Enquete do INC 89/2021

Resultado

Resultado final desde 09/02/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 263 98%
Concordo na maior parte 5 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Profissionais de manutenção dos equipamentos médicos estão na linha de frente, em contato direto com ambiente hospitalar e máquinas que atendem pacientes de COVID, além de deslocamentos por avião para prestar serviços em outras cidades. A vacinação é fundamental para que essas pessoas continuem prestando o serviço e deixando a disposição os equipamentos, como tomografia, raioX e ultrassom, essenciais no diagnóstico da COVID.

Arthur Uchôa 04/03/2021
9

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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 31 encontrados.

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  • Ponto positivo: Nós trabalhamos todos os dias, desde de 2020 consertamos os equipamentos de suporte a vida e diagnósticos. Sabemos que a pandemia e a infecção pelo vírus foi subdimensionada no ínicio. Muitos conhecidos se infectaram e com as novas variantes ficamos sem proteção novamente. Precisamos nós vacinar para executarmos nossas tarefas diárias, pois somos invisiveis nesse combate, mas exercutamos um trabalho primordial na manutenção da vida e qualidade nos tratamentos médicos. Vacina já!

    Laercio Barboza de Sena 12/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Já passou da hora de começar a valorizar quem mantem funcionando as máquinas que utilizamos para diagnósticos dos nossos doentes!

    Fernanda Gazola da Silva 31/03/2021
    0
  • Ponto positivo: As máquinas chegam às mãos desses profissionais cheias de virus e bactérias, através de sangue, catarro e outros materiais impregnados. Esses profissionais atuam dentro dos hospitais, tanto quanto os outros, então nada mais coerente do que vacina-los. Eles se expoem às doenças e assim suas familias também. Espero que seja feita justiça.

    Dolores Garducci 27/03/2021
    1
  • Ponto positivo: Se não tiver quem conserte as máquinas, os hospitais não funcionarão ! Vacinem eles já !!! Muitos entram todos os dias em leitos de utis pra poder consertar os equipamentos, correndo grande risco de se infectar.

    Ju Rocha Damaceno 27/03/2021
    1
  • Ponto positivo: Precisamos que estes profissionais continuem o seu trabalho, mantendo os equipamentos em perfeito estado para diagnósticos e tratamentos sejam realizados de forma correta.

    Epifanio Dinis Benitez 26/03/2021
    1
  • Ponto positivo: Concordo não foi feito uma avaliação para incluir tais profissionais, que são de extrema iimportancia.

    Joao da silva rosa 26/03/2021
    0
  • Ponto positivo: São esses profissionais são fundamentais para o bom funcionamento dos hospitais e clínicas. Estão na linha de frente tanto quanto outros profissionais da saúde.

    Douglas Rafael Rovarotto 26/03/2021
    2
  • Ponto positivo: A garantia do funcionamento dos equipamentos médicos é vital para o sucesso da luta contra o covid 19.

    Aélisson Tavares Oliveira 25/03/2021
    3
  • Ponto positivo: São profissionais importantíssimos para garantia do funcionamento dos equipamentos médicos utilizados no diagnóstico e também na terapia dos pacientes. Devem ser incluídos no grupo prioritário da vacinação

    Igor Bueno 25/03/2021
    3
  • Ponto positivo: Os profissionais que atuam com manutenção de equipamentos médicos, assim como os profissionais atuantes em Engenharia Clínica estão expostos ao vírus, e não deixam de atender para que pessoas não fiquem sem equipamentos de suporte a vida. Eles estão expostos e nada mais correto do que vaciná-los. A A ABEClin havia encaminhado uma carta a Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações solicitando que estes profissionais fosse incluídos.

    Alexandre Ferrelli Souza 24/03/2021
    4

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  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.