Enquete do PL 232/2021

Resultado

Resultado parcial desde 04/02/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 26 17%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 2%
Discordo totalmente 123 80%

O que foi dito

Pontos mais populares

Acaba com a denuncia vazia, ampara o processo criminal, Bloqueia o marxismo cultural, alinha com uma sociedade mais equilibrada e dentro dos verdadeiros valores...

Deraldo Lopes 06/02/2021
5

Um absurdo fazer a mulher, seja adulta ou não, ser obrigada a passar pelo constrangimento de reviver seu estupro para uma polícia despraparada como a nossa.

Gill Lima Xavier 08/02/2021
9

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 25 encontrados.

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  • Ponto negativo: Deve ser garantido à reclamante fazer o boletim de forma não presencial, e ter o exame feito por profissionais isentos, de forma laica, com ritmo processual acelerado afim de que não se prossiga por tempo demasiado o estado de gravidez. Em se comprovando o estupro, a unidade de saúde deve atender a paciente pronta e indiscriminadamente.

    Daniel Jurgensen 21/06/2022
    0
  • Ponto negativo: A mulher, adolescente ou criança já sofreu uma GRAVE violência, temos que preservá-la o máximo possível. Infelizmente na maior parte das delegacias elas serão desacreditadas e até acusadas de terem culpa.?

    Marina Freire 20/05/2022
    1
  • Ponto negativo: Absurdo!!!! Seria o mesmo que cercear o direito da vítima de ver garantido seu direito constitucional.

    Cassia Greco 20/05/2022
    1
  • Ponto negativo: Muitas mulheres não tem coragem de denunciar e quando denunciam são descredibilizadas e vítimas de mais machismo. Além do trauma do estupro, fazer alguém lidar com dificuldades para interromper a gravidez é desumano. Não diminuirá os casos de aborto, apenas aumentará o número de mortes com abortos clandestinos.

    Julia 23/10/2021
    3
  • Ponto negativo: Como se não fosse um TRANSTORNO FÍSICO E MENTAL ir numa DELEGACIA depois de sofrer qualquer tipo de abuso, principalmente SEXUAL! Se com todas as provas há casos que só tomam proporção favorável por causa da mídia, imagina qndo uma mulher pobre vai numa DP sem respaldo. É ridicularizada e taxada de mentirosa na 1 oportunidade! Já não bastam os médicos que se recusam a realizar o procedimento hj em dia e os poucos hospitais que oferecem o aborto legal! O aborto existe e só é criminalizado p POBRE

    luiza 29/09/2021
    5
  • Ponto negativo: Geralmente, quem tem coragem de denunciar ? Sabendo que ele pode voltar e em vez de estrupo pode cometer um homicídio? Quem garante que o acusado será preso? Mais uma vez a culpa cai na mulher que além de correr risco de vida em denunciar o abusador, tem que correr atrás de tudo para corrigir um problema do estado. Nem todas tem coragem de denunciar um estrupo, é algo horrível para mulher, é algo mais humilhante que existe para elas, aí vem um psl, querer que ela exponha essa humilhação???

    JetConsulta Automação de sistemas 06/09/2021
    6
  • Ponto negativo: Um absurdo uma injustiça mesmo sendo que na maioria das vezes a vitima è muito mais jovem que o estrupador maioria são até menores de idade de classes menos favorecida sem acessos a Diu por exemplo e outros metados que muitas vezes è negado a mulher e o medo diante do agressor pense nessa tortura parem de apoia o bolsa estrupo me admiro esse projeto de lei vindo de uma mulher que nao tem empatia alguma pela realidade de outras mulheres...

    Ana 19/04/2021
    6
  • Ponto positivo: Já passam de 80% as falsas denúncias em Delegacias em todo Brasil, parabéns pelo excelente trabalho Deputada

    Rachid Saab Cunha 28/02/2021
    0
  • Ponto positivo: o projeto é bom pra garantir que a vitima realmete não escolheu engravidar.

    J 21/02/2021
    0
  • Ponto positivo: Excelente projeto, chega de falsas denúncias por estrupo. E isso não é defender o estrupador, defender é não fazer o Boletim de Ocorrência e deixa-lo solto sem ser investigado pela polícia e preso

    Pedro Silva 18/02/2021
    1
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  1. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição

  5. PL 5942/2025

    Dispõe sobre a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo - SENATUR e do Comitê Intersetorial de Investimento no Turismo

  6. PL 2531/2021

    O Projeto de Lei 2531/21 institui o piso salarial nacional para os profissionais que trabalham nos setores técnico e administrativo das escolas de educação básica, que será inicialmente de R$ 2.164,68 mensais. O texto tramita na Câmara dos Deputados. Pela proposta, o piso será pago para jornada de trabalho de 40 horas semanais, garantindo-se a proporcionalidade do valor para jornadas diferentes. O projeto prevê ainda a atualização anual do piso, no mês de janeiro, com base nos índices oficiais de inflação. A autora do projeto é da deputada Rose Modesto (PSDB-MS). “Uma nação que pretenda priorizar a educação não pode esquecer do papel fundamental que a gestão escolar, exercido por profissionais dos quadros de pessoal técnico e administrativo, tem para garantir que a escola funcione em harmonia e alcance seus objetivos”, disse. Ela afirma ainda que o valor proposto equivale a 75% do piso nacional para o magistério público da educação básica (hoje de R$ 2.886,24). Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Educação; Trabalho, de Administração e Serviço Público; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei