 13 encontrados.

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  • Ponto negativo: Desejo trabalhar abrir meu restaurante com certeza de que não terei que fechar

    Armanda santos Nunes de oliveira Nunes de oliveira 23/02/2021
    0
  • Ponto negativo: Eu preciso pagar contas e comer tambem, mas o que mais preciso no momento não é ajuda do governo (isso e coisa de socialista), preciso é trabalhar e esse giberno de SP não deixa. Além de não ajudar ainda atrapalha. O gov federal me ajudou muito e agtadeço muito, mas quem quer continuar com essa ajuda, não está preocupado com o Brasil. SOU CONTRA, mesmo precisando.

    João Marcos Felice 13/02/2021
    0
  • Ponto positivo: Irresponsabilidade de quem propôs.

    Marcos Alberto Malucelli Klas 12/02/2021
    0
  • Ponto negativo: Sou a favor de distribuição de cesta básica, dinheiro não. O país vai quebrar mais e é o que querem. Anos de PT nos afundou e querem voltar. Sou contra. Alimentos SIM! Dinheiro NÃO ????

    Roque 12/02/2021
    0
  • Ponto negativo: Esse pessoal que está querendo a continuação do auxílio emergencial vai arcar com a dívida do país? Ou estão querem do ajudar à Esquerda a quebrar o País e atingir ao Governo? Por que não pressionam seus eleitos a acabar com esta palhaçada de Lockdown, e a abrir o comércio, e tudo o mais! NÃO EXISTE COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA DE QUE FECHAR TODO MUNDO EM CASA SERÁ BOM! Acorda gente! Não seja gado! Vão trabalhar!

    Katia B 12/02/2021
    0
  • Ponto negativo: GOVERNO FEDERAL JÁ AJUDOU OS ESTADOS E PREFEITURAS JÁ ESTÁ NA HORA DE ACABAR COM O LOCKDOWN. MUITOS GOVERNADORES E PREFEITOS ROUBARAM O DINHEIRO ENVIADO VOCÊS DEPUTADOS E SENADORES NÃO CORTARAM NADA DE MORDOMIAS. DAR ESMOLA NÃO É A SOLUÇÃO POVO BRASILEIRO QUER TRABALHAR

    Samira A Ali A Botelho 11/02/2021
    0
  • Ponto negativo: O país não tem como manter este auxílio indefinidamente. Emergência é temporária! É urgente estabelecer um prazo final e cumpri-lo!

    Eli 11/02/2021
    0
  • Ponto negativo: Ao o invés de apoiar uma aberração dessas tinha era que criar meios de aumentar o emprego para todo o povo, cursos técnicos para se profissionalizarem mais.

    AlexyBsb . 11/02/2021
    0
  • Ponto positivo: Só haverá ponto positivo neste PL sem pé nem cabeça, se DATAS de início e término forem inseridos no mesmo, bem como regras e valores compatíveis com a situação econômica do país também, o Legislativo NÃO PODE CRIAR DESPESAS se ele é MAIS um dos que SÓ GASTA e NÃO PRODUZ NADA, por último, sejam determinadas CONTRAPARTIDAS aos ESTADOS como por exemplo, a VEDAÇÃO de políticas de FECHAMENTO dos setores produtivos geradores de empregos, SOB PENA de CORTE IMEDIATO do auxílio ao ESTADO que descumprir.

    karla schacht 11/02/2021
    0
  • Ponto negativo: Não podemos perpetuar esta condição, se necessária a prorrogação do auxílio é ESSENCIAL que CONDIÇÕES SEJAM IMPOSTAS, tais como, início e término de no máximo 3 meses, contrapartida dos ESTADOS em COMPROMETEREM-SE a ACABAR com políticas de FECHAMENTOS DE comércios e indústrias sob pena de CANCELAMENTO DE CONCESSÃO DOS AUZÍLIOS ao ESTADO QUE INFRINGIR tal CONTRAPARTIDA!

    karla schacht 11/02/2021
    0
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.