Enquete do PL 218/2021

Resultado

Resultado parcial desde 04/02/2021

Opção Participações Percentual
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Concordo na maior parte 1 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 21 64%

O que foi dito

Pontos mais populares

Se é agreçao contra mulher deve ser punido

Susana Alves 11/02/2021
0

Por que essa sanha punitiva somente para um dos lados? Ou somos iguais perante a lei ou, então, rasguem a constituição.

Sandro Luciano 06/03/2021
5

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Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto negativo: Não justifica o homem de forma alguma agredir tanto verbalmente como fisicamente uma mulher, mais caso isso venha acontecer com reincidência a mulher seja ela minha filha mãe irmã prima seja ela qual for já não pode ser tratada como vítima mais sim cooperadora para seu próprio mau, muitas mulheres toma a primeira tapa, volta toma a segunda a terceira até ser gravemente lesionada, da parte para distânciamento e passar alguns dias é ela que se aproxima do agressor e fala que o ama...?

    Vanderson santos 05/02/2022
    0
  • Ponto positivo: A lei sendo mais dura, acredito que a maioria lançaria mais antes de cometer tais coisas.

    Vanderson santos 05/02/2022
    0
  • Ponto positivo: O título é claro. Ameaça no contexto de violência doméstica. Casos por exemplo de homens que ameaçam matar a mulher, o filho, se ela pedir divórcio porque ele quer continuar torturando, batendo e etc. Fora disso, a pena de ameaça continua tanto pra homens quanto mulheres. Só não vai querer essa lei quem vive com uma mulher presa dentro de casa sob ameaça. Simples. Isonomia material.

    Carla 13/01/2022
    0
  • Ponto negativo: Convenhamos, crime de ameaça já tem uma pena MUITO pequena. Tinha que aumentá-la no geral. O que mais se faz hoje é ameaçar. Pode ser blefe, mas pode ser verdade. A vítima vive um pesadelo.

    Carla 13/01/2022
    0
  • Ponto negativo: Toda proposta de lei que visa a demonização de um gênero específico é explicitamente um ato de perseguição e descriminação. Será que é algo tão difícil e sobrenatural pra esses políticos, ser imparcial? Será que ser imparcial é algo tão difícil assim? Estão querendo "justiça" ou militância? Criem leis que proteja pessoas, independente do sexo e terão meu apoio incondicional.

    Leandro Flores 06/05/2021
    2
  • Ponto negativo: Um relacionamento é composto por duas partes, porém existe uma campanha punitivista apenas aos homens, me pergunto se essas pessoas tem acesso aos dados do atlas da violência que mostra que "homens" morren em maior número na mão de suas parceiras. Mas a narrativa incessante e falaciosa tenta dizer o contrário. Querem fazer leis sérias? Então faça leis que puna desvio de conduta de pessoas (ambos os sexos) pq mulher também mata e muito e ainda ganham apoio de políticos que não tem o que fazer..

    Leandro Flores 06/05/2021
    2
  • Ponto negativo: Por que essa sanha punitiva somente para um dos lados? Ou somos iguais perante a lei ou, então, rasguem a constituição.

    Sandro Luciano 06/03/2021
    5
  • Ponto positivo: Se é agreçao contra mulher deve ser punido

    Susana Alves 11/02/2021
    0
  • Ponto negativo: Só importa quando e contra mulher se for contra um homem ele que se virem pois a justiça não moverá uma palha

    Lucas Antunes Da Silva 10/02/2021
    3
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    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PDL 849/2026

    Susta, em sua integralidade, os efeitos da Resolução nº 491, de 4 de maio de 2026, do Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP, que estabelece as normas gerais aplicáveis às operações de proteção patrimonial mutualista.

  4. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  5. PL 2188/2026

    O Projeto de Lei 2188/26 estabelece o valor máximo de R$ 250 para a anuidade cobrada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A proposta também fixa limites para as contribuições arrecadadas pelos demais conselhos profissionais. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, as anuidades não poderão passar de R$ 250 para profissionais de nível superior e R$ 125 para nível técnico. Para empresas, os valores vão de R$ 250 a R$ 2.000, conforme o capital social. A proposta altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94) e a Lei 12.514/11, que trata das contribuições para conselhos profissionais. Todos os valores poderão ser corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Cobrança e disparidade O Estatuto da Advocacia hoje não prevê teto para as anuidades. A Lei 12.514/11 fixou R$ 500 para o nível superior e R$ 250 para o nível técnico – valores que, corrigidos pelo INPC até julho de 2026, chegam a R$ 1.135,61 e R$ 567,81. Segundo o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), autor do projeto, a ideia é evitar cobranças excessivas sobre trabalhadores. Na justificativa apresentada, ele afirmou que reduzir e limitar tributos e contribuições é uma medida de justiça social. Kataguiri disse ainda que a ausência de teto legal gerou distorções na advocacia após o Supremo Tribunal Federal (STF) entender que a OAB não precisa seguir a regra dos demais conselhos, com seccionais cobrando anuidades próximas a R$ 1.000. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.