Enquete do PL 328/2021

Resultado

Resultado final desde 09/02/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 101 81%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 23 18%

O que foi dito

Pontos mais populares

É urgente a aprovação desse projeto de lei. Estamos diariamente expostos lidando com o sofrimento da população, com poucas condições de segurança.

Maiara Carvalho 30/03/2021
4

A categoria de assistentes sociais não tem direito a insalubridade. Tem que incorporar isso no projeto de lei

Maria José dos Santos spenoci 18/03/2021
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 16 encontrados.

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  • Ponto positivo: Concordo plenamente com a himunização dos servidores da Assistência Social pois são servidores que atuam diretamente com o público e principalmente os A. Sociais que fazem busca ativa de casa em casa e também nos órgãos de saúde. Vacina para a Assistência Social já.

    Vicnte de Paula da Silva 30/05/2021
    1
  • Ponto positivo: Diferente de outras categorias que conseguiram prestar serviço em home office os profissionais da política de Assistência Social foram considerados "como essenciais" e trabalharam presencialmente atendendo a população que necessitou e necessita de benefícios /auxílios, fazendo visitas, triagens, abordagens nas ruas, entrevistas sociais e nos atendimentos dos mais variados casos de violação de direitos e violência que cresceram neste período. Faz-se urgente a vacinação dos profissionais do SUAS.

    Ana Paula Santos 25/05/2021
    1
  • Ponto positivo: O SUAS está como serviço essencial na pandemia e os servidores não pararam de atender a população desde o início, expondo-se ao risco para atendimento dos mais vulneráveis.

    Marcela Correa 12/05/2021
    2
  • Ponto positivo: Importante de se fazer essa inclusão desses profissionais do suas no plano de vacinação com urgência!

    Carla Daniela 31/03/2021
    2
  • Ponto positivo: Concordo plenamente, inclusive a inclusão de estagiários e servidores que executam a limpeza na assistência social

    Ariela Domingos 31/03/2021
    1
  • Ponto positivo: Se faz urgente a humanização desses profissionais, que lidam desde o início da pandemia com o aumento absurdo da demanda de trabalho e não possuem os epi's necessários.

    Príscila Duarte 30/03/2021
    2
  • Ponto positivo: É urgente a aprovação desse projeto de lei. Estamos diariamente expostos lidando com o sofrimento da população, com poucas condições de segurança.

    Maiara Carvalho 30/03/2021
    4
  • Ponto positivo: Somos serviço prioritário para trabalhar, mas para vacinar não, já passou da hora de incluir esses profissionais que dão a vida pela profissão.

    geison alves 28/03/2021
    2
  • Ponto positivo: Os serviços de assistência social estão prejudicados porque os profissionais estão expostos ao riscos de contaminação. Muitos municípios atendendo apenas em expediente interno nesse momentos em que as necessidades psicossociais se agravam tanto.

    Christiane Leite Gomes Frezza 21/03/2021
    2
  • Ponto positivo: Assistência social sendo considerada serviço essencial deve ser incluída como prioridade para vacinação.

    Cristiane Santos da Rosa 19/03/2021
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei